RICTV Record Blumenau: Recordando (e reverenciando) as origens

(Google)

… e o que a gente encontra fuçando fotos velhas…

Permitam-me, amigos leitores, compartilhar recordações de um passado não muito distânte. Tempos bons de moleque, de juvenil, buscando aprender o que era este mundo do jornalismo e da comunicação. Foi de março a março, de 11/03 a 11/03, de 2013 a 2014, exatamente, a primeira experiência na comunicação na minha vida…

Pra começo de conversa, naqueles dias eu era um verdadeiro caipira forasteiro quando entrei diante da pequena notável Thamiris na sala do Marketing. No começo, era o rabugento, mal dava bom dia, talvez por uma certa timidez, natural ao entrar num ambiente novo como aquele. Até o Marco Salgado me inspirava medo. Um diretor de respeito e um boa gente que conheci aos poucos no passar dos dias e dos trabalhos.

(Arquivo Pessoal)

As manhãs eram travadas na assessoria, aprendendo, escorregando (fazia parte), botando na prática o que aprendia, fazendo amigos, conhecendo um novo mundo naquele quarto de sala no andar superior. Aquelas pessoas concentradas em controlar as finanças, em organizar a programação comercial e, claro, em vender anúncios.

Ora, o Sid surgia com um novo anunciante na sala, ou a Fernanda, ou o Roni, ou o Cema… ou quem quer que fosse. Tudo sob o olhar atento do Marcos Fernandes, o diretor comercial da sala ao lado. Haviam metas a bater, clientes a prospectar, números a aumentar, e tudo isso era novo, muito novo para mim.

E a Thami? Ali do lado, as vezes num pulso-firme que me dava medo (admito), mas não vamos mentir, muito além da competência comprovada por anos de casa, era uma moça meiga, parceira e sorridente nos momentos de descontração… E não é rasgação de seda nem puxação de saco, longe disso! É puro reconhecimento que tive uma boa professora lá dentro e, se Deus assim permite-me, uma boa amiga que quero carregar na lembrança, seja nos puxões de orelha, nos risos ou nos dias que a labirintite dela atacava. Querida Thami…

(Arquivo Pessoal)

Voltando ao expediente, durante o dia, aquele clima ora normal, ora agitado, de produção de notícias, atendimentos, de algumas risadas e brincadeiras que eram, vamos dizer, permissivas dentro dos limites. A primeira vez que desci na redação, naquele 11 de março de 2013, não vou mentir que tive um calafrio. A gente estava nariz a nariz com pessoas que, a uns dias atrás, só conhecia por estarem na TV. Aquele deslumbramento de qualquer jornalista em início de carreira, claro.

E você acha que ninguém respira direito numa redação de TV? Sim, ninguém respira direito. Estagiando comigo estava outro baita dos nosso profissionais: Fabrício Rigon. Era o primeiro a qual perguntava das pautas do dia que davam posts no Facebook da emissora ou no Twitter do Jornal do Meio-Dia (JMD) ou do Ver Mais. Competente, não vou mentir. Hoje está voando por ai sempre sorrindo e sempre de rotina frenética e meticulosa. Merece os louros, sem dúvida, pelo bom trabalho que desempenha, onde quer que esteja.

(Arquivo Pessoal)

Enfim, perguntava a ele das pautas, sendo que ora era ele ou o bom galo João Paulo que me respondia do que ia ser destaque no Jornal naquele dia. Depois dele, o encontro mais doce do dia, posso seguramente dizer. A produção do Ver Mais, nas mãos da Rafaela Costa, que não exitava em abraçar um estagiário ainda meio tímido no meio da selva. Mas ela, ao meu ver, era a mais doida da redação. Se não estava sentada escrevendo, estava em pé quase sem parar, sem respirar, fazendo esvoaçar as roupas floridas, coloridas e alegres que vestia… Saudades dela, muitas…

E no cubículo perto da porta dos fundos, lá estava o vulto do comandante daquela fábrica. Sempre acompanhado por um copo de café preto, preparando cabeças de matérias ou chamadas e, por momentos, com o Samsung Galaxy azul colado num dos ouvidos. Na mesa, uma foto junto dos filhos e alguma lembrança do Grêmio, time do coração made in Rio Grande do Sul. Entrar naquela sala não era, para os fabricantes ali fora, como entrar numa sala de um presidente. Era, para muitos, o professor que estava ali dentro.

