Videotape n’A Boina nº 50 – (Double Special) Uma boa ideia para celebrar

CHEGOU! Eis o post #50 do VTnaB! Vamos celebrar! (Arquivo)

CHEGOU! Eis o post #50 do VTnaB! Vamos celebrar! (Arquivo)

(Lucas “Luke” Baldin & André Bonomini)

Prefácio: 50 viagens pelo mundo pop. Hora de celebrar algo!

(André Bonomini)

Luke Baldin vai me matar, a maior da verdade, mas resolvi trocar as bolas neste texto pois há muito a dizer sobre este espaço. Pode ser tantos não o conheçam bem ainda mas meu maior desejo é que o conheçam tão bem quanto A BOINA gostaria. E neste esforço de mais de 500 posts, cada colaborador que doou seu tempo é lembrado com muito carinho por este jornalista, por acreditar que dá pra fazer diferente, um jornalismo inteligente, descontraído, didático e que permita se divertir com algo saudável a mente.

Nas corridas pioneiras d’A BOINA, atrás de idéias para incrementar este canto da internet, me encontrei com o bom e velho Lucas Baldin. Garoto sonhador, alegre ao extremo, grande amigo e uma figura das mais divertidas para qualquer um que o conheça. As vezes me dando medo, as vezes me assustando mas, na maior parte do tempo, fazendo a mim e a todos a sua volta soltarem saudáveis gargalhadas. Uma mente criativa que, mesmo nas horas de bloqueio, sabe se expressar do seu jeito e que faz do Videotape este lugar tão colorido em meio ao livro de história que é o blog.

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Musica em 2016: (Acaba logo!) Uma reverencia aos que silenciaram

Reprodução)

(Reprodução)

O ano de 2016 esta encerrando-se lentamente, e se a música pudesse fazer um pedido apenas é que este ano terminasse logo. Talvez nunca tivemos tantas perdas de nomes tão influentes no mundo da canção mundial. Até o fim deste ano foram 48 despedidas, estrelas inesquecíveis que agora fazem parte do firmamento e das memórias da musica mundial.

Parecia um ritimo industrial, a cada mês um susto diferente. De David Bowie em janeiro a George Michael em dezembro, foi uma sucessão de despedidas famosas. Outras um tanto mais escondidas mas igualmente sentidas. No Brasil, as caixas de som silenciaram para mitos como Cauby Peixoto, para sertanejos como Chico Rey, para jovem guardas como Roberto Corrêa. Teve quem se assustou, e não foi por menos. Afinal, quem poderia imaginar tantas perdas?

A vida tem seu ciclo, e isso todo mundo sabe. A BOINA presta neste último dia do ano a homenagem a algumas das perdas mais sentidas da canção no Brasil e no mundo. Se esqueci alguém na lista não me deixem passar batido.

E que 2017 seja, pelo menos, um pouco mais calmo no universo das melodias.

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O Sr. Carrier e sua maravilhosa máquina de ar frio

Este cidadão apoiado num trambolho gigante é responsável pelo conforto no ar frio que você sente em qualquer lugar que você esteja no verão. Eis Willis Carrier, junto de um potente ar-condicionado do passado, a maquina que inventara em 1902 e que, hoje, é fator de necessidade para enfrentar o verão Reprodução)

Este cidadão sorridente. orgulhoso junto ao trambolho gigante que criou é responsável pelo conforto no ar frio que você sente em qualquer lugar que você esteja no verão. Eis Willis Carrier, junto de um potente ar-condicionado do passado, a maquina que inventara em 1902 e que, hoje, é fator de necessidade para enfrentar o verão (Reprodução)

Chega o final do ano no Brasil (ou o verão rigoroso no hemisfério norte) e a máquina do momento não é o celular, nem tablet e muito menos qualquer rede social. Quem manda no tempo quente, seja ele um caixote, um sistema ou um modernoso split, é o bom e velho ar-condicionado, a salvação dos dias desérticos e escaldantes que vivemos. Artigo de luxo no passado, é impossível imaginar a grande maioria das casas brasileiras sem este equipamento, cada vez mais acessível e moderno com relação aos seus primos do passado.

Há algum tempo, as redes sociais, nos tantos memes que pipocam dia a dia, resolveram descobrir quem foi o cidadão responsável por uma das invenções mais necessárias dos últimos tempos para uma humanidade encalorada. A origem do condicionador de ar é americana (naturalmente), e seu inventor tem seu sobrenome emprestado a uma das marcas mais tradicionais destes aparelhos no mundo. Hora de contar uma nova história: A do sr. Carrier e do trambolho gigante que salvaria-nos do suor eterno e, acredite, contribuiu no crescimento industrial e científico.

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Fabrício Wolff em A BOINA: O plantio e a colheita

(Reprodução)

(Reprodução)

(Fabrício Wolff)

2017 vem aí. Mais um ano, 52 semanas, 365 dias. E será, como todos os outros anos que passaram, tempo de colheita para quem plantou a semente certa; tempo de colhermos os resultados de nossas escolhas anteriores. É assim que funciona sempre, por mais que ao final de cada ano entremos em uma espiral de renovação de esperança.

Temos esta habilidade de transferir para aquilo que não conhecemos as responsabilidades de nossos sucessos ou fracassos. A tal esperança é tão abstrata quanto seres alienígenas. No entanto é nela que imensa maioria da humanidade se apega quanto chega um novo ano. Tudo bem. Assim nos sentimos melhores, confortados… esperançosos.

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Costa Verde & Mar: Quatro roteiros para descansar após o Réveillon

(Reprodução)

(Martha Kienast / Oficina das Palavras)

Chega janeiro, muitos turistas escolhem desacelerar e dedicam as férias para descansar e curtir momentos de lazer com a família. Para quem só está esperando a virada do ano para colocar estes planos em prática e fugir da agitação do Litoral, a Costa Verde & Mar (SC) reserva destinos especiais.

Confira:

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A sopa que não deu caldo: Por que a Campbell’s não deu certo no Brasil?

Um americano qualquer que vê esta imagem sabe do que se trata: Sopa Campbell’s, uma presença marcante na mesa da família yankee e em muitas partes do mundo… Menos no Brasil, onde a história de sopa instantânea não pegou muito bem (Reprodução)

Aquela velha história que tudo que vem dos Estados Unidos pega por aqui e entra no nosso cotidiano, por vezes, é mais certa do que outra coisa. Todo mês de outubro, por exemplo, estamos lembrando cada vez mais do dia 31 como sendo o Halloween, sem que esta data seja naturalmente de nossa cultura. Isto para citar um exemplo apenas, sem neste bolo contar os fast-foods, as lojas de departamentos, os blockbusters, a black friday e tantos outros. Pequenas heranças importadas dos States e que, sem querer ou não, imergiram em nosso dia-a-dia tupiniquim.

No entanto, em meio a pesquisas para a terceira parte da série de publicidade aqui d’A BOINA, encontrei uma história inusitada sobre um item tão comum a realidade americana que, ao pisar no Brasil, não pegou de maneira alguma. Um pouco pela ingenuidade de quem planejava vender e um pouco também pelo que o brasileiro é bem acostumado a ver no prato no dia dia, bem diferente da chamada comida de doente: Este é apenas o conto curioso de como a clássica sopa em lata Campbell’s não deu certo no Brasil.

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