Gramming & Marbles (MotoGP): Rossi magistral e Dovizioso líder na catedral de Assen

Após mais de um ano, o mito maior da categoria voltou a vencer e em grande estilo. É a décima vitória de Rossi na Holanda. Agora faltam apenas sete triunfos para alcançar o imortal Giacomo Agostini e suas 122 vitórias. (Reprodução)

(Douglas Sardo)

Se você é fã da MotoGP com certeza não se arrependeu de ter acordado mais cedo para ver um verdadeiro desbunde de automobilismo na Catedral da categoria, no circuito de Assen, Holanda.

E se você é fã de Valentino Rossi, bom, aí você realmente tem muitos motivos para estar com o sorriso de orelha à orelha. O Doutor mostrou toda sua intimidade com a pista e numa performance que desafia as leis do tempo, derrotou o incrível Danilo Petrucci com a Ducati da Pramac. É o constante desafio as leis do tempo. O italiano já tem 38 anos e segue capaz de fazer corridas como a de hoje após ficar mais de um ano sem vencer. Um mito do esporte.

Mas Valentino não é o líder do campeonato. Essa honraria cabe a Andrea Dovizioso. E diga-se, desde 2009 com Casey Stoner que um piloto da Ducati não liderava o mundial da MotoGP. Quer mais? Maverick Viñales caiu e agora está quatro pontos atrás de Dovi e apenas três à frente de Rossi, que por sua vez está apenas quatro pontos à frente de Marc Márquez.

Nós falamos no texto da Catalunha que se chovesse em Assen o campeonato pegaria fogo. Nem precisou da chuva, uma garoa já foi o bastante…

Rossi 10X Assen

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A chegada insana em Assen. Petrucci segue batendo na trave. (Reprodução)

Podemos começar pelo seguinte: nas últimas semanas algumas pessoas se perguntavam se as chances de título de Valentino Rossi estavam acabadas esse ano. Quer ver? Segue o link da Motorsport Magazine.

Não nos leve a mal, os caras da Motorsport são sensacionais. Mas é sempre encorajador quando profissionais como eles fazem apostas furadas, pois mostra que não somos só nós do G&M que escrevemos coisas do tipo: a Foyt vai ser muito forte esse ano na Indy.

Portanto, depois de ser dado como carta fora do baralho, Rossi vence, quebra uma de suas maiores secas (ele estava há mais de um ano sem vencer) e ainda vê Maverick Viñales sofrer um tombo para abrir totalmente o campeonato. E eu volto a dizer: numa temporada como essa, com Marc Márquez revivido, Viñales e Dovizioso andando muito bem, além dos Zarcos e Petruccis da vida, eu consigo ver perfeitamente Rossi se mantendo na briga com consistência enquanto seus rivais mais jovens se digladiam por vitórias.

O décimo título ainda é possível e seria a coroação final para um esportista que é quase indescritível. E fazer o que Rossi faz, à essa altura, nessas circunstâncias e contra essa concorrência? Quantos conseguiram? A corrida na Holanda foi disputada em ritmo completamente insano. O Doutor se manteve no páreo contra Johann Zarco, que tem 12 anos a menos que ele. Sem falar de Marc Márquez que tem apenas 24 anos e já é um tricampeão da MotoGP.

Para colocar mais dificuldade, caiu uma garoa rasteira na parte final da prova que deixou a Ducati na melhor condição possível. Danilo Petrucci fez de tudo para vencer, mas seu bote final acabou sendo impedido pelo lamentável Álex Rins. Claro que dá para argumentar sobre esse lance de retardatário, mas não dá para negar: Rossi foi genial mais uma vez.

Petrucci rejeitado por Rossi. E Rins…

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Petrucci acossou Rossi. Mas sua primeira vitória continua lhe iludindo. (Reprodução)

Bom, temos que falar de Danilo Petrucci. E eu sei bem que muita gente estava torcendo para o piloto da Pramac (o André, por exemplo). Desde o treino classificatório ficou evidente a força das motos de Bologna em pista molhada. Um excelente sinal para o time, pois como falado aqui anteriormente é muito importante que as Desmosedici mantenham sua vantagem nesse tipo de condição.

Provavelmente Andrea Dovizioso lutaria pela pole-position, não tivesse sofrido um tombo ao tentar encaixar sua volta. Coube a Danilo Petrucci honrar as cores vermelhas e colocar a Ducati (da Pramac) na primeira fila, em terceiro lugar.

E justiça seja feita: ele fez por merecer uma vitória na Holanda. Petrucci andou entre os líderes o tempo todo e depois que a garoa apareceu ele se destacou ainda mais. Só não conseguiu superar Rossi. E reclamou bastante de Rins por aquela atrapalhada no final.