Era o bom e velho Gonça que estava ali, com o óculos, os trejeitos e as jogadas de um velho lobo da notícia que cativava aos amigos ali fora. Eu? Ora, ainda pisava naquela sala com um certo, vamos dizer, cuidado. Ele era meu professor há pouco tempo e foi ele quem abriu a porta da emissora para entrar e aprender. E eu também escorreguei, dei barrigada, deixei chance de lado… Ele sabe bem, mas tudo aprendizado, tudo que faz parte da primeira experiência.

(Arquivo Pessoal)

Bem, após a rotina na assessoria, vinha o calor do momento. Do meio-dia ao começo da tarde, era no estúdio e na redação que a coisa esquentava. Ninguém parecia respirar naquela 1h30, mais ou menos, de JMD. O José comandando, as vezes me pedindo dicas e sugestões sobre como eu deveria operar o TP. Alias, o velho Teleprompter foi uma espécie de confidente naqueles dias ora confusos mas recheados de lições. E como uma máquina podia fazer isso? Vai entender…

O José, o louro José para o Coutinho (o bom homem do tempo da emissora), era a estrela, mas não era intocável. Era um bom sujeito que tinha proximidade com todos, até comigo, um modesto estagiário curioso para saber o que se passava por trás do tal cara do JMD que todo mundo falava. Dentro do estúdio, nos intervalos, trocava instruções e algumas brincadeiras entre os cinegras ali presentes, ora o Oda, o Jorge, o Paleta, o Carrasco, o Jair, o Banana, quem fosse o cidadão feliz (e galo bom de briga na lida diária) que operava as câmeras no palco.

E pensar que, para eles, não sou André, sou o Portuga, por observação do José, que me reparara nos primeiros dias com a caneta BIC cristal no ouvido, coisas do tempo de talhador…

Enfim, de volta ao jornal, entrava na roda também o Emerson com os destaques do esporte. Caramba, e ele é bom. Não é a toa que o chamo até hoje de guru. Tem até hoje uma expertise que estou pra ver alguém igualar neste campo. Era um parceiro lá dentro, brincalhão em vezes e dono de uma letra que só um tradutor de mandarim entenderia. Mas tudo bem, fora os garranchos, era o cara que mais dava pauta para meus releases lá dentro. Sem mentira, o Memórias do Esporte, ate hoje, me faz o aplaudir pela iniciativa.

(Arquivo Pessoal)

Bom, vamos voltar de vez ao jornal! Aos dez minutos para entrar no ar, eu tomava posição no TP para conferir tudo. Estava entre gente boa, profissionais da melhor qualidade, alto calibre e gente alegre, que deixava o clima mais leve lá dentro do gélido switcher. Do lado direito, o Mac que soltava as matérias. Ora era o Pedro Bof no comando, sempre muito observador e sorridente, ora era o Mathias, cheio de cuidados necessários e conferencias por mais de vezes antes de voltarmos dos intervalos…

Mas, o parceiro de longa data ali era o enigmático Gutz. Nada de Wilson, seu nome primeiro, era o Gutz mesmo, o DJ Gutz, o cara que, quando dava o horário de sair da emissora, simplesmente saia e pronto. Sempre disposto a um papo, não perdia a chance de brincar e rir um pouco, contar do ambiente da emissora. Era uma alegria, um momento de tranquilidade (e de irritação pra Thami, que sempre perguntava por que eu demorava para voltar para a sala). A amizade passou para fora da emissora, e até hoje ele manda algum sinal, mesmo que a correria dos dias não permita tanto.

