Videotape n’A Boina nº6: Recordações do “Mundo da Lua” na TV Cultura

Não tem como não se sentir da Familia Silva e Silva acompanhando as aventuras de Lucas na série (Reprodução)

Não tem como não se sentir da Familia Silva e Silva acompanhando as aventuras de Lucas na série (Reprodução)

Alô, alô! Planeta terra chamando. Esse é mais um diário de bordo do Videotape falando diretamente d’A BOINA, onde tudo pode acontecer…

Hello, Videotapers! Como estão vocês?

Quem cresceu assistindo ao Mundo da Lua (1991-1992) sabe de onde tirei a introdução de hoje. O Mundo da Lua foi um seriado de tv produzido pela TV Cultura em 1991 e exido até hoje pelo canal fechado TV Rá-tim-bum. O programa contava a história de Lucas Silva e Silva (Luciano Amaral), um garoto de dez anos que ganha do avô Orlando Silva (Gianfrancesco Guarnieri), a partir daí ele começava a gravar histórias baseadas nos acontecimentos vividos no episódio. E a graça é justamente essa.

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Kobe Beef – A melhor carne do mundo em Blumenau

(Letícia Oberger / Oficina das Palavras | Part: André Bonomini)

Eis o Kobe Beef. A mais saborosa e melhor carne do mundo, que, enfim, chega a Blumenau (Reprodução / Oficina)

Eis o Kobe Beef. A mais saborosa e melhor carne do mundo, que, enfim, chega a Blumenau (Reprodução / Oficina)

Os cuidados específicos e o sabor marcante deram ao Kobe Beef o título de melhor do mundo. Há alguns anos, a carne da raça Wagyu vem conquistando os brasileiros que apreciam cortes selecionados e os prazeres da boa gastronomia. O gado, de origem japonesa, recebeu esse nome em homenagem a cidade de Kobe, onde há maior número de criadores.

A excelência é garantida através da gordura encontrada entre as fibras que formam um marmoreio, o que segundo o chef e especialista em carnes, Caio Fontenelle, é algo muito valorizado entre os apreciadores do alimento.

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Antigamente: A majestade do Hotel Holetz, a imponência do Grande Hotel (e a infeliz decadência)

A majestade de linhas e tradição do Hotel Holetz, uma família tradicional na hotelaria que, hoje, é uma página inesquecível da história blumenauense (Antigamente em Blumenau)

A majestade de linhas e tradição do Hotel Holetz, uma família tradicional na hotelaria que, hoje, é uma página inesquecível da história blumenauense (Antigamente em Blumenau)

O majestoso

A definição guardada em uma palavra apenas no texto de Morgana Holetz Aguiar, publicado pelo pesquisador Adalberto Day resume perfeitamente o que simbolizada a belíssima construção que tinha lugar na esquina famosa da Alameda com a Rua XV. Nela, por quase 60 anos, esteve instalada umas das mais belas construções de Blumenau, bem como um dos estabelecimentos comerciais mais populares do tempo de ouro de nossa cidade. Famoso pelo bom atendimento, pelas histórias e inovações que trouxera, este era o Hotel Holetz, cuja história dele e do sucessor – o Grande Hotel – passamos agora a rememorar.

Tudo, na verdade, começou bem antes do magnífico prédio que marcou época. Em 1854, quatro anos depois da fundação de Blumenau, chegava a pacata colônia o imigrante Moritz Holetz, que começou a oferecer naquela região serviço de hospedagem aos viajantes que passavam pela vila. A família prosperou na hotelaria, ainda primitiva na época, mas constantemente evoluindo. Do pequeno casebre onde funcionava a hospedaria, começou a brotar o hotel, que seria aberto ao funcionamento em 1 de setembro de 1902.

