Lojas Coppel – Uma multinacional do varejo em Blumenau?

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Quem passa diante do antigo prédio das Lojas Prosdócimoque até pouco tempo abrigava as Casas Pernambucanas em Blumenau – já deve ter deparado com estes jornais misteriosos colados a porta e se perguntado: Que raios é esta Lojas Coppel? Os periódicos da porta não falam, mas pelo andar da carruagem é provável que uma nova loja de departamentos está chegando a cidade, e bem maior do que se pensa a primeira vista.

Segundo informações do site da loja, a Coppel nasceu no México, em 1940, por iniciativa de Enrique Coppel Tamayo, que com o apoio dos pais abriu uma pequena loja de presentes chamada O Presente. A forma de confiar na palavra dos clientes foi o diferencial do sucesso que fez da marca uma das mais conhecidas entre os mexicanos.

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Um Ticket Para Aventura: Série Vaga-Lume e “Quem Manda Já Morreu” (c/André Bonomini)

Tem amigo novo chegando em A BOINA. Na verdade, são três amigos. É Um Ticket Para Aventura, com o mais quente no mundo dos livros (Reprodução / 1TKT / A Boina)

Tem amigo novo chegando em A BOINA. Na verdade, são três amigos. É Um Ticket Para Aventura, com o mais quente no mundo dos livros (Reprodução / 1TKT / A Boina)

Prefácio – Uma parceria entre amigos para você!

Segunda-feira, começo de semana de forma oficial e, não menos importante, dia de estreia em A BOINA. A gente confessa que demorou um pouco por conta dos compromissos do dia a dia e algumas dificuldades técnicas (nossa central de arte ficou sem o CorelDRAW por alguns dias, retomando agora na versão X8). Mas problemas técnicos se resolvem, e finalmente vamos estrear aqui mais do que um novo quadro, mas uma parceria muito especial: é o Um Ticket Para Aventura.

O trio maravilha Renato, Hodrygo e Ana finalmente pousa em nosso mimoso espaço depois de algum tempo de preparação. Você já os conhece de aventuras passadas. Eles estiveram em destaque aqui no nº17 do espaço Videotape n’A Boina, do amigo e fiel funcionário Luke Baldin, em fevereiro deste ano, quando também estivemos em participação especial num divertido bate-papo e num disputado jogo de boliche, vencido pela nossa equipe.

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Gramming & Marbles: Hamilton chora, bate o pé, vence e abre o campeonato em Mônaco

Vitória para respirar no campeonato. Lewis Hamilton chorou nas manobras, aproveitou ordem de equipe e babas da Red Bull para vencer no principado. Sera uma volta por cima? (Getty Images)

Vitória para respirar no campeonato. Lewis Hamilton chorou nas manobras, aproveitou ordem de equipe e babas da Red Bull para vencer no principado. Sera uma volta por cima? (Getty Images)

(André Bonomini e Douglas Sardo)

Vitória do chorão na varanda úmida do príncipe

Fazia oito anos que não víamos o GP de Mônaco molhado. Este ano, quis São Pedro que o céu derramasse água e, ao menos em 35% da prova, vimos chuva no principado. Uma boa corrida, cheia de alternativas, lances polêmicos e um vencedor de sempre voltando a vencer, mesmo com uma coleção de choros. Embora vencendo, Lewis Hamilton não foi, necessariamente, o cara da prova. Venceu na bobagem da Red Bull, na ordem da equipe que pediu que Nico Rosberg desse passagem, nas leves cortações de caminho na chincane e nas fechadas a Daniel Riccardo. Isto e nada mais.

Os problemas do inglês nos treinos esquentaram o clima da prova, que mesmo com a chuva começou quente. A jogada da Mercedes em aguentar Hamilton na pista até o limite do pneu de chuva extrema não surtiria efeito forte se não fosse a trapalhada homérica da Red Bull na parada do australiano, que era o líder da prova. Foi um erro crasso, esquecer as quatro rodas num pit equivocado foi doido, o bastante para aniquilar uma vitória certa e entrega-la de lambuja no colo do britânico.

E se a coisa já estava boa no terreiro dos Grimaldi, ficou melhor ainda para Lewis, pois Rosberg ainda perdeu o sexto posto para Nico Hulkenberg na última volta, fechando a prova em sétimo. Bom para abrir o campeonato, dar disputa e provocar a distancia Nico, que vai ter que mostrar que a prova monegasca foi um outro ponto fora da curva.

O campeonato está aberto, ainda bem, e os contornos desta nova briga entre os prateados ficam para os próximos capítulos que, tomara, sejam tão legais quanto Mônaco.

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Videotape n’A Boina nº32 – O Troféu Imprensa ainda é relevante na TV Brasileira?

Descubra qual é minha opinião sobre um dos prêmios que já teve sua era de ouro: o Troféu Imprensa, atualmente do SBT (Reprodução)

Descubra qual é minha opinião sobre um dos prêmios que já teve sua era de ouro: o Troféu Imprensa, atualmente do SBT (Reprodução)

(Lucas “Luke” Baldin)

Hello, Videotapers! Como estão vocês?

