Gramming & Marbles (MotoGP): Em Sepang, uma vitória à Dovizioso sete anos depois

Sete anos depois, contra todas as formas de zica possíveis e superando a dupla da Yamaha. A MotoGP tem nove vencedores diferentes no super ano de 2016, e o provável último deles está ai no centro: Finalmente, Andrea Dovizioso (Getty Images)

Sete anos depois, contra todas as formas de zica possíveis e superando a dupla da Yamaha. A MotoGP tem nove vencedores diferentes no super ano de 2016, e o provável último deles está ai no centro: Finalmente, Andrea Dovizioso (Getty Images)

(Douglas Sardo)

Agora são nove os vencedores diferentes na temporada 2016 da MotoGP, porque Andrea Dovizioso espantou uma zica gigantesca e conseguiu sua segunda vitória em nove anos na categoria – a primeira havia sido em Donington Park no distante 2009 – após uma corrida muito disputada embaixo de chuva. O feito foi sob água cerrada na pista de Sepang, na Malásia, em mais um fim de semana movido a café e biscoitos (aceitamos doações!)

Com muitas ultrapassagens e tombos a MotoGP garantiu mais um belo espetáculo na madrugada, e de quebra, tivemos a confirmação do bicampeonato de Johann Zarco na Moto2.

Saldão da madrugada

Torcida malaia recheia com o #93 de Márquez as arquibancadas de Sepang. No entanto, os bons presságios estavam pelos lados da Ducati (Getty Images)

Torcida malaia recheia com o #93 de Márquez as arquibancadas de Sepang. No entanto, os bons presságios estavam pelos lados da Ducati, que largava na pole com Dovi e assistia a volta de Ianonne (Getty Images)

O último final de semana de outubro marcou o fim de uma sequência de três semanas consecutivas com corridas da MotoGP na madrugada. A maratona para acompanhar as andanças das motocas por terras orientais exigiu muito café, biscoitos e mais café, café…

Podemos dizer que valeu a pena entrar no modo zumbi. O saldo dessa excursão noturna foi positivo. O ponto baixo sem duvidas foi o anti-clímax na decisão do título em Motegi. Mas a corrida na Malásia foi excelente, recheada de ultrapassagens, duelos e tombos. Sem contar o retorno tão aguardado de Andrea Iannone, e a ainda mais aguardada segunda vitória de Dovizioso

O retorno de Iannone não poderia ser mais apropriado

Ianonne persegue o compatriota Rossi. Crazy Joe está de volta a categoria depois de um tempo de molho. Voltaram as loucuras... e os tombos, somando-se mais um em Sepang (Getty Images)

Ianonne persegue o compatriota Rossi. The Maniac está de volta a categoria depois de um tempo de molho. Voltaram as loucuras… e os tombos, somando-se mais um em Sepang (Getty Images)

Um dos grandes acontecimentos da MotoGP em Sepang foi o retorno de Andrea Iannone. Após quatro provas ausente o piloto italiano aparentava estar fora de sua forma ideal ao conseguir apenas o sexto melhor tempo na chuvosa classificação, enquanto seu companheiro de equipe, Andrea Dovizioso, fazia a pole-position.

A má impressão dos treinos se dissipou completamente na corrida. O início da prova foi frenético com várias trocas de liderança e o bom e velho Crazy Joe aproveitou-se da situação para ganhar posições com manobras ousadas. Que o diga Jorge Lorenzo, que levou um belo totó do italiano.

É só mais um tombo de Ianonne... Que saudades! (Getty Images)

É só mais um tombo de Ianonne… Que saudades! (Getty Images)

Iannone escalou até a liderança mas jamais conseguiu abrir vantagem sobre o sempre determinado Valentino Rossi. Os dois italianos trocaram ultrapassagens em duelo sensacional que se estendeu por metade da prova. Rossi atacando com tudo nas curvas e Iannone fazendo valer a maior potência da Desmosedici nas retas.

Porém, faltando sete voltas para o final, os pneus de Iannone começavam a pedir arrego, e ele encontrou o destino de tantas outras provas nesse ano: o chão. Mais um tombo para a coleção do maluco da Ducati. Estávamos com saudades!