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Após a chegada, Rins foi bater um papo com Petrucci. Não deve ter ouvido coisa boa não…(Reprodução)

Esquecendo um pouco essa polêmica, falemos do momento do italiano: ele teve algumas chances ano passado e não aproveitou. Petrucci poderia até ter vencido uma corrida naquele miolo de campeonato insano em 2016. Agora, após um tempo nas sombras, ressurge dessa forma. São dois pódios nas últimas três corridas.

Vale lembrar ainda que ele caiu na Catalunha quando lutava por boas posições também. Essa vitória está madurando…

Grande resultado para Dovizioso

Como dissemos, Dovizioso teve a chance de fazer a pole mas se afobou, caiu e mal conseguiu completar uma boa volta no meio da chuva. Dá para pensar que ele teria lutado pela vitória se tivesse largado de um lugar melhor que o nono posto.

De qualquer forma, o discreto italiano saiu com um baita lucro. Após uma corrida de muita inteligência, aguentando pressões de Andrea Iannone, Viñales e outros, Dovizioso fechou num quinto lugar muito interessante para suas pretensões (lembre-se, essa pista não era boa para a Ducati em condições normais) e com o tombo do Mavecão, eis que Dovi é o novo líder do campeonato. A última vez que um piloto da Ducati havia liderado a tabela foi em 2009, com um tal de Casey Stoner.

Dovizioso está totalmente nessa briga e isso é sensacional! Mal posso esperar pelo próximo fim de semana!

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Após quase uma década, a Ducati tem o líder do campeonato. (Reprodução)

Os 10 Mais – Corrida

1 – Valentino Rossi (Yamaha)
2 – Danilo Petrucci (Pramac-Ducati)
3 – Marc Márquez (Honda)
4 – Cal Crutchlow (LCR-Honda)
5 – Andrea Dovizioso (Ducati)
6 – Jack Miller (Marc VDS-Honda)
7 – Karel Abraham (Aspar-Ducati)
8 – Loris Baz (Reale Avintia-Ducati)
9 – Andrea Iannone (Suzuki)
10 – Aleix Espargaró (Aprilia)

Os 6 Mais – Campeonato

1 – Andrea Dovizioso (115)
2 – Maverick Viñales (111)
3 – Valentino Rossi (108)
4 – Marc Márquez (104)
5 – Dani Pedrosa (87)
6 – Johann Zarco (77)

Márquez sai fortalecido de Assen e é favorito desde já para Sachsenring

Muitos pilotos ganharam nesse GP da Holanda e Marc Márquez certamente está entre eles. Assim como Rossi, o atual campeão estava meio desacreditado na briga pelo título. Mas após as reviravoltas da prova holandesa, La Hormiga ficou há apenas 11 pontos da liderança.

O espanhol mais uma vez mostrou toda sua categoria, apesar de ter fortalecido uma certa freguesia contra Valentino Rossi em disputas mano a mano. E é bom lembrar: a próxima etapa é na Alemanha, em Sachsenring. E Márquez não perde lá desde 2009!

Ele é uma força da natureza nessa pista e eu apostaria meu dinheiro nele para a corrida de domingo que vem. Depois de toda a má fase da Honda e dele mesmo, Márquez pode ir para as férias na liderança do campeonato. Ele vem com tudo na segunda metade do ano, não tenha dúvidas.

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Márquez também reviveu em Assen, apesar de ter perdido mais um duelo mano a mano com Rossi no processo. (Reprodução)

Assen expôs a fraqueza de Viñales

Bom, se tanta gente ganhou na Holanda é porque houve um grande perdedor. E esse obviamente é Maverick Vinãles. O espanhol foi mal no qualify com chuva e sofria para recuperar terreno na prova, quando tombou sozinho e abandonou.

Assim ele perdeu a liderança do campeonato para Dovizioso e ainda vê Rossi e Márquez , embolando totalmente a disputa. Mas pior do que isso talvez seja o fato de que a fragilidade do espanhol na chuva ficou totalmente exposta no treino classificatório. Durante a prova eu estava conversando com o amigo Lucas Cariolli do sensacional Notícias Motociclísticas e concordamos que Viñales é fraco em pista molhada. E essa fraqueza pode determinar os rumos desse campeonato.

Além dessa questão chuvosa, fica outra dúvida: como Viñales vai reagir mentalmente ao golpe de hoje?

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Viñales caiu sozinho, da moto e da liderança. (Reprodução)

Abraham só anda bem na chuva

Agora, tem algo que me chama atenção nesse grid da MotoGP: enquanto caras como Viñales e Lorenzo tem medo da chuva, há um piloto por aí que, por incrível que pareça, só rende no piso molhado.

