Gramming & Marbles (Indy): Sato salva a categoria e vence as “500 Milhas de Alonso”

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Há um nipônico entre os grandes. Takuma Sato abusou da agressividade característica e levou no bolso uma emocionante 500 Milhas, marcada especialmente pelo debut de Fernando Alonso no oval. Uma vitória que, em linhas gerais, “salvou o grid” da Indy (Reprodução)

(Douglas Sardo)

Não me leve a mal por esse título. Eu gosto de Takuma Sato e adorei sua vitória no último domingo nas 500 Milhas de Indianápolis. Sato é um bom piloto da Indy, teve um início de campeonato mais ou menos e agora fez a corrida de sua vida, aguentando a pressão de um dos maiores vencedores da pista até a última volta. Teria sido épico se uma ultrapassagem no giro final decidisse a prova. Não aconteceu. Ainda assim, a Indy foi incrível no último domingo como ainda não havia sido esse ano.

Tudo isso posto, o grande assunto da prova foi Fernando Alonso. O espanhol embarcou nessa aventura exótica para nossos tempos e fez um treino classificatório excelente mais uma baita corrida. Porém, o motor Honda o traiu outra vez. E o que se vê por aí são lamentações: ah, a Honda ferrou o Alonso de novo… ah, eu queria que ele tivesse vencido… por ai vai.

Querem saber? A glória de Sato e o fato de Alonso não ter vencido foi o melhor que poderia acontecer para a Indy. É sobre isso que falamos hoje.

101ª Indy 500 – O que fica para a história

Para muitos, era o dia de Alonso… Era. Mesmo com uma atuação impecável e momentos na liderança, o espanhol foi traído pelo motor Honda e viu virar fumaça o sonho da vitória no Brickyard (Reprodução)

Depois da bandeira quadriculada balançar e a poeira baixar, acho que essa edição das 500 Milhas de Indianápolis vai ficar para a história por duas coisas: a participação de Alonso e Hélio Castroneves tentando desesperadamente a sua quarta vitória no templo, mas sendo impedido pelo japonês Takuma Sato. Pelo menos é isso que me vêm à mente agora, horas depois da prova terminada.

O tempo é cruel. Essa pode ter sido a última chance do brasileiro igualar o feito de A.J. Foyt, Al Unser e Rick Mears. E teria sido uma vitória de gala para se consolidar ao lado desses gênios, pois a Penske foi ridiculamente superada por quase todos os conjuntos (falaremos mais sobre isso) e ele ainda sobreviveu de raspão ao terrível acidente de Jay Howard e Scott Dixon.

Aliás, que acidente terrível foi aquele! Definitivamente uma das maiores porradas da história da prova. Preste atenção no fotógrafo sendo levado para o hospital em 5:30 do vídeo. Não foi nada grave, mas sobrou alguma coisa para ele.

Sato aguenta pressão de Castroneves e toma o leitinho

Mas, como dizia Machado de Assis: ao vencedor as batatas. Apesar de eu simpatizar pela causa de Castroneves – não só por ele ser brasileiro, mas especialmente pela forma como ele teria vencido – temos que falar do campeão de olhos puxados. Que nem de longe é o barbeiro que alguns teimam em tachar.

Takuma Sato fez uma grande corrida e diga-se: apesar da superioridade evidente do kit Honda notadamente na equipe Andretti, o japonês aguentou a pressão de um dos maiores vencedores da história da pista. Não cometeu erros e levou o carro até a bandeirada para se consagrar ao lado de tantas lendas que deixaram seu sangue e suor nessa pista sacrossanta.

Isso tudo depois de perder tempo em uma de suas paradas e ter de sair de um belo buraco (ele chegou a estar em 17º). Sobrou agressividade na pista, por pelo menos quatro vezes, por exemplo, ele se arriscou em ultrapassagens do lado mais sujo da reta principal, dando a impressão que ia encontrar o muro logo. Só impressão, o japa estava inspirado, e da discrição durante a prova, partiu para a gloria maior de um velocista nipônico na história.

