Videotape n’A Boina nº40 – Se morder a língua ela morre. Fabiola Reipert e A Hora da Venenosa!

Renato Lombardi, Fabiola Reipert e Reinaldo Gotino junto da Cobra Judite. Eles dominam a audiência um pouco depois do meio-dia e deixam a concorrência e os famosos mordendo os dedos de raiva; Bem vindos ao VTnB que hoje é sobre A Hora da Venenosa (Balanço Geral SP / Record)

Renato Lombardi, Fabiola Reipert e Reinaldo Gotino junto da Cobra Judite. Eles dominam a audiência um pouco depois do meio-dia e deixam a concorrência e os famosos mordendo os dedos de raiva; Bem vindos ao VTnB que hoje é sobre A Hora da Venenosa (Balanço Geral SP / Record)

(Lucas “Luke” Baldin)

Hello, Videotapers! Tudo bem com vocês?

Hoje venho falar de um quadro dentro do programa Balanço Geral SP, da Rede Record. Falo de nada mais e nada menos do que A Hora da Venenosa. Não encontrei informação de quando estreou dentro do programa de notícias da hora do almoço no canal do bispo, mas pelo o que acompanhei nos programas disponíveis pelo Youtube o quadro está no ar desde 2014, e vai muito bem de audiência.

Reinaldo Gotino, o apresentador do programa e Renato Lombardi, comentarista do programa recebem Fabiola Reipert, a jornalista que conta tudo o que rola no mundinho pantanoso dos famosos, como ela mesmo diz. O quadro não nem uma roda da fofoca do A Tarde é Sua, nem um porta de festa do TV Fama e muito longe do jornalismo contemplativo do moribundo Vídeo Show.

Continuar lendo

Coca-Cola com Stévia: Cara de saudável, alma de Coca-Cola

O que esconde o rótulo verde? A BOINA provou esta semana a tal Coca-Cola com stévia, novidade da Coca-Cola que não deixa de ser um perigo, embora com metade de açucares comuns (André Bonomini)

O que esconde o rótulo verde? A BOINA provou esta semana a tal Coca-Cola com stévia, novidade da Coca-Cola que não deixa de ser um perigo, embora com metade de açucares comuns (André Bonomini)

Coca-Cola é Coca-Cola, já dizia quem por algum motivo trocava a bebida tradicional pela Pepsi (que este jornalista, acredite, gosta mais). Uma bebida que atrai apreciadores e contestadores mas que não sai das mãos até mesmo de quem nem deve encostar a boca na bebida. Criada em 1886 pelo farmacêutico John Smith Pemberton, o tal líquido negro passou da qualidade de um bom e refrescante digestivo a um ícone de todos os tempos, seja pelos seus consumidores ou pelas icônicas campanhas de marketing e participação em eventos esportivos.

No entanto, como dito no primeiro parágrafo, a Coca-Cola desperta um sem-número de vilões pelo mundo, e com justa razão. Um copo da bebida corresponde a um copo cheio de açúcar, sem contar os tantos elementos prejudiciais à saúde que compõem o produto. Fazer dela um produto saudável (ou mais saudável) é quase uma tarefa hercúlea, embora a The Coca-Cola Company esforça-se ao máximo para tirar de si o rótulo de inimiga da saúde. Uma destas tentativas chegou ao Brasil no primeiro semestre uma nova variação da bebida: A Coca-Cola com Stévia.

Continuar lendo

Kart Clube Blumenau: Emoções fortes na reta final

(Kart Clube Blumenau | Video: Flyvision / Alexandre Caminha )

O campeonato promovido pelo Kart Clube Blumenau/Vale Europeu continua proporcionando muitas emoções para seus competidores. Se o mundo da velocidade já é, por si só, adrenalina pura, imagina um campeonato onde os pontos são disputados palmo a palmo. É assim que acontece neste certame de 10 etapas que a cada prova vê as emoções ficarem ainda mais fortes na briga pelo título deste ano.

A sexta etapa do campeonato 2016 foi disputada no último sábado (23/07) no Kartódromo Internacional de Indaial. Na categoria Máster, Sandro Locatelli fez uma atuação irretocável e venceu a prova com Rodrigo Pereira em segundo e Fabrício Wolff em terceiro. Na Light, Naldo Borges levou o caneco de primeiro pela segunda vez consecutiva, seguido por Guilherme Puerari e Jackson Ramos.