Você provavelmente se lembra do desempenho assombroso de Karel Abraham nos treinos chuvosos da Argentina no início do ano. Ele ficou com um sensacional segundo lugar no grid atrás apenas de Márquez. E até agora esse tinha sido o único momento de brilho do Tcheco que tinha como melhor resultado um décimo lugar.

Abraham voando na água. Quando chove, ninguém segura o  Pato de Praga, ou Praga’s Duck (Reprodução)

Eis que garoou na prova em Assen e lá foi Abraham mostrar mais uma vez sua velocidade que só aparece na chuva.  Ele me lembra o piloto irlandês Derek Daly da F1. Talvez poucos vão lembrar, mas Daly, apesar de ser notoriamente medíocre, costumava andar rápido na chuva como você pode conferir em corridas como o GP da Áustria de 1978, ou a corrida dos campeões daquele mesmo ano, em Silverstone.

Karel Abraham e Derek Daly: pilotos sujeitos à chuvas e trovoadas.

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O saudoso Derek Daly, ou como diria Murray Walker: o irlandês com um bocado de garra britânica. A prova da Áustria terminou no meio do capim. Falei que ele era rápido na chuva, não que ele completava as provas…(Reprodução)

Zarco sentiu na pele a MotoGP

No sábado só se falava em um nome: Johann Zarco assombrou novamente o mundo com seu talento e achou uma volta incrível no molhado para bater ninguém mais ninguém menos do que Marc Márquez na luta pela pole. Mas o domingo reservava uma experiência dura para o francês.

Johann até conseguiu manter a liderança durante as primeiras voltas, apesar dos ataques de Márquez. Mas quando Rossi passou o espanhol as coisas ficaram mais difíceis para o piloto da bela Tech3 Yamaha.

Conhecido por sua habilidade absurda no combate, o Doutor tratou de despachar o francês, que não aceitou a derrota e tentou um revide lembrando o incidente dos dois em Austin meses atrás. Rossi não deu espaço algum e Zarco levou a pior, caindo de segundo para quarto num instante.

Abalado, ele arriscou uma troca de motos infrutífera quando a garoa apareceu e terminou em apagado 14º. Zarco com certeza vai lembrar dessa derrota. O primeiro gosto amargo de derrota na MotoGP.

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Zarco em ataque suicida contra Rossi e prestes a perder duas posições. (Reprodução)

Espargaró e Aprilia reagem

Como mencionamos aqui recentemente, o clima na Aprilia é complicado. A direção da equipe não tem poupado críticas ao desempenho pífio de Sam Lowes. E sejamos francos, o britânico não ajudou em nada com mais um tombo nesse fim de semana.

Mas temos que elogiar a fase de Aleix Espargaró. Falamos por aqui no início da temporada sobre o ano ruim do espanhol em 2016 e eis que ele ressurge muito bem nas bandas de Noale. Na Holanda, brigou até por um sétimo lugar e apesar de ter acabado em décimo somou mais alguns pontos importantes. Não fossem os problemas mecânicos recentes ele poderia estar tranquilamente à frente de Iannone no campeonato.

Está sendo muito interessante ver esse desenvolvimento da Aprilia. Espargaró foi uma escolha acertadíssima. Só não se pode dizer o mesmo de Lowes. E para ver como o mundo dá voltas, o time está atrás de Álvaro Bautista para o lugar do britânico. O mesmo Bautista que correu no time até o ano passado…

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Espargaró fazendo bonito com a Aprilia. Mas sinceramente, o time correr atrás de Bautista soa um pouco como um cachorro correndo atrás do próprio rabo… (Reprodução)

O futuro de Crutchlow e da LCR

Definitivamente esperava mais de Cal Crutchlow nessa temporada. O britânico brilhou muito em 2016 e se consolidou como um piloto vencedor, mas em 2017 a história é bem diferente. Apenas um pódio até aqui, na Argentina.

É verdade que ele fez recuperação espetacular em Assen, pois anda sempre muito forte em pista molhada. Poderia até ter pego um pódio. Fechou em quarto. O fato é que durante a semana a equipe LCR assinou um contrato para os dois próximos anos com ele.

Honestamente, acho que o acordo é melhor para Crutchlow do que para a equipe. Ele já tem 31 anos, parece que não vai evoluir de sua pilotagem inconstante e nesse novo contrato ainda vai receber o apoio de fábrica da Honda, algo que será interessante de se acompanhar em 2018.

Mas há uma outra novidade: a LCR terá um segundo piloto a partir do ano que vem. E será o japonês Takaaki Nakagami, que vêm mostrando velocidade na Moto2. Vai ser uma das histórias mais interessantes de 2018 essa da LCR, sem duvidas.