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Sato beija os tijolos sagrados de Indianápolis. Japonês venceu a maior corrida de sua carreira quando muitos achavam que ele já estava fazendo hora extra na categoria. (Darron Cummings)

Sato se comportou como um grande nesse domingo. E como um grande ele será lembrado pois após essa vitória, vai ser difícil argumentar que ele não é o maior piloto japonês de todos os tempos.

O melhor para Alonso e o melhor para a Indy

Mas no dia após a corrida o que mais se viu por aí não foram fotos de Sato. É claro que muitos sites falaram sobre o japonês, mas o grande lance dessa Indy 500 foi Fernando Alonso. O espanhol encarou um desafio muito grande, abdicou do GP de Mônaco e correu no Brickyard. E não há como negar: Alonso fez uma corridaça!

Ele teve um ritmo excelente durante toda a prova, fez manobras precisas, defendeu posição, liderou 27 voltas e talvez lutasse pela vitória não fossem alguns problemas: ele sofreu demais nas relargadas, teve dificuldades para andar no tráfego, e claro, o motor Honda quebrou.

Muitas pessoas estão lamentando por aí e dizendo que torceram por uma vitória do Príncipe das Astúrias. Quanto a mim, sendo sincero, realmente não estava torcendo por um triunfo do espanhol.

Alonso na Indy. O assunto que suplantou até mesmo a gloria de Sato. Foi uma passagem bacana do asturiano, mas soa como uma ótima coisa para a Indy o fato dele não ter vencido este ano. E não é birra nem rogar praga para Fernando. Os motivos estão na sequencia do texto (IndyCar)

Ah, mas você não gosta do Alonso. É. Eu realmente não gosto de Alonso. Sempre gostei mais de Sebastian Vettel. Mas isso não significa que eu não possa ter uma opinião. E a meu ver, Alonso não ganhar foi melhor para a Indy. Mas, por quê?

Voltemos alguns dias no tempo. Durante o fim de semana em Mônaco, Lewis Hamilton foi entrevistado pelo jornal francês L’Èquipe e lhe perguntaram o que ele achava da participação de Alonso nas 500 Milhas. Vejam o que ele disse:

Dei uma olhada na classificação e, sinceramente. Fernando, para sua primeira classificação, faz o quinto tempo? Isso diz alguma coisa sobre o nível da Indy?

E ele continuou:

Os grandes pilotos, se não conseguem vencer na F1, buscam triunfos em outras provas. Mas vê-lo fazer um quinto tempo frente a pilotos que fazem isso o ano todo é… interessante.

O britânico ainda declarou respeito à Triplíce Coroa mas disse que não tem interesse nas 24 de Le Mans e nas 500 Milhas.

Como deu para perceber, Hamilton estava ligado no modo irônico. Óbvio que isso tudo é um belo trash talk, como dizem os americanos. A boa e velha provocação. Isso faz parte da maioria dos esportes (não sei se existe trash talk no xadrez). Lewis jogou essa conversa. Caso Alonso vencesse, ele já teria dito: é, mas o nível da Indy não é grande coisa. E ainda tirou uma palha: pilotos que não conseguem vencer na F1…

Não é novidade que muitas pessoas não gostam de Lewis Hamilton. E obviamente essas declarações foram recebidas de forma patética por parte da dita imprensa especializada:

Ah, ele não é um racer. Bem feito! Nem passou pro Q3. Alonso está rindo do outro lado do Atlântico. Menino mimado, popstar.

Por favor, vamos deixar de ser crianças! Hamilton levou a pior em Mônaco, fato. Mas as pessoas ficaram irritadas com suas declarações porque sabem que há um fundo de verdade nelas.