Do lado esquerdo, talvez os botões mais importantes de toda a emissora: o da mesa de corte. Em vezes, era operada pelo Deluca, talvez (e na minha modesta opinião) o melhor profissional de operação de TV que já vi no estado. Sem exagero, o cara é bom. Serio quando necessário, descontraído quando necessário, e fazia daquela mesa quase uma brincadeira, trocando as câmeras com uma visão que estou pra ver alguém fazer igual.

Ele revezava a função com o Calça, reverenciado pelos que hoje o conhecem pelas melodias atendendo pelo nome de DJ André Heat, um xará no meio dos tantos Alexandres da casa. Sempre no estilo, na beca, de boné na cuca e descontraído nos papos, era outro baita dos bons que operava bem o corte, além de todo aquele lance pop/soul/rapper que ele trazia nas palavras. Um sujeito movido a música, como eu reparava bem.

Outras vezes, quem tomava conta da mesa era o Thiago Philipps, que apesar do sobrenome, não tinha nada a ver com a famosa marca holandesa de eletros. Brincalhão, com histórias mirabolantes e um senso de humor que, as vezes e sem querer, passava até dentro do estúdio.

(Arquivo Pessoal)

Atrás de nós, as entradas e saídas dos comerciais coordenadas com precisão cirúrgica pelo Marinho. O baixinho que, por vezes, nos assustava com as voltas dos reclames mas que tinha, nos dedos, o contato mais próximo com a matriz nacional. As instruções que vinham de longe, os detalhes de cada bloco comercial, nada podia falhar. Mas ele não era máquina, era um sujeito dos mais boas-praças possível, além de um amante da boa música, que eu pude descobrir em bons papos com ele.

Durante o JMD, algumas vezes, era surpreendido com a entrada de algum dos produtores. do galo João, do Fabrício e, claro, da Roberta. A dona-moça do Emerson, a mãe mais feliz daquela casa. A Beta mesmo era a que me fazia encolher na cadeira nos momentos que ela entrava, alucinada, para mudar uma matéria de lugar ou acrescentar uma informação. Ela sabe bem disso porque já contei a ela sobre (e se não, ai está!). Mas era um show de competência, de meticulosidade que impressionava a cada abrir e fechar da porta do switcher.

A turma da reportagem, orgulhosa com as matérias do dia, surgia no switcher para ver o material do dia no ar. A Danubia mal aparecia, sempre concentrada na nova matéria de daqui a pouco que estava sendo editada pela Bruna, ou pelo Paulinho ou por… ela mesma, naquela correria de sempre. Alias, apesar do tempo apertado, lembro sempre de uma frase que o Paulinho dissera pra mim: a gente consegue fazer muita coisa em 30 segundos. E era pura verdade.

Outros galos apareciam, do nada, dentro da sala para ver as matérias do dia ou para trocar informações. O Pereira era um deles, sempre extasiado com o resultado do relato policial que dava e que preparava com um esmero que me espantava. Era tanto extasio que eu mais o observava, mal trocava palavras. Outra era a Marina, que encantava a turma (e encanta ainda hoje) com os textos que pareciam dar uma poesia a matéria. A Gisele também aparecia, raramente, ou quando não a víamos na redação digitando concentrada o texto da próxima matéria ou nos contatos da parte da tarde.

Ou, então, a Caroline, da sucursal de Brusque, que as vezes vinha junto do fiel escudeiro, o cinegra Lucas Bondan, para editar matérias na matriz. Era uma moça que eu simpatizava, sempre carinhosa e alegre e pronta para um rápido papo. Nos tempos de JASC (como foi em 2013, tendo Blumenau como sede) ela estava por aqui muitas vezes.

