Goodbye David “charmeleon” Bowie (1947 – 2016)

O Rock internacional chora outra perde irreparável: Deixou os holofotes e a vida nesta segunda-feira o "camaleão" David Bowie (PA)

O Rock internacional chora outra perde irreparável: Deixou os holofotes e a vida nesta segunda-feira o “camaleão” David Bowie (PA / BBC Brasil)

E a musica internacional tomou outro baque nesta segunda-feira (11/01). Depois de sabermos do passamento da super Natalie Cole no último dia do ano, acordo pela manhã com um recado do colega contador e membro do Gramming & Marbles, Douglas Sardo: O camaleão do Rock, David Bowie (ou Ziggy Stardust para os íntimos), 69, nos deixava vitimado pelos últimos estágios de um câncer.

Pouco conheci sobre Bowie, admito. Ouvi falar dele pela primeira vez ainda na antiga MTV Brasil (nos tempos da Abri Radiodifusão), especialmente por faixas como Starman, sendo esta a música que mais faz-me lembrar do cantor. Foram outras tantas que o jovem de cabeleira outrora ruiva fez de bueno, como Let’s Dance , Space Oddity , Heroes , Under Pressure , Rebel Rebel , Life on Mars, Suffragette City e outros mais…

David era um verdadeiro camaleão, como já dissera. Navegou por diversos estilos do Rock e flertou com o Pop, tendo as vezes uma feição de jovem e, em outros momentos, de senhor bem vestido. Isto sem contar as histórias e polêmicas em que se envolvia durante os tempos estrelados, uma delas com Mick Jagger, o Rolling Stone favorito de David, o que originou do lado dos Stones o belo som Angie.

Mesmo fora da cena musical dos shows desde 2006, Bowie ainda era o mito que construíra nos anos 70 e visto com grande respeito. Ainda na última sexta-feira (08/01)  lançara um novo álbum – Blackstar – bem recebido pela crítica. Mas boatos sobre a saúde do cantor ainda estavam pelos ares. Parecem ter se confirmado da pior forma.

Feita reverencia, sigamos o pedido de privacidade do filho de Bowie neste momento de luto. E deixo aos amigos o som que mais marcou-me do bom e velho camaleão: Starman, também lembrada no Brasil pela inteligente versão feita pelos bons gaúchos do Nenhum de Nós em 1989: O Astronauta de Mármore

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