Recapitulando: Alonso estava tirando uma água do joelho, saiu do banheiro, encontrou Zak Brown e falou para o diretor da McLaren: Ei, vamos para Indy! E então eles montam esse esquema todo. O espanhol treina uma semana aqui outra ali quando não está ocupado arrastando sua McLaren na Europa. E, de repente, ele é quinto lugar no treino classificatório.

Liderando o pelotão na primeira parte da prova. Em momento, Alonso deu o recado que venceria e com autoridade. No entanto, a corrida estava apenas no começo, muito tinha que acontecer. E na Indy 500, um acontecimento no pelotão diz muita coisa no aspecto geral da prova (IndyCar)

Vamos supor que ele ganhasse: isso não seria ruim para a reputação dos pilotos da Indy? É claro que seria! Os pilotos americanos ficariam desmoralizados se um piloto da F1 ganhasse na sua primeira tentativa (uma tentativa arquitetada de supetão, diga-se) em Indianápolis.

Por isso eu digo que não era bom que Alonso ganhasse. A vitória de cara só seria bom para o espanhol. O melhor era que acontecesse o que aconteceu: fez uma boa prova, com dificuldades nas relargadas e no tráfego, não ganhou. Seria mais legal se ele terminasse a prova? Seria. Talvez entre os cinco primeiros. O motor quebrou, vá se fazer o quê?

E sabe o que é melhor? Agora Alonso vai ter que voltar. Ele já deixou claro: quero fazer história, quero ganhar a Tríplice Coroa! Com Alonso correndo uma segunda vez na Indy, a corrida vai receber mais atenção, mais público, mais mídia, mais audiência, mais patrocinadores, mais dinheiro.

Sério que ninguém fez essa conta? Alonso não venceu e esse era o melhor negócio possível para a Indy. Já pensaram se, numa hipótese (é difícil mas vai que…), Alonso vença mais um título na F1 e se aposente da categoria? Ele poderia correr na Indy 500 uma segunda vez como o campeão mundial reinante. Isso seria ainda melhor.

Mas as pessoas não pensaram nisso porque estão muito ocupadas ficando ofendidas. Lamentável.

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Alonso abandona em Indianápolis. Espanhol fez excelente corrida e foi aplaudido de pé pelo público. Abaixo, as ironias de Hamilton irritaram algumas pessoas. Elas preferem que os pilotos falem apenas coisas como: vamos lutar por bons pontos hoje, vai ser um campeonato disputado. (Reprodução)

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Enfim, sem muito lero-lero, o resultado da prova:

Os 10 Mais – Indy 500

1 – Takuma Sato (Andretti-Honda)
2 – Hélio Castroneves (Penske-Chevrolet)
3 – Ed Jones (Dale Coyne-Honda)
4 – Max Chilton (Ganassi-Honda)
5 – Tony Kanaan (Ganassi-Honda)
6 – Juan Pablo Montoya (Penske-Honda)
7 – Alexander Rossi (Andretti/Herta-Honda)
8 – Marco Andretti (Andretti-HOnda)
9 – Gabby Chaves (Harding Racing-Chevrolet)
10 – Carlos Muñoz (Foyt-Chevrolet)

Os 6 Mais – Campeonato

1 – Hélio Castroneves (245)
2 – Simon Pagenaud (234)
3 – Takuma Sato (234)
4 – Scott Dixon (234)
5 – Alexander Rossi (190)
6 – Tony Kanaan (188)

Construtores

1 – Honda (480)
2 – Chevrolet (479)

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Hélio fez uma corrida incrível: com a Penske sofrível, se recuperando de uma punição, escapando de raspão em dois acidentes. Não ganhou pela quarta vez no Brickyard mas agora é o líder do certame. Se ele mantiver uma consistência que não teve até aqui, vai ter uma chance de lutar pelo título inédito. (Reprodução)

One-offs: Os perigos

Mas, voltando ao assunto do nível, eu gostaria de chamar atenção novamente para o acidente de Dixon. Foi muito perigoso e causado por uma barbeiragem de Jay Howard, um dos One-Offs da corrida.

