Alerta: Cinco coisas que você não deve fazer com a cadeirinha para automóvel do seu filho

(Reprodução)

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(Sabrina Hoffmann / Melz Assessoria de Imprensa)

Desde 2010 é obrigatório o uso da cadeirinha para transporte de crianças de até 36 kg nas estradas brasileiras. Descumprir a regulamentação não só coloca em risco a segurança, como também acarreta em multa gravíssima de R$ 293,47 e sete pontos na carteira de motorista.

Porém, além de utilizar o dispositivo, é preciso ficar atento quanto à instalação do produto e algumas outras situações que comprometem a eficácia da peça. A Tutti Baby, marca brasileira de itens de retenção, listou cinco atitudes que não devem ser adotadas quando o assunto é a cadeirinha do automóvel. Confira:

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Oscar 2017: O Oscar do “ops!” consagra Moonlight e La La Land

Uma gafe para a história. Jordan Horowitz, um dos produtores de La La Land, ergue o envelope para provar o que não era brincadeira: Moonlight era, na verdade, o Melhor Filme. Coisas de Oscar, coisas do Oscar 2017 (Getty Images)

(Laly Siegel & André Bonomini)

Já se vão quase 90 anos de Oscar, e em todas as premiações desde 1929 sempre fica alguma coisa para se registrar na história. Um prêmio honorário, um discurso, uma premiação surpresa e por ai vai. No entanto, quem foi dormir na noite passada depois da 89ª cerimônia da história, provavelmente foi dormir rindo, ou chorando ou incrédulo. Afinal, qual a reação do público diante de uma gafe? E qual a reação do público e dos cinéfilos quando a gafe ocorre, justamente, no Oscar?

Pois então, a cerimonia de 2017 foi e sempre será marcada por uma das maiores confusões ocorridas na história. Uma galhofa (pode se assim dizer) tão esquisita quanto o épico erro de coroas no Miss Universo de 2015. E quis o destino que a gafe fosse no mais aguardado prêmio da noite: Logicamente, o de Melhor Filme. O casal de apresentadores da noite – os atores Warren Beatty e Faye Dunaway (Ou Bonnie & Clyde para os íntimos) – anunciaram a estatueta de melhor produção ao queridinho La La Land – Cantando Estações, o que, talvez, não seria surpresa se fosse.

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Zé Carioca, 75: A trajetória do mais brasileiro dos personagens de Walt Disney

De uma política de relações internacionais a um dos mais reconhecidos personagens de Walt Disney. Malandro, folgado mas feliz, o maior morador da Vila Xurupita faz 75 anos da primeira aparição: Seu nome: Zé Carioca Reprodução)

De uma política de relações internacionais a um dos mais reconhecidos personagens de Walt Disney. Malandro, folgado mas feliz, o maior morador da Vila Xurupita faz 75 anos da primeira aparição: Seu nome: Zé Carioca Reprodução)

Sr. José Carioca. Brasileiro, papagaio, vacinado. Escapou do quartel e tem aversão ao trabalho. Mora num casebre modesto na ainda mais modesta Vila Xurupita, um dos tantos morros do Rio de Janeiro. Morre de amores pela filha de um magnata e busca seu coração mesmo que seu pai a queira bem longe dele. É boleiro no fim de semana, não sendo exatamente o craque do time. Junto de Nestor e Pedrão – e mais alguns bons adoráveis desocupados da vila – se mete em encrencas das maiores, escapando principalmente dos calejados funcionários públicos da ANACOZECA (Associação Nacional dos Cobradores do Zé Carioca).

Se você já o conhecia, talvez era um mais do mesmo ou uma doce recordação da infância regada a gibis da Editora Abril. Mas se você não sabia da existência deste bom sujeito, saiba que a história dele é tão importante quanto se qualquer outro personagem de Walt Disney mais cotado ou qualquer outra identificação brasileira no exterior. Ele nasceu das mãos do próprio Walt, e de um elemento apenas na política de relações entre Brasil e EUA nos tempos de guerra nasceu uma espécie de ícone da brasilidade de outros tempos, sempre jovem mesmo chegando aos impressionantes 75 anos da sua primeira aparição. Continuar lendo

Gramming & Marbles (Indy): Os aprontes para 2017. Domínio da Penske continua?

Quem pode parar a Penske? O que fará Newgarden na casa de tio Roger? Os brasileiros vão voltar as cabeças neste ano? Os detalhes do que vem ai em 2017 no mundo da Indy em destaque neste domingo no G&M (Reprodução)

Quem pode parar a Penske? O que fará Newgarden na casa de tio Roger? Os brasileiros vão voltar as cabeças neste ano? Os detalhes do que vem ai em 2017 no mundo da Indy em destaque neste domingo no G&M (Reprodução)

(Douglas Sardo)

Bem amigos…opa, aqui não! Deixa esse bordão para outra categoria…

Dia 12 de março, daqui duas semanas portanto, começa a temporada 2017 da F-Indy. Nos dispensamos de fazer um resumo do que aconteceu ano passado, o arquivo d’A BOINA está aí para o leitor consultar. Sim, somos preguiçosos. Mas achamos mais interessante abordar a temporada que está por vir, com as principais novidades para o ano e um perfil de cada time.