Após sete longos anos, Dovizioso vence novamente

Este é Andrea Dovizioso... Não erramos não, é ele mesmo em 2009, driblando as curvas de Donington Park na sua última vitória na MotoGP antes de Sepang. Fazia tempo, muito tempo mesmo (Getty Images)

Este é Andrea Dovizioso… Não erramos não, é ele mesmo em 2009, driblando as curvas de Donington Park na sua última vitória na MotoGP antes de Sepang. Fazia tempo, muito tempo mesmo (Getty Images)

Andrea Dovizioso tirou um grande peso das costas no GP da Malásia. Até então o piloto italiano tinha apenas uma vitória na categoria: o GP da Inglaterra de 2009, disputado no lendário Donington Park. Em tantos anos de espera por um novo triunfo, dá para imaginar quantas vezes Dovi teve que responder sobre quando a segunda vitória chegaria.

Os treinos classificatórios em Sepang não ajudaram muito nesse sentido, já que o italiano aproveitou o bom rendimento da Ducati na chuva para garantir a pole-position. Os jornalistas já olhavam com aquela cara de “será que é hoje?”

Mas logo na largada, Jorge Lorenzo – quem diria – apareceu bem e pulou na liderança. A briga pela ponta era acirrada com Márquez e Rossi tentando passar o espartano. Enquanto isso, Dovizioso se tornava coadjuvante. Parecia que mais uma vez a vitória lhe traíria…

Lorenzo pulou a frente na largada, fazendo boa saída mesmo com pista molhada. Mas desempenho do Espartano caiu nas primeiras voltas, o empurrando para trás (Getty Images)

Lorenzo (#99) pulou a frente na largada, fazendo boa saída mesmo com pista molhada. Mas desempenho do Espartano caiu nas primeiras voltas, o empurrando para trás (Getty Images)

As coisas começaram a mudar com Lorenzo perdendo terreno. O espanhol da Yamaha foi caindo até o sexto lugar e passou a ser apenas coadjuvante. Quem pintava como possível vencedor era Cal Crutchlow, que vinha de vitória na Austrália. Mas o britânico corria baleado após um acidente nos treinos classificatórios e sofreu um tombo faltando nove voltas para o fim. De qualquer forma, àquela altura não parecia que Cruthlow tivesse chances de vitória.

Na volta segunte foi a vez de Marc Márquez cair (segundo tombo seguido desde a confirmação do título), o espanhol ainda conseguiu voltar e fechar em 11º. O caminho ficou aberto para Dovizioso, que agora comboiava perigosamente Iannone e Rossi, que trocavam ultrapassagens em belíssimo duelo pela liderança.

Estou chegando... Três italianos brigando pela vitória. Depois de Ianonne, a vítima de Dovi foi o Doutor, que teve problemas nos pneus e não pode oferecer resistência (Getty Images)

Eu estou chegando… A imagem dos três italianos brigando pela vitória em Sepang. Depois de Ianonne (ao fundo), a vítima de Dovi (#04) foi o Doutor, que teve problemas nos pneus e não pode oferecer resistência (Getty Images)

Na reta final da prova os pneus de Dovi pareciam melhores e ele superou Iannone, que caiu pouco tempo depois. Restava Rossi, mas o piloto da Yamaha tinha problemas com os pneus e não pôde oferecer resistência. Dovizioso passou o Doutor e logo abriu vantagem, nunca mais sendo incomodado.

Vitória de Dovizioso, para espantar a zica e se tornar o nono vencedor diferente da espetacular temporada 2016 da MotoGP. Sem dúvidas uma corrida para dar moral para o ano que vem. Muito se fala que Dovizioso será apenas um segundo piloto de Lorenzo na próxima temporada. Quem sabe essa nova vitória traga a confiança de que o italiano precisa para ao menos ser um adversário competitivo para o seu próximo companheiro de time.