Pois é. Essas adoráveis criaturas que todo fã de automobilismo ama. Lembra quando a F1 tinha One-Offs? Eram chamados de Privateers na Europa, os corredores privados, com esquemas próprios. Esse tipo de aventureiro sempre trouxe histórias interessantes.

Mas eu acho que para uma prova ultra-perigosa como as 500 Milhas, alguns cuidados deveriam ser tomados. Por exemplo: você só poderia participar da prova se corresse regularmente em alguma série. Eu sei que muita gente gosta de Buddy Lazier e tal, mas adivinha: ele bateu de novo. E Howard também bateu e quase matou Scott Dixon, como vimos acima.

Eu realmente penso que a Indy deveria mudar algumas coisas aí…

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Foi assim que acabou a prova de Buddy Lazier. E pode anotar, ele volta ano que vem… (Z Racing)

Martírio da Penske

Hélio Castroneves lutou até a última curva pela vitória. Terminou em honrosa segunda colocação. Juan Pablo Montoya foi o sexto colocado após uma corrida super apagada.

No entanto, os outros Penske terminaram fora do Top 10: Simon Pagenaud foi 14º, Josef Newgarden o 19º, Will Power foi pego na confusão entre James Davison e Oriol Serviá, quando faltavam 17 voltas para o fim. De qualquer forma Power só liderou umas voltas por conta do entra e sai das bandeiras amarelas e rapidamente despencou.

Ou seja, os resultados de Castroneves e Montoya iludem bastante: a corrida foi péssima para a Penske. Os carros do Capitão pareciam os ônibus no corredor. Tem uma faixa só para os coletivos porque eles são muito mais lentos e todo mundo passa por eles. E foi exatamente isso, os Penskes pareciam ônibus. Bastava ver o desespero de quem vinha atrás de Pagenaud em cada relargada. O francês parecia estar parado.

Um dos carros da Penske fazendo um pit-stop em Indianápolis (Jaime Batista)

Se por um milagre eles apareciam na frente, era impressionante a facilidade com que os outros carros passavam por eles. Uma performance muito pobre. É verdade: a Honda parece ter arriscado um pouco mais no mapeamento do motor para ter uma vantagem ainda maior esse ano, mas isso também cobrou seu preço pois vários carros quebraram, Alonso, Hunter-Reay e Kimball que o digam.

Mas isso não diminui o vexame. A Penske não foi só superada pela Honda. Em termos de performance, a Carpenter esteve muito mais rápida do que eles e também usa motor Chevrolet. Isso sem contar que Ed Carpenter partiu em segundo, o melhor da marca da gravatinha no grid, andou entre os primeiros e só não foi melhor ainda por um incidente durante a prova.

Pagenaud (primeiro plano) dividindo reta com Conor Daly. Não tinha quem ficasse apavorado ao relargar atrás do pesadelo verde-limão da Penske (Reprodução)

Carpenter foi o melhor Chevrolet nos treinos e, também, o melhor em grande parte da prova. Um incidente tirou-lhe a chance de algo melhor (Reprodução)

É bem provável que o ano acabe e tenhamos outro campeão do time de Roger, mas a Penske e a Chevrolet precisam mudar alguma coisa, pois, no fim das contas o título da Indy não é tão importante quanto ganhar as 500 Milhas que é de longe a corrida mais assistida pela TV, o evento que chama mais atenção.

E justamente nesse evento eles estão levando uma surra de pau mole da Honda… Complicado!

Chilton, o melhor da Ganassi (quem diria!)

A Honda estava muito forte, todos sabiam. E a principal equipe da Honda é a Ganassi. Quando Scott Dixon fez a pole, ele despontou como um dos favoritos da prova. Mas apareceu um Jay Howard (coincidentemente, também de Honda) em seu caminho e aconteceu aquele acidente impressionante.

