Gramming & Marbles (F1): (Enfim!) Bottas quebra a barreira da primeira vitória no sono de Sochi

Há um novo vencedor entre eles. Quinto vindo da Finlândia a conseguir tal feito, Valtteri Bottas venceu com autoridade na Rússia e deixou seu recado para a Mercedes: Eu não sou apenas o segundo piloto que vocês pensam (Getty Images)

(Andre Bonomini & Douglas Sardo)

Sabe quando você acorda de manhã cedo sabendo que pode voltar a pescar sonolento algum tempo depois? Especialmente num domingo essa sensação lhe toma conta por, naturalmente, ser um dia preguiçoso por natureza…

Agora, imagine um fã de F1 vivendo esta sensação. Muito longe de ser apenas sono é pelo fato de uma corrida praticamente sem emoções fortes se passar diante dos seus olhos. E quando a categoria pisa em Sochi, a simpática cidade dos jogos de inverno de 2014, a sensação é praticamente esta: um sono previsível.

Talvez, para não dizer que foi um sono completo, os fãs da categoria viram um novo vencedor surgir. Quinto finlandês vencedor na história da F1, Valtteri Bottas teve aquele fim de semana de sonho naquele quadrado de terra russo que tanto ama correr. Fora a vitória maiúscula e com autoridade, aproveitou para dar um recado aos superiores na Mercedes e, em especial, ao companheiro laureado Lewis Hamilton: Não sou apenas um número dois.

Noves fora, quem também sorriu com a vitória de Bottas foi Sebastian Vettel, que sai de Sochi ainda mais líder diante de Hamilton e mostrando que a Ferrari tem sim carro para chegar perto das flechas de prata. Kimi Raikkonen também foi uma feliz presença, fechou o pódio com uma atuação consistente, o que há tempos não fazia.

Bom, vamos aos detalhes de Sochi que só assim contamos mais da prova sem dar spoiler antes da hora.

Largada acidentada (enfim!) e Bottas mandando ver

Largada em Sochi. Bottas pula e some a frente, imprimindo um ritmo forte perante Vettel e Raikkonen (Getty Images)

Já grelha de largada, a grata surpresa das duas Ferrari fechando a primeira fila. Coisa que não se via, precisamente, há nove anos na F1. A última vez, Raikkonen (1º) e Felipe Massa (2º) monopolizaram as posições de honra ainda na pista de Magny-Cours, naquele inesquecível GP da França vencido pelo brasileiro. O mesmo Kimi estava na primeira fila dez anos depois, desta vez ladeando o pole, Sebastian Vettel. As Mercedes partiam atrás, com Bottas a frente outra vez, botando tempo sem dó em Hamilton.

Quem não estaria na grelha ao fim da volta de apresentação, no entanto, era um certo Fernando Alonso, que pararia com a McLaren próximo da entrada dos boxes, obrigando a uma nova volta de apresentação. Quem o viu sorridente em Barber, no seu primeiro contato com o calor do público e a graça dos homens de imprensa na Indy, pode notar sem maquiagem a mudança de humor do asturiano, outra vez rastelado pela carroça laranja de Woking. Um calvário sem fim.

Na largada, Bottas pula certeiro sobre Vettel, em outra partida ruim das Ferrari. Hamilton literalmente estaciona em quarto sem arriscar um ataque sobre Raikkonen. Alguma agitação depois, dois bolos interrompem o fluxo da corrida: o acidente de Romain Grosjean, tentando passar Joylon Palmer num buraco de fechadura e provocando uma carambola; e a rodada de Lance Stroll, que sumiu na prova e, outra vez, nada fez de especial a não ser o fato de ter terminado o GP, em 11º.

Breve pausa, safety-car sai da pista, bandeira verde… e Bottas some a frente. O finlandês não tomou conhecimento de quem vinha atrás e abriu logo uma boa diferença a frente de Vettel, fazendo voltas mais rápidas a granel. Os líderes se separaram um pouco, sem se atacarem… e a corrida amornou.

(Corrida monótona, pausa para o city tour… preparem suas câmeras!)