Uma bandeira quadriculada com a Ducati #04 a frente. Enfim, Dovizioso vence (Getty Images)

Uma bandeira quadriculada com a Ducati #04 a frente. Enfim, Dovizioso vence. Bons presságios desde os treinos (Getty Images)

Lorenzo achou um pódio

Falando no próximo companheiro de Dovizioso, a chuva dos treinos já anunciava um domingo difícil para Jorge Lorenzo na Malásia. Mas o espanhol não pensava assim. Lorenzo disse em entrevistas que andava bem na chuva em Sepang. O espartano se garantiu nos treinos com o terceiro lugar. Mas será que faria a palavra valer na corrida?

Na largada, o espanhol mostrou disposição para calar a boca dos críticos com uma partida espetacular que lhe colocou na liderança da corrida. Mas não durou muito. Logo Lorenzo se viu às voltas com ataques de Márquez e Rossi, dando adeus à liderança. Depois foi a vez de Iannone e Dovizioso superarem o piloto da Yamaha. Crutchlow também riscou o capacete do número 99, que se estabeleceu numa apagada sexta colocação.

Lorenzo sob a chuva não é a combinação que dá muito certo. No entanto, o Espartano contou com a sorte para arrancar um terceiro lugar até louvável (Getty Images)

Lorenzo e pista molhada não é uma combinação que dá muito certo. No entanto, o Espartano contou com a sorte para arrancar um terceiro lugar até louvável (Getty Images)

A sorte de Jorge mudou com os tombos de Crutchlow, Márquez e Iannone. Num passe de mágica, pódio para Lorenzo. Diante das dificuldades do espanhol na chuva, foi um ótimo resultado, mas que só veio por conta dos erros de outros pilotos. Por fim, mesmo com o pódio, Lorenzo não impediu Rossi de confirmar o vice-campeonato, terminando a temporada à frente de seu estimado companheiro de time.

Os 10 mais – Corrida

1 – Andrea Dovizioso (Ducati)
2 – Valentino Rossi (Yamaha)
3 – Jorge Lorenzo (Yamaha)
4 – Héctor Barberá (Avintia-Ducati)
5 – Loris Baz (Avintia-Ducati)
6 – Maverick Viñales (Suzuki)
7 – Álvaro Bautista (Aprilia Gresini)
8 – Jack Miller (Marc VDS-Honda)
9 – Pol Espargaró (Tech 3-Yamaha)
10 – Danilo Petrucci (Pramac-Ducati)

A algazarra não deve ter terminado muito cedo no lado vermelho da Ducati. São duas vitórias no ano, uma com cada um dos seus botas (Getty Images)

A algazarra não deve ter terminado muito cedo no lado vermelho da Ducati depois da prova. São duas vitórias no ano, uma com cada um dos seus botas (Getty Images)

Os 6 mais – Campeonato

1 – Marc Márquez (278)
2 – Valenino Rossi (236)
3 – Jorge Lorenzo (208)
4 – Maverick Viñales (191)
5 – Andrea Dovizioso (162)
6 – Dani Pedrosa (155)

Avintia e Aprilia se aproveitam de tombos dos favoritos

Barberá fez bonito em Sepang. (Getty Images)

Barberá fez bonito em Sepang. Bisou um ótimo quarto lugar com a Ducati da Avintia (Getty Images)

Com estrelas como Márquez, Iannone e Crutchlow encontrando o chão, sobrou algum espaço no top ten da corrida na Malásia. As equipes menores aproveitaram a oportunidade, principalmente a Avintia. Héctor Barberá e Loris Baz levaram suas Ducati 2014 para o quarto e quinto lugares, respectivamente. Um belo resultado.

A querida equipe Aprilia também mostrou serviço na chuva malaia. Se Stefan Bradl não fez grande coisa no fim de semana, terminando a prova apenas em 17º, o mesmo não pode ser dito de Álvaro Bautista. O espanhol mostrou seu valor já nos treinos, garantindo um excelente nono lugar no grid de largada. Na corrida foi muito bem e terminou em sétimo, apenas três segundos atrás de Maverick Viñales.