Agora, aquele que fazia a turma parar de falar para observar o material era o Walfrid. O cara de Rio do Sul que, em vezes, fazia verdadeiras obras em matéria de reportagem. Não eram tantos recursos que ele e o cinegra, Alex Cole, tinham as mãos. Mas, acredite, já vi de tudo do cara que, praticamente, abria minhas retinas e as retinas da turma de uma forma espantosa. Da mais simples a mais complexa, a criatividade dele era algo espantoso.

(Arquivo Pessoal)

Enfim, entre merchans e promoções (Maleta, bolinha, caixa…), vinha o Ver Mais, o programa de variedades da tarde. Eu ali, quieto, rodando o TP e obedecendo fielmente cada instrução possível, aprendendo e assimilando, rindo com os outros da sala, passando alguma correção de GC para o Paulo Leite e aguentando o frio da sala, que tinha temperatura baixa para evitar que os aparelhos desligassem com a alta temperatura gerada. Nada de calor humano, ali era no frio mesmo… e imagine no inverno!

Peguei, bem dizer, cinco apresentadoras diferentes no Ver Mais, mas delas, duas eu peço licença para contar mais em detalhes. Nos tempos da Susan, quando ela tinha lá seus compromissos externos, a Liliane era a que assumia o comando… Mas ah, a moça de Cruz Alta (RS), também outra das tantas moças frenéticas da redação. Lili, para os que ali estavam, era quase uma camaleoa que tinha suas alegres facetas diante das câmeras: A moça reserva do Ver Mais, a Repórter Frida, a moça do Chutando o Balde, a Pipoca que controlava tudo com um sorriso e seriedade, especialmente quando o Gonça não estava. Mas, para mim, ela sempre vai ser a Lili, sempre alegre no último nível, sempre agitada e ocupada, mas parceira para toda vida, uma baita profissional e amiga que vem destes tempos até hoje, podem perguntar para qualquer um e vai ter uma referencia muito alegre dela…

Bom, depois da Susan, eis que assisti a vinda de volta ao lar da Cinthia. A tal Cinthia Canziani que tinha surpreendido a cidade entre o Ver Mais e a passagem pela RBS, e que voltava a casa depois de um breve hiato. Se eu tinha uma preocupação enorme com o TP e o tempo das entrevistas, rigorosamente (e loucamente) controlados pela Rafa nos bastidores, a Cinthia tratava de suavizar e tocar com uma facilidade a atração que me espantava muito diante do que eu via. Ela botava pra quebrar, fazia todo mundo rir, aliviava o ambiente, não tinha frescura e fazia da revista eletrônica um programa bem próximo do público, tão próximo quanto o programa seguinte.

E se alguém pensa que ah, a Cinthia é da alta, é esnobe… trate de mudar essa visão agora! Eu, na minha simplicidade de estagiário, era incapaz de manter a seriedade até mesmo quando ela, irritada, errava o texto da chamada. Sempre brincalhona e alegre, disposta para um papo. Não a vejo há algum tempo e espero que esteja bem e mantendo o sorriso. Aquele mesmo sorriso que eu via todo dia no meu deslumbre de estagiário.

(Arquivo Pessoal)

Alias, falando no Ver Mais, costumo pensar que ele era mais agitado até mesmo que o jornal em si. A Rafa entrava e saía daquela sala umas mil vezes por dia, alucinada, mudando matérias de lugar nos blocos, falando algo no ponto para a apresentadora, recebia convidados, colocando gente na linha do programa. Nossa! As vezes entendia as olheiras nos seus olhos castanhos, eram o ritmo dos dias que não pareciam permitir descanso a ela, de forma alguma. A Lili e a querida Andressa sempre buscavam ajuda-la quando necessário, para dar um alívio, mas era uma confusão organizada e que terminava sempre bem, ao menos das vezes que lembro ainda hoje.

Enfim, o Ver Mais terminava, hora de retornar a casa para me preparar para a aula daquela noite na faculdade. Era outro dia que encerrava, nem sempre no mesmo horário, mas encerrava. A redação parecia ligeiramente adormecer até o noticiário da noite, que seria ancorado pela Ediani, que chegava a casa quando estava de saída. E foram quase 365 entradas e saídas daquele mundo, passando uma enchente, um JASC, uma Oktoberfest, um Natal e Ano Novo, enfim… um universo de coisas que não escapava das câmeras da emissora, dia após dia.