O complexo olímpico de Sochi, localizado na alegre cidade ao sudoeste russo, foi palco das Olimpiadas de Inverno em 2014. Além da pista, contém ainda no perímetro um moderno estádio de futebol que será palco de jogos da Copa do ano que vem. Estrutura bem pensada e planejada (Reprodução)

Dançarinos russos vestidos tipicamente para as apresentações durante o pré-GP (Getty Images)

O piloto da casa, Daniil Kvyat, sempre uma atração para os torcedores locais. Hoje não foi um bom dia para o garoto, terminou apenas em 12º e tem apenas dois pontos no campeonato (Getty Images)

(De volta do city tour… esperamos que tenham gostado!)

Tirando algumas bolas divididas durante a prova, tudo estava sob controle nas posições a frente, tirando alguns infortúnios para alguns pilotos, como Felipe Massa. O brasileiro vinha no sexto lugar de sempre quando um pneu da Williams furou, obrigando-o a uma parada extra e comprometendo sua corrida.

Quem riu a toa foi a Force India, já que Sérgio Perez e Esteban Ocon, na melhor corrida do time rosado do ano, filaram um sexto e sétimo lugares, respectivamente, fazendo a alegria de Vijay Mallya dentro da cela da prisão onde está. Já Massa acabou num distante nono lugar, muito pouco para quem começou o fim de semana com uma volta definida como maravilhosa no treino oficial. Isto sem contar que foi outro 2X1 no fim da prova, sem Stroll na zona de pontos.

Perez e Ocon, na melhor atuação da Force India até agora. Os dois carros na zona de pontuação e em posição de destaque. Sexto e sétimo, respectivamente (Getty Images)

Mas, alto lá, a parte de Massa na corrida ainda não acabou… La na frente, os líderes começam as paradas, partindo do ultramacio para o supermacio, por conta da obrigatoriedade de dois pneus. Nestas andanças, Vettel resolve alongar-se na pista até a sua parada, apostando num ataque final com os pneus mais inteiros do que os de Bottas. A tática é colocada em pratica e dá certo, pois o alemão imprime um ritmo muito melhor do que Valtteri nas últimas voltas.

A pressão aumenta nas últimas cinco voltas e, embora limitado pela turbulência, Vettel parecia que ia até tentar. Quando esteve mais perto de Bottas do que nunca, eis que a frente surge Felipe Massa, depois de um furo no pneu tentando juntar os cacos na corrida. Bottas o passa, deixando o brasileiro entre ele e Vettel. O alemão vai a loucura, perde tempo e a vantagem que tinha minado. Era o fim.

Vettel adiou sua parada confiando em compostos mais inteiros para brigar com Bottas. Chegou perto, mas não passou, sendo atrapalhado por Massa. No fim, acabou cumprimentando amigavelmente o brasileiro na pista (Getty Images | TV)

Enfim, depois de exatos 80 GPs disputados, o jovem Valtteri Bottas venceu sua primeira corrida na categoria. Uma sensação boa que sempre corre aos fãs da F1 quando um novo vencedor surge. Ainda mais um persistente que deu cabeçadas na vida na Williams e que, agora, vive uma nova fase na Mercedes, querendo mostrar que não é apenas o segundo que Hamilton pensa ser.

Ainda depois da prova, Toto Wolff brincou com a imprensa dizendo que iria pagar uma cerveja para Massa graças a mão amiga no fim da prova. E há quem disse que a recepção aos bons resultados e vitória de Valtteri foi maior do que as de Hamilton… olhe só!