E olha ai nossa querida Aprilia, a Minardi da MotoGP, também fazendo bonito. A de Bautista, na foto, chegou num honroso sétimo. Abaixo, Jack Miller, que está regressando a boa forma aos poucos e também esteve no top 10 final (Getty Images)

E olha ai nossa querida Aprilia, a Minardi da MotoGP, também fazendo bonito! A de Bautista, na foto, chegou num honroso sétimo. Abaixo, Jack Miller, que está regressando a boa forma aos poucos e também esteve no top 10 final, em oitavo com a Honda da Marc VDS (Getty Images)

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Entre os dez melhores ainda tivemos a Honda azul da Marc VDS, de Jack Jackass Miller ,e a Ducati bianca i rossa da Pramac de Danilo Petrucci.

Honda com saudades de Nicky Hayden

Com Dani Pedrosa fora por conta de seu acidente nos treinos em Motegi, a Honda tem que se virar para achar um substituto. Na corrida em Phillip Island, o time japonês pôde contar com um reserva de luxo: o campeão de 2006, Nicky Hayden.

Só que para a prova na Malásia, Hayden estava ocupado no mundial de Superbike e a Honda precisou chamar novamente o japonês Hiroshi Aoyama. Assim como em Motegi, o desempenho de Aoyama com a Hormiga foi pífio, fechando apenas em 16º, longe de Marc Márquez, mesmo o espanhol tendo caído durante a prova.

Aoyama nos treinos. Nem de longe a mesma forma de Hayden. Apenas um discretíssimo 15º lugar. Esperanças de vermos o velho Nick em Valência, já que a Superbike termina neste fim de semana (Getty Images)

Aoyama nos treinos. Nem de longe a mesma forma de Hayden. Apenas um discretíssimo 16º lugar na prova. Esperanças de vermos o velho Nick em Valência, já que a Superbike terminou no último fim de semana (Getty Images)

Para a última prova em Valência a Honda ainda espera poder contar com o retorno de Pedrosa. Caso não seja possível esse retorno, poderemos ver Nicky Hayden novamente, já que a temporada da Superbike acabou no último fim de semana.

Yamaha não vence mais em 2016?

05 de Junho de 2016. GP da Catalunha. Vitória brilhante de Valentino Rossi, seguido de Marc Márquez. Àquela altura dos acontecimentos, La Hormiga já liderava o campeonato, com 125 pontos contra 115 do então vice-líder da peleja, Jorge Lorenzo.

Desde então, muita coisa mudou. Tivemos a primeira vitória de uma equipe privada em dez anos com Jack Miller, as vitórias de Crutchlow, Iannone, Viñales, Dovizioso, e claro, o título de Márquez. No total, foram quatro vitórias da Honda, duas da Ducati, duas da LCR, e uma vitória cada para Suzuki e Marc VDS.

Rossi em uma virada de curva. O último vencedor da Yamaha neste ano, acredite se quiser (Getty Images)

Rossi em uma virada de curva. O último vencedor da Yamaha neste ano… Acredite se quiser (Getty Images)

E no meio disso tudo…nenhuma vitória da Yamaha! Pois sim, a equipe dos diapasões está há cinco meses sem vencer uma corrida, mesmo contando com o dito melhor equipamento do grid e uma senhora dupla de pilotos com Rossi e Lorenzo. Como explicar?

Alguns fatores saltam aos olhos, como o péssimo desempenho de Lorenzo na chuva. Aliás, a chuva foi abundante nesse período, e claramente a Yamaha teve certas dificuldades nessas condições, já que o próprio Rossi, perito em pista molhada, não conseguiu vencer na chuva esse ano. Mas o Doutor também teve sua parcela de culpa com alguns erros de pilotagem. Em algumas entrevistas recentes, os pilotos também deixaram claro que a Yamaha não evoluiu o suficiente.

De qualquer forma, o alerta está mais do que ligado para Lin Jarvis e sua trupe. A Yamaha precisa fazer as pazes com a vitória, e terá uma última chance em Valência para não ter que esperar até o ano que vem.

