E tudo se fez em 1984…

Prefeito Napoleão Bernardes faz a 32ª sangria de barril da história da Oktoberfest. Outra edição começa, e a festa toma curso em outubro por mais uma vez na cidade (Jaime Batista)

Prefeito Napoleão Bernardes faz a 32ª sangria de barril da história da Oktoberfest. Outra edição começa, e a festa toma curso em outubro por mais uma vez na loira Blumenau (Jaime Batista)

Há muito mais do que chopp, desfiles, musica, dança e badalações que circundam a menina Blumenau durante os dias de uma Oktoberfest. Por detrás de todo o aparato que cerca a festa mais alemã das Américas escondem-se interessantes histórias. Fatos e momentos marcantes que ajudaram a construir a celebração da germanidade do Vale do Itajaí tal como ela se levanta hoje diante dos olhos do Brasil e do mundo.

No entanto, voltar 32 edições, 31 anos atrás, faz-nos redescobrir como toda esta ciranda surgiu. Por que em 1984? Por que não antes? Ou ainda, por que não depois, sendo que aquele tinha sido o ano de outra grande cheia? Detalhes menores que, muitas vezes, passam incólumes nos reviews da história da festa feitos por grandes veículos de imprensa na cidade, e que fiz questão de responder, À mim mesmo e aos curiosos sedentos por respostas.

E vale adiantar, o motivador foi muito além do que apenas uma enchente.

Ao centro, o então secretário de turismo Antônio Pedro Nunes, ladeado pelo então prefeito Dalto dos Reis (dir) e pelo então governador Esperidião Amin (sorrindo, esq, terno preto). Antônio Pedro e Dalto foram, por assim dizer, os arquitetos da festa, que nascia em 1984 (Antigamente em Blumenau / Santa)

Ao centro, o então secretário de turismo Antônio Pedro Nunes, ladeado pelo então prefeito Dalto dos Reis (extrema direita, de caneco) e pelo então governador Esperidião Amin (sorrindo, esquerda, terno preto). Antônio Pedro e Dalto foram, por assim dizer, os arquitetos da festa,que nascia em 1984, mesmo ano de outra grande enchente (Antigamente em Blumenau / Santa)

Investigando o passado, durante um trabalho na graduação de Jornalismo no então IBES/Sociesc, eu e alguns companheiros de academia resolvemos interrogar, literalmente, duas figuras distintas, mas que ajudaram a entender o porquê desta história toda ter florescido justamente naquele ano. De um lado, o ex-prefeito e figura bem quista na política e na comunicação blumenauense, Dalto dos Reis. Do outro, a professora acadêmica e um sem-numero de histórias e experiências vividas na cidade que vive, Thereza Palmas Ribeiro.

O registro foi feito em 2013, durante a 30ª Oktoberfest, mas ainda se mantém atual pelo valor histórico dos relatos e considerações sobre esta tão inquietante pergunta dos amantes da festa e da história. A coordenação do trabalho em classe, feito na disciplina de Telejornalismo II, foi do professor e, hoje, um dos nomes do Informe Blumenau, jornalista Alexandre Gonçalves.

Sem mais delongas, permita-se voltar a 1984, a origem pura e aplicada da Oktoberfest blumenauense:

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3 comentários sobre “E tudo se fez em 1984…

  1. Olá, André, meu xará.

    Gostei da sua postagem, especialmente das entrevistas realizadas.

    Chamou a minha atenção, uma das últimas fotos publicadas durante o vídeo, em Preto e Branco de um senhor com o Caneco da Oktoberfest na mão e com uma casa enxaimel ao fundo. Saberias dizer onde está publicada tal imagem?

    Trata-se do meu avô, que apesar de já não estar mais entre nós, foi um grande entusiasta do turismo em Blumenau, muito antes da Oktoberfest vir a existir por aqui.

    Se tiver qualquer informação a respeito, ficaria muito grato. Faz parte da história da Família.
    Obrigado desde já.

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    • Olá, xara! Sinceramente, André é um belo nome, feliz das nossas mães que o escolheram! hehehe!

      Agradeço o retorno! E olha, eu encontrei esta ultima imagem na Biblioteca Municipal, na parte do Arquivo Histórico.
      Estava a cata de imagens para, justamente, produzir o vídeo e acabei a encontrando, não lembro agora se no álbum da festa de 1984 ou 1985…
      Mas eu a tenho aqui salva no meu PC até hoje, se quiseres, posso estar lhe enviando, como uma boa recordação de vosso avô! Só não estou lembrado de quem ser ele, podes me “refrescar a memória”?

      Fico feliz em ajuda-lo com a nobre história da família!
      André Luiz Bonomini (blog A BOINA)

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