(Reprodução)

A RICTV Record ainda está lá, naquele mesmo endereço na Ponta Aguda, próxima da Ponte de Ferro, numa caixa quadrada de tijolos a vista para qualquer um. Está diferente, é verdade. Muitos dos contemporâneos que contei aqui não mais estão por lá dentro. Hoje voam em outras plagas, outros desafios, sempre recordando daquela casa com um misto de nostalgia e reverencia. E não é para tanto, muitos deles, assim como eu, começaram suas jornadas na imprensa ali, sob o julgo da Record, a mais antiga das emissoras brasileiras atualmente.

E eu? Bem, o que posso dizer? Vocês passaram por um dia dentro da RICTV comigo na mente e nas linhas. Há tantos detalhes nessa história toda que, certamente, daria um pequeno livro. A Milena Ceribelli na minha porta, o Cantinho do Rabugento, o Noel Junior na Reciblu, a assessoria de informática que eu dava ao Marco, a alegre visita aos colegas de Florianópolis, a assessora de Itajaí, o Gerson de Souza… Foi um ano que, parece pouco ao olhar de quem vê por fora, mas que foi recheado de sensações únicas que talvez só um jornalista ou profissional de TV pode contar em detalhes tão preciosos que ainda residem nas minhas lembranças.

Mil perdões, por favor, a quem eu posso ter esquecido nesses relatos todos, que faço pela primeira vez. A simpática Bia, as conversas com a Amanda e a Katlyn na recepção, os papos filosóficos do Marcio, a lavagem de louça com o Jocemar, a Joceli e a Claudia no controle das finanças, as confidências e conversas alegres com a Simone entre os roteiros do OPEC, a amizade e risos com o super Mendez, os dias e cafés que dividi com a querida Fran, eterna amiga/irmã de faculdade… Ah, a memória trai quando queremos lembrar de tanta coisa. Dá um livro, já disse…

Bem, e quem acha que sinto-me mal pelos deslizes e chances que perdi por lá, acredite, tudo isso faz parte. Para qualquer jornalista que está começando, escorregar e dar de ombros com alguma chance de trabalhar e conhecer faz muito parte deste processo. A RICTV Record Blumenau foi uma passagem tão fantástica como a FURB, o Hospital Santo Antônio, a Intendência do Garcia e tantas coisas mais onde aprendi, fiz amigos e vivi grandes momentos. Sempre estará nas minhas lembranças e no meu coração, mesmo que muitos já tenham me esquecido e que eu possa deixar algo se apagar no cotidiano agitado.

Jamais devemos esquecer de nossas origens, diz o sábio. E ele não poderia estar mais certo. É impossível esquecer delas, especialmente quando se é um jornalista em constante construção. Afinal, a trajetória de vida profissional de qualquer um tem fundamento sólido, e este meu fundamento no mundo da notícia sempre terá um nome apenas: RICTV Record Blumenau.

Abraços e saudades. E, como dizia Paulo Alceuenquanto isso, a vida segue.

2 comentários sobre “RICTV Record Blumenau: Recordando (e reverenciando) as origens

  1. André,
    Já falasse da TV Coligadas (que será eterno) e outras emissoras, agora Ric Record e sua passagem por lá, comentando sobre pessoas tão significativas que tivesse o prazer de trabalhar e aprender. Assim com tantas atividades o jovem “Portuga” vai seguindo seu caminho de Jornalista e memorialista com muito sucesso pela frente a desvendar e usufruir.
    Parabéns por mais esta reportagem.
    Como um tal de Portuga diz aqui neste texto, “Vida que segue” ….
    Adalberto Day cientista Social e pesquisador da história em Blumenau.

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