Completando o pódio, as duas Ferrari, de Vettel e Raikkonen. Fora a felicidade do alemão em sair ainda mais líder do mundial, tivemos um bom pódio de dois finlandeses, com Kimi completando uma corrida consistente e até cômica, ao se perguntar incrédulo como estava em terceiro lugar no rádio…

E, nas palavras do Seu Boneco, Ai eu vou pra galeeeeeeeeeeeera! Eis Bottas, um novo vencedor na F1 (Reprodução)

Os 10 mais – Corrida

1 – Valtteri Bottas (Mercedes)
2 – Sebastian Vettel (Ferrari)
3 – Kimi Raikkonen (Ferrari)
4 – Lewis Hamilton (Mercedes)
5 – Max Verstappen (Red Bull-TAG)
6 – Sergio Perez (Force India-Mercedes)
7 – Esteban Ocon (Force India-Mercedes)
8 – Nico Hulkenberg (Renault)
9 – Felipe Massa (Williams-Mercedes)
10 – Carlos Sainz Jr. (Toro Rosso-Renault)

Raikkonen espantado pelo rádio, por estar em terceiro e por Bottas estar em primeiro. Tão espontâneo como cômico, o momento mais engraçado da prova. Ele parece frio, mas sabe fazer sair risos em meio a sonolência da prova (Getty Images)

Os 6 mais – Campeonato

1 – Sebastian Vettel (86)
2 – Lewis Hamilton (73)
3 – Valtteri Bottas (63)
4 – Kimi Raikkonen (49)
5 – Max Verstappen (35)
6 – Daniel Riccardo (22)
8 – Felipe Massa (18)

MENINO DE MUZAMBINHO: Valtteri Bottas (Mercedes)

Enfim, quebrada a barreira da vitória. Bottas é rápido e ja deu o recado que não é apenas um segundo piloto. Promete incomodar os poderosos a sua frente no campeonato. Isto se continuar assim (Getty Images)

Tá, ele foi o vencedor da corrida, o que faria ser uma escolha meio obvia. Mas quem foi o melhor mesmo do fim de semana? Sem dúvidas o finlandês fez por merecer o galardão que não conquistava já faz um bom tempo aqui no G&M. Depois da cara de limão no pódio de Sakhir, Bottas foi só sorrisos depois de um fim de semana inesquecível no autódromo que tão bem corre: Sochi.

Tem méritos para o galardão. Fez uma prova constante e dominante, sem se permitir dar chance para o azar e tendo sangue frio e cuidado para sustentar-se a frente de Vettel, com melhores pneus. Foi aquele cala a boca nos pensamentos de alguns setores da Mercedes e um recado bem dado para Hamilton: Não sou um segundo piloto como você pensa!

E agora, Bottas está na briga pelo título, dez pontos atrás de Lewis e 23 de Vettel. O que ele pode aprontar? Vamos aguardar.

Galvão balbucia além da conta

Alonso preparando o banco para seu carro na Andretti. Ele e uma legião de fãs e admiradores da categoria e do espanhol sorriem e veem com bons olhos a participação do asturiano nas 500 Milhas, bem como quase toda a comunidade do automobilismo mundial… Exceto um certo Galvão Bueno e seus comentários anti-profissionais para com a categoria. Algo que não é novidade e sempre soa com uma agressividade descabida (Reprodução)

Fora toda a puxação de saco da tiete nº1 de Hamilton no Sportv, Lito Cavalcanti, os fãs que acompanharam a corrida pelas ondas da Globo tiveram de aguentar um Galvão Bueno passando de todos os limites cabíveis no profissionalismo que pede a profissão. Discursos panfletários, falta de respeito com categorias e pilotos e criticas sem entendimento são apenas parte do álbum de bobagens do fim de semana.

E se você acha que esta é uma crítica de falastrões basta pegar os melhores momentos da prova e prestar bem atenção no que o velho narrador fala. Começando pela critica aos detratores de Massa de que não se entendeu nada do sentido das frases, Galvão aproveitou para, enfim, falar de Alonso nas 500 Milhas de Indianápolis.

Porém, ao comentar o fato relacionado ao asturiano, o fez a seu modo, sem respeito algum a categoria americana e a mítica prova no Brickyard, desfazendo as pretensões de Fernando na grande prova e fazendo piada da corrida que só vira para um lado. Desnecessário e totalmente anti-profissional vindo de um jornalista com a sua bagagem.