Será que Josef Newgarden luta pelo título agora que está na Penske? Será que a esquadra do tio Roger continuará dominando? Quais as chances dos brasileiros e o quê mudou no regulamento? Você descobre agora!

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Videotape n’A Boina nº57 – Reforma na padoca com o Bakery Boss

Confeitarias de família estão desmoronando. Receitas desatualizadas, um péssimo ambiente e um cardápio mais azedo do que limão. Não tema, com o Buddy não a problema. Hoje vamos descobrir se a atração onde o Cake Boss aparece a la Chapolin para ajudar (diferente do polegar vermelho) e por tudo em ordem na confeitaria é tão doce quanto o nome Reprodução)

Confeitarias de família estão desmoronando. Receitas desatualizadas, um péssimo ambiente e um cardápio mais azedo do que limão. Não tema, com o Buddy não a problema. Hoje vamos descobrir se a atração onde o Cake Boss aparece a la Chapolin para ajudar (diferente do polegar vermelho) e por tudo em ordem na confeitaria é tão doce quanto o nome (Reprodução)

(Lucas “Luke” Baldin)

Hello, Doces Videotapers! Tudo bem?

Mais um VTnB e hoje venho falar de um programa um tanto quanto interessante e que assim como um bolo tem uma receita seguida nos episódios. Na onda dos reality culinários, Buddy Valastro estrela um programa (que pode-se considerar dento de uma franquia), o Bakery Boss, onde o boleiro dono de uma das mais bem faladas confeitarias do mundo ajuda negócios de família que estão na ativa há um bom tempo mas que estão caindo aos pedaços, com receitas falhas e situação emergente.

O programa estreou em 2013 e não encontrei informação de até quando foi produzido ou se ainda estreiam episódios novos. O ponto é que tendo assistido três edições do Bakery Boss eu já entendi a fórmula que funciona muito bem, por sinal. Eu, na verdade, nunca fui muito chegado a programas culinários. Por falta do que assistir acabei cedendo para ver o que poderia me agregar essas atrações. De tantos programas feito com Buddy (Cake Boss, Kitchen Boss, Batalha dos Confeiteiros) foi o Bakery Boss o qual me agradou mais.

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Som n’A BOINA #04: Os (incompreendidos) Incríveis

Cinco rapazes e uma aventura sem igual no seio da Jovem Guarda e do Rock nacional. No entanto, uma negligencia sem tamanho na música brasileira pelo trabalho desenvolvido por eles entre 1961 e 1973. Eis Os Incríveis, em destaque hoje no SnaB (Reprodução)

Era o maluco ano de 1961. Yuri Gagarin é o primeiro a ver o espaço tão de perto e a terra tão de longe, John Kennedy tomava posse como presidente e Berlim era repartida impiedosamente pelo Muro de Berlim. No Brasil, virávamos a cabeça no governo quase semestral de Jânio Quadros. Da mesma forma que a vassourinha varria a bandalheira ele mesmo acabou se varrendo do poder, sem antes bagunçar a política, condecorar Che Guevara e reatar relações com a URSS.

O Gran-Circus ardia em chamas, o Santos de Pelé e Coutinho era campeão nacional pela primeira vez, o Rio de Janeiro continuava lindo e a música que rodava nas vitrolas era sonzeira para embalar os brotos. O mundo ainda estava descobrindo o Rock em 1961, imortais como Elvis Presley e Roy Orbison ainda dividiam paradas cabeça a cabeça com outros imortais como Frank Sinatra e Ella Fitzgerald, os Beatles estavam pelos lados de Hamburgo e o Twist escandalizava os puritanos com o gingado alucinado das moças nas festinhas em salões e até mesmo em casas de subúrbio.

O Brasil seguia a trilha e entrava nos eixos do que rodava nas vitrolas lá fora. Desde as primeiras experiências de Rock no país – com Cauby Peixoto e os irmãos Tony e Celly Campello – a pátria do samba e da então futura bossa-nova mostrava que queria ser mais do que um banquinho e um violão. Tudo era meio artesanal, meio na mão e até meio adaptado da gringa. Cantores e bandas faziam o seu e mudavam o cenário, e nesse meio todo está uma história que merece destaque e que assim o ganhará no SnaB de hoje: Os paulistas malucos do inesquecível Os Incríveis, uma das mais importantes bandas da então vigente Jovem Guarda.

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