Continuar lendo

Urda em A BOINA: Russland 3 (Minas da Prata)

Entrada das Minas da Prata, na Nova Rússia (André Bonomini)

Entrada das Minas da Prata, na Nova Rússia (André Bonomini)

(Urda Alice Klueger)

Para Márcio e Sandro, que eram meninos

Desta vez, ao crepúsculo, eu caminhei em direção das Minas da Prata. Nem só em Potosi houve minas de prata na América – em Blumenau, também as houve, e tomei o rumo delas, à tardinha, lembrando dos tempos em que era muito jovem, tinha meu primeiro fusca e vinha acampar diante das minas com minha irmã Margaret, mais os nossos vizinhozinhos Márcio e Sandro, garotos de primário, que estavam descobrindo a vida e aos quais eu ensinava a usar a imaginação, quando entravam de férias.

É daquele tempo que me lembro das minas, já então abandonadas de há muito – como as de Potosi, sua prospecção se tornara antieconômica. Sobraram as bocas das galerias, e os túneis avistados lá dentro, pois era proibido entrar, por temor de desmoronamentos – mas havia toda uma magia ao ir-se lá – naquela altura, embalados pelos quadrinhos de Walt Disney, ficávamos a imaginar as minas do Tio Patinhas.

Continuar lendo

Fabrício Wolff em A BOINA: (Rio 2016) O fim antes do começo

A Vila Olimpica e o reflexo do despreparo e jeitinho marcantes na forma brasileira de levar as coisas a sério. Delegações da Austrália e Suécia detonam as instalações, repletas de problemas primarios. Estamos falhando e feio antes mesmo da largada, em agosto (Reprodução)

A Vila Olimpica e o reflexo do despreparo e jeitinho marcantes na forma brasileira de levar as coisas a sério. Delegações da Austrália e Suécia detonam as instalações, repletas de problemas primarios. Estamos falhando e feio antes mesmo da largada, em agosto (Reprodução)

(Fabrício Wolff)

O Brasil perde a grande chance de se mostrar como um país organizado, preparado para grandes eventos, para receber os turistas. Não bastasse o surto de dengue, chicungunya e zika pouco antes do período dos jogos olímpicos e os assaltos frequentes a turistas e até atletas no Rio de Janeiro, nosso famoso jeitinho brasileiro queima o filme do país passando uma imagem de desorganizado, despreparado, incompetente. Delegações chegando na Vila Olímpica e deixando a área porque os prédios estão mal acabados, com vazamentos, fios expostos e outros quetais, foi o fim. O fim antes do começo.

Vamos combinar. Esta é bem a cara do Brasil quando se trata de obras: não cumpre prazos, não termina o serviço, não faz bem feito. É mais fácil dar desculpas do que mostrar competência para fazer aquilo que foi combinado. É comum fazer jogo de empurra para ver quem era o responsável, do que todos assumirem suas tarefas e terminar dentro do prazo, fazer bem feito. E nem estamos falando das obras de infraestrutura… Aquelas do tal legado olímpico. Essas, nem as da Copa se salvam. Algumas terminaram, outras estão atrasadas. Muitas nem começaram.

Continuar lendo

Videocassete – Enfim, o adeus

É o fim de verdade. Exatos 40 anos do início da primeira revolução das mídias, o videocassete é, agora, definitivo passado. A última empresa a o fabricar no mundo - a japonesa Funai - descontinuou sua produção neste mês (Reprodução)

É o fim de verdade. Quase 40 anos do início da primeira revolução das mídias, o videocassete é, agora, parte definitiva do passado. A última empresa a o fabricar no mundo – a japonesa Funai – descontinuou sua produção neste mês (Reprodução)

Durante décadas, era no bom e velho videocassete que rodava o entretenimento caseiro de todo fim de semana. Quilômetros e quilômetros de VHS foram exibidos pelo mundo com filmes, documentários, desenhos, musicais e um sem-número de outros conteúdos que, como uma grande revolução que vinha sendo tocada desde os anos 70, permitia que o mundo lhe viesse a tela sem sair da poltrona, reunindo famílias, namorados, casais, idosos, crianças e o que mais passasse diante da TV.

Os anos passaram, a vida e os meios de entretenimento mudaram e o velho videocassete resistia bravamente e minguando no mercado mundial de eletroeletrônicos. Agora, depois de quase 40 anos, eis que o momento final chegou. A Funai Eletric, empresa japonesa do ramo eletroeletrônico, anunciou na última semana que estava encerrando a fabricação de aparelhos de videocassete. Era a última que os produzia em todo o mundo e a decisão passa o velho fiel dos fins de semana a qualidade de cult, de peça histórica de um passado rodado em fitas magnéticas.

Continuar lendo