Diferentemente de Sochi, o Complexo Olímpico do Rio é pouco utilizado, fruto de um mar de lavagens de dinheiro e foi responsável pelo sepultar de um autódromo. Galvão critica-o tardiamente. Afinal, por que a Globo não se posicionou antes contra o assassinato de Jacarepaguá? Chorar sobre o defunto decomposto não adianta mais nada a não ser para pegar uma infecção cadavérica (Reprodução)

Fora esta regurgitação de impropérios contra a Indy, resolveu fazer a critica direta a quem assassinou Jacarepaguá em nome das olimpíadas de 2016. Pode ter escolhido bem os termos, palavras e justificativas, mas se está o fazendo está o fazendo tarde demais. A lendária pista carioca foi sepultada sem meias-palavras e defesas, e tendo uma das pás de cal vinda da vênus platinada, totalmente conivente e omissa ao fato. Hoje, o parque olímpico está deserto, sem uso, e o Rio está sem autódromo, um grande autódromo.

Infelizmente, um fim de semana infeliz de Galvão, que já foi espelho de muitos profissionais e, hoje, arrasta-se em palavras tardias, incompreensíveis e fora de todo profissionalismo que um jornalista deve ter. Lamentável.

Honda, Sauber… e os saudosismos

As Sauber de Pascal Wehrlein e Marcus Ericsson, figurando entre os últimos. A equipe suíça terá motores Honda em 2018, embora isto seja como entrar numa barca furada longe dos dias de competência defendidos por alguns fidalgos de outros tempos (Getty Images)

Ainda nos ecos do paddock e das notícias, a Sauber anunciou que terá a Honda como fornecedora de motores a partir da próxima temporada, o que para os japoneses é importantíssimo para a coleta de informações e melhoria das pipoqueiras que andam entregando para a McLaren nas últimas temporadas. É um passo sábio, porém a julgar pelo atual desempenho, em nada quer dizer para um time de fundo de pelotão.

O que não se acredita mais é que a Honda é competente como era no passado, como acreditam Reginaldo Leme e alguns fidalgos dos japoneses. O tempo bom dos turbo, do show de competência na construção de motores para Williams e McLaren, já foi há tempos e não volta mais. Desde os idos dos motores V8 que os japas estão batendo cabeça com engenhos ineficientes, e agora nos tempos do turbo a distância do satisfatório é ainda maior.

Tá difícil, Fernando! O espanhol nem sequer largou no domingo russo. O calvário da McLaren parece não ter fim (TV)

Não dá mais para se prender a saudosismos. A Honda já não é mais a sombra do que foi, ao menos por hora… Pergunte para Alonso se ele estava feliz ao ver a corrida imperdível pela TV.

Rapidinhas:

– Entre os times considerados de ponta, a decepção da temporada – por hora – é a Red Bull. Apesar de algumas boas atuações vez em quando, os carros austríacos mostram ainda muitas limitações diante dos pares no seleto time de ponta. Daniel Riccardo nem pode brigar muito depois de sentir problemas nos freios e abandonar a disputa. Já Max Verstappen passou uma corrida inteira apagado, num quinto lugar.

As Red Bull no meio do bolo. Riccardo teve problemas nos freios e Verstappen pouco fez com um carro limitado, a decepção entre os times de ponta. Enquanto isso, Hamilton (abaixo) passou o fim de semana escondido em algum lugar, do pelotão ou onde for… (Getty Images)

– Falando em apagado, Lewis Hamilton esteve assim o fim de semana inteiro. Largou em quarto, chegou em quarto, assistiu o companheiro vencer com palmas e gritos da equipe e ainda se viu mais longe de Vettel na briga pelo título. Realmente um findi para se esquecer para o inglês.

– Se a Williams patina, a Renault mantém a constância. Mesmo sem a presença de Palmer, enrolado na carambola provocada por Grosjean, Nico Hulkenberg segue levando o bólido francês (fabricado em Enstone, Inglaterra) aos pontos. Não foi diferente em Sochi, com o oitavo posto. Já se fala em um bom carro este ano e bons pilotos para 2018. Planos grandes para os amarelos?