Bem galera, hoje vou comentar sobre o Troféu Imprensa, premiação que contempla os melhores profissionais da televisão e da música brasileira. Atualmente ele é produzido e transmitido pelo SBT, no comando de Silvio Santos, como há um bom tempo já acontece. Não vou me ater em contar a história da premiação e nem citar cada categoria e vencedor dessa edição (que valeu para o ano de 2015). Antes de continuar dê uma lida no texto que o André, meu querido patrão, fez falando sobre a edição desse ano que aconteceu domingo passado (22/05).

Nessa panorâmica de hoje não vou me prender a uma edição do Troféu Imprensa ou como eu disse antes ao histórico do programa, mas vou citar alguns pontos desse ano que me fazem questionar: o Troféu Imprensa ainda é relevante como premiação da TV Brasileira? Grandes nomes do jornalismo estão na banca do Juri que votam nos vencedores e rola a interação do público na escolha dos ganhadores do Troféu Internet. Mas mesmo tendo uma votação no palco e tals, uns dos pontos que você lerá a seguir tem a ver sobre a influência da produção como gerenciamento de crise de alguns artistas.

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ICOM IBES 2016: Jornalismo, publicidade e o tal do “nexialismo”

Conectar-se com as mais diferentes formas de trabalho e conhecimento para a resolução de problemas e a criação de novas ideias. Se você não sabia ainda o que é nexialismo você vai conhecer este ano na nona edição do ICOM IBES, o Festival Interdisciplinar de Comunicação da Faculdade IBES Unisociesc Blumenau REprodução / ICOM)

Conectar-se com as mais diferentes formas de trabalho e conhecimento para a resolução de problemas e a criação de novas ideias. Se você não sabia ainda o que é nexialismo você vai conhecer este ano na nona edição do ICOM IBES, o Festival Interdisciplinar de Comunicação da Faculdade IBES Unisociesc Blumenau REprodução / ICOM)

Você já ouviu falar de nexialismo? Um bicho louco mas que, cada vez mais, está penetrando no ambiente profissional dos novos tempos exigindo ainda mais dos marinheiros da nau da comunicação, neste caso em especial. Trata-se, segundo o que dizem as fileiras acadêmicas, de procurar ser cada vez mais plurais, procurar absorver um pouco de tudo para utilizar todo este leque de conhecimentos na busca da resolução de problemas.

Ser ainda mais plural do que exige a comunicação não parece ser coisa deste planeta. Alias, ser um nexialista como exige a regra não parece mesmo ser algo deste mundo. No entanto, eis que no IBES Unisociesc uma turma de alienígenas de plagas distantes no cosmos profissional pousaram para trazer dicas e inspiração para ser como esta raça quase que extraterrena no ambiente de trabalho jornalístico ou publicitário.

Este trecho final do segundo parágrafo soou um pouco como narração a lá Sessão da Tarde, não? Mas não é nada disso ou, muito menos, uma invasão de extraterrestres em Blumenau. Trata-se da nona edição do Festival Interdisciplinar de Comunicação da Faculdade IBES Unisociesc, o ICOM, que tem como tema deste encontro este tal do nexialismo , esta palavra tão curiosa e de significado tão complexo, como o tema de 2016.

O Festival acontece na próxima semana, de 30 de maio a 02 de junho nas dependências do IBES Unisociesc, na Rua Pandiá Calógeras, bem do ladinho do ginásio da EEB Pedro II e da antiga Sociedade Ginástica.

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Fabrício Wolff em A BOINA: Contra a violência, educação e respeito

Mazelas mentais: Pessoas ainda fizeram comentários machistas nas redes sociais, expondo a foto da jovem violentada por 30 ditos homens no RJ. A coleção de falhas é grande para seres como estes chegarem ao cúmulo do machismo e da ignorância (Reprodução / G1 / Facebook)

Mazelas mentais: Pessoas ainda fizeram comentários machistas nas redes sociais, expondo a foto da jovem violentada por 30 ditos homens no RJ. A coleção de falhas é grande para seres como estes chegarem ao cúmulo do machismo e da ignorância (Reprodução / G1 / Facebook)

(Fabrício Wolff)

O caso que bomba nas redes sociais neste momento é o estupro cometido contra uma adolescente de 16 anos, no Rio de Janeiro. Segundo noticiado na imprensa, ela foi violentada por mais de 30 homens em uma favela da zona oeste da cidade. Ela teria sido dopada por um ficante e acordado em uma casa com os estupradores. Segundo consta, estavam armados até os dentes, o que demonstra que são pessoas naturalmente de índole ruim, bandidos por opção.

O fato de a menina ser usuária de drogas, sair para as comunidades e ficar alguns dias sem aparecer e aos 16 anos ter um filho de três, não ameniza a violência cometida. O ato repugnante mostra claramente as mazelas de uma sociedade que, muito mais do que machista ou adjetivo retrógrado que o valha, vem abandonando a educação como base da família e do respeito ao próximo.

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