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Volksfriends: Fuscas e “parentes” invadem Pomerode em dezembro

(Gerson Douglas Ampessan)

Fuscas, Brasilias, Kombis, Variants… Os clássicos Volks refrigerados a ar, que movem paixões e escrevem histórias, invade Pomerode em dezembro para o 9º Volksfriends, um dos maiores encontros de Fuscas e derivados do país (Gerson Douglas Ampessan)

(Josiane Caitano / New Age Comunicação)

O Pavilhão de Eventos de Pomerode será palco da 9ª edição do Volksfriends – Encontro de Fuscas e Derivados. O evento ocorre nos dias 05 e 06 de dezembro, sábado e domingo, respectivamente, e a previsão é de que cerca de 1800 carros participem – cerca de 30% a mais do que no ano passado. O Volksfriends, que tem o objetivo de reunir apaixonados pelos clássicos da Volkswagen refrigerados a ar, é organizado pelo Pomer Volks– Fusca Clube, e está entre os cinco maiores encontros de fuscas e derivados do Brasil.

Para um dos integrantes do Pomer Volks, Jean Carlo Souza, o Volksfriends é importante para manter a história dos veículos antigos da Volks e mostrar para as novas gerações como era, no passado, conviver com esses carros. Também é interessante para demonstrar ao público a evolução deste veículo ao longo do tempo e suas customizações feitas pelos proprietários, comenta.

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Newsletter das Assessorias nº9: Panetone do Bem, João Cristofolini, Vila EnCantos e OAB Blumenau

Galegão: Panetone que só faz o bem

Galegão convida a saborear o mais tradicional doce natalino... Sem deixar a boa ação de lado. É o "Panetone do Bem" 2015 (Reprodução)

Galegão convida a saborear o mais tradicional doce natalino… Sem deixar a boa ação de lado. É o “Panetone do Bem” 2015 (Reprodução)

(Letícia Oberger / Oficina das Palavras)

Mais uma vez, foi dada a largada para um mutirão em prol de idosos que dependem da acolhida de ancionatos da região. Há seis anos, uma tradicional receita de Natal leva muito mais do que sabor a asilos de Blumenau e região. Conhecida como Panetone do Bem, a campanha do Galegão Supermercados entra em 2015 com a expectativa de não apenas repetir o sucesso de anos anteriores, como também alcançar a marca de 50 mil unidades de panetones vendidos até o final de dezembro.

Entre 2010 e 2014, a ação transformou os famosos doces natalinos em R$ 193 mil reais revertidos a casas de repouso que precisam de ajuda para manter serviços essenciais a pessoas idosas. E a receita é bem simples: todo o lucro da venda de panetones da marca Galegão é destinado aos ancionatos. Quem quiser pode aderir, inclusive empresas, que nesse período buscam brindes para colaboradores e clientes.

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Isolados pelas redes

Celulares, meios mobile de comunicação, junto das facilidades e agilidades veio o isolamento e a dependência (Reprodução)

Celulares, meios mobile de comunicação, junto das facilidades e agilidades veio o isolamento e a dependência (Reprodução)

(André Bonomini e Bianca Klemz)

A toda hora, a todo momento, elas estão la como uma vitrine da nossa vida e de nossas realizações cotidianas. Quase como uma sala de troféus que, muitas vezes, fazemos questão de exibir. Estão lá também como um mundo paralelo ao que nós vivemos, nos tirando da realidade, fazendo viver situações que na realidade nunca viveríamos. Com tudo isso bem vivo neste mundo que corre os dedos nos celulares e rola mouses nos feeds de notícias, fica a pergunta: Será que estamos sendo isolados pelas redes?

Que a evolução da internet e dos meios mobile é algo visível até pelos cegos, isto é inegável, indelével e impressionante. Dia após dia, os magnatas do Vale do Silício apresentam ao mundo uma atualização, uma facilidade, uma novidade que promova ainda mais a interação e a comunicação entre as pessoas por meio da virtualidade.  No entanto, ao passo que evolui, a tecnologia parece estar roubando do ser humano a capacidade de interagir socialmente na vida real, nos contatos reais.

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