Tony Kanaan chegou a liderar a prova no começo, mas as bandeiras amarelas embaralharam tudo e ele jamais pareceu um candidato a vitória. De qualquer forma, os dois principais pilotos da equipe pareciam ter problemas com pneus. Eles arriscaram um acerto com muito pouco downforce e isso pode causar mais desgaste de borracha.

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Chilton foi uma grata surpresa. (Walter Kuhn)

Charlie Kimball foi vítima dos problemas do motor Honda, por milagre escapou de um ato de bargeiragem. Sendo assim, sobrou deus Max Chilton. E não é que o britânico fez uma baita prova? Não sei se muita gente prestou atenção nisso: na volta 124, Chilton fez uma de suas trocas. Ele só voltaria aos boxes na volta 166! Ou seja, ele ficou na pista por mais de 40 voltas, quando a maioria não conseguia ficar 30.

Claro, ele conseguiu isso se aproveitando das bandeiras amarelas, mas não deixa de ser um grande feito a forma como ele se aproveitou das nuances da prova para executar uma estratégia diferente e chegar no quarto lugar.

Grande pilotagem de Chilton, merecida menção e quase mereceu vitória.

Outros destaques e o (possível) novato do ano

Falando em surpresas, alguns dos one-offs, justiça seja feita, foram muito bem. James Davison por exemplo. O substituto de Sebastien Bourdais, que chegou ao grid com estranheza de alguns pilotos, teve coragem para brigar na ponta e liderar algumas voltas. Abandonou numa panca generalizada próximo do fim da prova e, talvez por pouco, não conseguiu o que Scott Goodyear não conseguira em 1992: vencer partindo de último.

Outro também que merece nota é o outro espanhol. O veterano Oriol Serviá chegou tímido entre os ponteiros e, na metade final da prova, tinha chances de também se misturar no pelotão dianteiro, infelizmente ceifadas na mesma panca que rastelou Davison da corrida. Destas bolas divididas escapou o moço da Harding, Gabby Chaves, que, comendo pelas beiradas, chegou num bom nono lugar.

James Davison, a frente, no encontrão com Oriol Serviá no fim da prova. Apesar do acidente, ambos fizeram uma boa corrida, chegando a andar entre os primeiros. Já Gabby Chaves (abaixo) não chegou nem perto do primeiro grupo, mas comeu pelas beiradas e arrematou um bom nono lugar (Reprodução/IndyCar)

Alias, todo ano a IndyCar Series escolhe o melhor novato da prova. Óbvio que Alonso ganhou o prêmio dessa vez, mas eu gostaria de falar em especial de Ed Jones. Ele é o atual campeão da Indy Lights e faz uma temporada razoável pela Dale Coyne. Ele foi o feliz piloto conquistador do terceiro lugar nas 500 Milhas, isto depois ainda de estar bem perto da briga pela vitória.

Claro, esse carro que Jones e Davison usaram, nas mãos de Bourdais, lutaria por uma vitória provavelmente. Mas Jones tem apenas 22 anos e está fazendo uma temporada de estréia interessante. É um candidato sério a rookie of the year, se não foi da prova, mas certamente da temporada da Indy, e com méritos.

Espero que ele continue crescendo pois a categoria precisa de renovação.

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O melhor novato da Indy 500 foi Alonso. Mas Ed Jones tem boas chances de ser o melhor novato da temporada (Reprodução)

Por hoje é só. No próximo fim de semana tem rodada dupla da Indy em Detroit. Interessante para o campeonato pois a Honda parece ter a vantagem em pistas de rua, então vamos ficar ligados.

Ah! E domingo também tem MotoGP em Mugello, com Valentino Rossi correndo na frente de sua torcida e tentando se recuperar da derrota na França. e da paulada no motocross.

E para fechar, a alucinante narração japonesa da vitória de Sato. Espetacular!

Nos vemos no próximo domingo! Até o próximo G&M!

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