Moto3 – Chuva traz massacre e uma máquina zero para Brad Binder

Vai começar o derby de demolição. Corrida da Moto3 foi recheada de acidentes, quedas e o que mais viesse na pista molhada (Getty Images)

Vai começar o derby de demolição. Corrida da Moto3 foi recheada de acidentes, quedas e o que mais viesse na pista molhada (Getty Images)

A madrugada veloz em Sepang começou com a Moto3. Apesar de não chover no momento da largada e a pista estar aparentemente seca, as dificuldades de drenagem em Sepang foram subestimadas. O circuito estava traiçoeiro e nada menos do que treze dos trinta e um pilotos que largaram acabaram abandonando a prova.

Logo na primeira volta houve um strike. Jorge Martin perdeu o controle de sua moto e levou junto os pilotos Nicolo Bulega, Tatsuki Suzuki, Aron Canet e Phillip Ottl. Ninguém se machucou gravemente, apenas Bulega sentiu dores no ombro direito. O acidente foi impressionante e levantou suspeitas de Guto Nejair e Fausto Macieira de que havia óleo na pista. Essa suspeita foi reforçada pelos vários tombos que se seguiram, incluindo a queda do campeão de 2016, Brad Binder. O sul-africano havia prometido raspar os cabelos se não vencesse as últimas três provas da temporada… E, sendo assim, pode ir preparando a zero.

(Getty Images)

Francesco Bagnaia, o vencedor em Sepang com a esbranquiçada Mahindra. Só teve o trabalho de observar o cai-cai desenfreado da prova para subir no posto mais alto da Moto3 na Malásia (Getty Images)

Quando faltavam quatro voltas para o fim, a bela Maria Herrera se envolveu em acidente com Livio Loi e a direção de prova decidiu dar bandeira vermelha. Como mais de dois terços da prova já estavam completos, a corrida foi encerrada ali mesmo. O vencedor da prova foi o italiano Francesco Bagnaia, que convenhamos, só teve que ficar observando os adversários caindo atrás dele enquanto levava sua Mahindra para uma vitória tranquila.

Isso sim é o que se pode chamar de corrida de sobrevivência.

Moto2 – Zarco confirma bicampeonato

Eis ai o campeão... Ou melhor, o bicampeão da Moto2. Johann Zarco contou com o azar dos postulantes ao título para faturar o galardão (Getty Images)

Eis ai o campeão… Ou melhor, o bicampeão da Moto2. Johann Zarco contou com o azar dos postulantes ao título para faturar o galardão (Getty Images)

A chuva voltou após a prova da Moto3, e apesar disso a corrida da Moto2 foi bem menos acidentada que a prova anterior. O título da categoria ainda estava em disputa e quatro pilotos tinham chances de título. Mas as coisas começaram a se resolver a favor do francês Johann Zarco logo na segunda volta, com o tombo do britânico Sam Lowes, um de seus rivais na luta pelo título.

Lowes por sinal ficou puteado com o tombo e saiu amaldiçoando sua moto. O piloto britânico perdeu suas chances de título graças a erros como esse, e no caminho mostrou um grande descontrole mental. Vamos torcer para ele se controlar melhor ano que vem, quando vai defender as cores da Aprilia na categoria rainha. Já Thomas Luthi, outro rival de Zarco, fez prova apagada e terminou apenas em sexto.

(Getty Images)

Quase deu para o queridinho da torcida tupiniquim, Franco Morbidelli. O italiano de sangue brasileiro liderou a primeira metade da prova, mas foi superado pelo irresistível Zarco (Getty Images)

Quem brilhou mesmo na Malásia foi o italiano Franco Morbidelli, que teve um excelente andamento na pista molhada, liderando a primeira metade da prova. Só que a pista foi secando, e aí quem mostrou sua força foi Johann Zarco, que assumiu a liderança para não perder mais. Vitória e título para o francês, que estava bastante emocionado na entrevista pós-corrida. Parabéns ao bicampeão, que também estará na MotoGP em 2017 pela equipe Tech3.

Sem mais delongas, a última etapa da MotoGP 2016 acontece no dia 13 de novembro, em Valência, no mesmo dia do GP do Brasil de F1. Será que a Yamaha sai da fila? Lembrando que teremos a aguardada estréia da equipe KTM e o possível retorno de Dani Pedrosa.

Cenas dos próximos capítulos… Um abraço e Até lá!

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