Hulkenberg fazendo o seu no volante da Renault. Mais três pontos pra conta e com um carro ainda sendo apontado como promissor (Getty Images)

Para recordar: For Roland

Quando escrevemos estas linhas do G&M ainda vivianos o domingo, 30 de abril. E como hoje é dia 1 de maio, onde nossas lembranças se voltam sempre para o trágico dia de Imola, não teríamos como recordar alguém intimamente ligado ao arrebatamento de Ayrton Senna senão aquele que partiu para as pistas do firmamento quase que junto do brasileiro. O jovem Roland Ratzenberger.

Um sonhador como tantos outros, que queria mostrar a estrela que tinha, assim como os compatriotas famosos Gerhard Berger e Karl Wendlinger (abaixo). Roland Ratzenberger não pode nem terminar suas cinco corridas de chance. Acabou morto o sábado, 30 de abril, no muro da Villeneuve, em Imola (Reprodução | Sutton)

Naquelas alturas daquele sábado de sol no Autódromo Enzo & Dino Ferrari (que falta faz Imola!), Roland era só um sombra num grid cravejado de feras, tendo Senna como a marca maior numa Williams fora dos seus dias invencíveis. Novato da também novata Simtek, tinha apenas cinco corridas para provar algum potencial, mesmo não se arriscando desnecessariamente para não arrebentar o frágil carro de Nick Wirth.

Não se classificou no Brasil e arrancou um bom 11º lugar em Aida, no Japão (GP do Pacífico). Em Imola, estava sentindo que poderia ficar fora do grid quando tentou mais uma vez melhorar seu tempo. Foi rangendo os dentes para a pista e não notou a asa traseira do carro soltar-se logo num dos pontos mais velozes da pista, a curva Villeneuve, a 314 Km/h. Simples e fatal.

Morto na pista, quer queira a FIA ou não na época, que adiou o anuncio da sua morte para evitar o cancelamento da corrida. Triste fim de um piloto que, mesmo apenas um ano mais velho que Senna, tinha sonhos de um jovem Reprodução)

Um impacto apenas e morte instantânea, ou quase. O falecimento de Ratzenberger só foi confirmado bem depois, quando o piloto estava longe da pista. Isto porque, segundo a legislação italiana, se um esportista morre durante uma competição esportiva, todo o evento é cancelado e o complexo onde acontecia o fato é colocado a disposição da perícia até o fim da investigação. Roland não teve a morte tecnicamente constatada na pista, embora já o estivesse. E se assim o fosse, talvez a fatídica prova do dia seguinte nunca tivesse acontecido.

Mas nada de pachecos para coloca-lo como um Cristo vienense, por favor. A morte de Roland foi uma tremenda fatalidade tão grande quanto a de Senna, e assim como o brasileiro, não é e nem será justo toma-lo desta forma como lembrança. Roland era um piloto com sonhos, os tinha como Ayrton e qualquer um. Sua morte foi sentida como a de um piloto qualquer que também sonha e quer mostrar seu melhor, mesmo com uma máquina inferior, e por isso uma reverencia justa e sem vícios deve ser feita.

Senna e Ratzenberger, na unica imagem juntos na pista. Foto de sorte diga-se de passagem. Abaixo, a homenagem ao austríaco que a Simtek carregou durante o ano nos seus carros (Reprodução | Sutton)

Até o fim do ano, a Simtek levou a partir desta corrida uma lembrança de Roland, pintando o desenho do capacete no topo da entrada de ar dos carros tendo junto a frase que intitula este subtítulo. Simples e modesto para um sonhador que sonhar em ser Senna e que, naquele fim de semana, foi embora junto daquele que, talvez, fosse seu espelho de carreira.

E é isso ai. A F1 empacota os equipamentos para se encontrar novamente no próximo dia 14, no agradável Dia das Mães, para o GP da Espanha, a tal casa de todas as equipes, na cosmopolita Barcelona. Será que veremos outra procissão? Vettel vai continuar sumindo? Bottas vai duelar mesmo contra Hamilton?

Cenas para os próximos capítulos. Até a próxima!

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