Sacola Viajante: O incentivo a leitura e a cooperação na EEB Santos Dumont

A sacola que leva conhecimento. A Sacola Viajante esteve na EEB Santos Dumont,

A sacola que leva conhecimento. A Sacola Viajante, projeto integrante do Cooperjovem, é desenvolvido entre os alunos dos anos iniciais da EEB Santos Dumont, no Garcia, e traz a cada criança que a leva um novo mundo por meio da leitura (Reprodução / New Age)

(Josiane Caitano / New Age Comunicação)

Com uma atividade diferenciada, que faz os alunos saírem do ambiente habitual da sala de aula, como um incentivo à integração, à leitura e à cooperação. Assim é o Projeto Sacola Viajante, desenvolvido com alunos da EEB Santos Dumont, do bairro Garcia, em Blumenau. A ação é realizada com os estudantes dos anos iniciais (1º ao 5º ano) e faz parte do programa Cooperjovem, do qual a Cooper é parceira, desenvolvendo ações de educação e cidadania cooperativistas.

No projeto, as crianças levam a Sacola Viajante para casa, contendo um livro e um caderno. O intuito é estimular a participação da família na leitura do livro, que é escolhido pelo próprio aluno na biblioteca da escola. O caderno contém uma explicação do projeto e uma ficha de leitura, onde a família faz as anotações sobre o livro que leu junto com o aluno.

As viagens das sacolas viajantes de cada sala são intercaladas com contações de histórias.

As viagens das duas sacolas viajantes de cada sala são intercaladas com contações de histórias a cada 15 dias, na Tenda da Leitura, o ponto máximo da interação entre os alunos, no compartilhamento dos conhecimentos adquiridos (Reprodução / New Age)

Semanalmente, a Sacola Viajante é levada por dois alunos de cada turma, sendo que é feita uma contação de histórias a cada 15 dias. Para essa contação, os alunos se reúnem na tenda da leitura para ouvirem as histórias dos colegas.

(Reprodução)

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A professora Jucineide Ricobom Zimmermann, representante da Cooper como coordenadora do Cooperjovem na instituição de Blumenau, explica que a cooperação ocorre em dois momentos. Primeiramente em casa, quando a família se reúne para a leitura e todos cooperam para o aprendizado da criança. E depois, na volta para a escola, quando o aluno se reúne com as demais crianças para o momento de interação, contribuindo para o aprendizado de todos. Nessa interação, ela aprende a se relacionar com os outros alunos e há uma ajuda mútua no debate, já que todos podem contribuir fazendo questionamentos, afirma.

Jucineide destaca que a criança não é obrigada a fazer a contação. No entanto, a grande maioria quer participar, mesmo não sendo exigida a obrigatoriedade. E isso é gratificante, pois vemos que o nosso objetivo está sendo atingido. É uma forma de estimular o trabalho coletivo, salienta a professora.

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