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Crutchlow terá ajuda de fábrica em 2018. Mas o pacote completo inclui um galo japonês que pode lhe dar muito trabalho. (Reprodução)

Miller consegue melhor resultado do ano

Após longo e tenebroso inverno, Jack Miller, o nosso eterno Jackass, voltou a brilhar. Não muito, mas o suficiente para pegar um sexto lugar em Assen, o melhor resultado do motoqueiro transviado nessa temporada. Não por coincidência, na mesma pista onde ele venceu no ano passado.

Assim como seu amigo de fé, Cal Crutchlow, Miller é bom na chuva e vai ter um novo companheiro de time ano que vem. Tito Rabat não continuará com a Marc VDS em 2018 e dará lugar ao italiano Franco Morbidelli, e essa promete ser outra dupla interessantíssima de se acompanhar.

A MotoGP é espetacular mesmo! Essa temporada 2017 é incrível e não está nem na metade, mas já dá para projetar histórias sensacionais para o próximo ano. Incrível.

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Miller sempre eficiente na chuva. Aqui, despachando Dani Pedrosa e Andrea Iannone. (Reprodução)

Moto2 – Morbidelli sensacional e o acidente assustador de Baldassarri

Bom, esse era o gancho para mudarmos para a Moto2. Franco Morbidelli assinou contrato para correr na categoria rainha em 2018, pela Marc VDS (diga-se de passagem, pela própria casa atual na MotoGP). E ele comemorou em grande estilo: o italiano reafirmou sua força ao ganhar de forma sensacional na Holanda.

Foi uma prova disputadíssima com muitas alternativas e desempenhos excelentes de Thomas Luthi, Mattia Pasini, Takaaki Nakagami, Miguel Oliveira e Álex Márquez. Só que no final, Morbidelli prevaleceu com uma manobra precisa sobre Luthi na última volta.

Eu leio e escuto por aí, conversando com amigos, que Morbidelli é um piloto pronto para a MotoGP. O desafio dele, porém, será grande. Essa transição da Moto2 nem sempre acontece no estilo Johann Zarco. Muitas vezes o piloto se apaga na categoria principal.

De qualquer forma, será espetacular acompanhar a chegada dele e de Nakagami no topo em 2018. O japonês, por sinal, também fez prova excelente e lutou o tempo todo pela vitória.

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Nakagami, Morbidelli e Luthi. Os dois primeiros sobem para a MotoGP. Já o suíço, segue encalhado na Moto2…

Mas o lance dessa corrida realmente foi o incrível acidente de Lorenzo Baldassarri. Se você não viu as Motos na Holanda, a Dorna colocou a MotoGP logo após a corrida da Moto3, mais cedo portanto, para evitar conflito com o GP do Arzebaijão de F1.

Houve a garoa na corrida principal e após a vitória de Rossi tivemos a corrida da Moto2.  A pista ainda estava traiçoeira quando Baldassarri pisou em falso na linha branca e sofreu um high-side assustador. O piloto aterrissou de costas no chão e foi rolando inconsciente pela pista. Os movimentos da cabeça dele são horripilantes.

O susto foi grande e todos temiam pelo pior. Só tivemos a certeza de que estava tudo bem quando ele foi colocado na maca e posteriormente na ambulância, pois as pessoas no autódromo aplaudiram. Sinal de que ele provavelmente estava consciente e havia sinalizado estar tudo bem para o público.

Acima, o vídeo do acidente. Abaixo, Baldassarri no hospital e quase pronto para outra, por incrível que pareça. E não se preocupe, ele já era meio vesguinho antes da batida…

(Confesso!) Eu pagaria para ver a Moto3 

Corro o risco de ser repetitivo, mas não tem como ser diferente. Se eu pudesse escolher um evento automobilístico, qualquer um, para prestigiar da arquibancada, acho que escolheria a Moto3. Mais do que a MotoGP, mais do que a F1, mais do que a Indy, Le Mans, enfim…

Não é a maior competição, obviamente. Nem a melhor. Mas é a mais espetacular! Você não consegue tirar os olhos da TV com algo assim, é sensacional! Eu fico imaginando como deve ser incrível vivenciar uma prova dessas de uma arquibancada. Nesse domingo, na Holanda, tivemos uma bela vitória de Áron Canet, naquele jeitão típico da categoria com todos chegando juntos.

Mas quem roubou a cena foi o prata da casa, Bo Bendsneyder. O laranja cruzou a linha de chegada caindo! Lance sensacional. Só achei uma pena terem desclassificado ele da prova. Totalmente injusto…

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Como completar uma prova…em grande estilo. (Reprodução)

De qualquer forma, Joan Mir teve uma prova difícil e fechou em nono, ficando com 140 pontos contra 110 de Canet. O espanhol continua mandando no campeonato, ou, como queiram chamar, no jockey clube da Moto3.

Bem, hora de passar a régua nesse G&M! Semana que vem não tem Indy, nem F1, mas tem MotoGP em terras tedescas. Corrida em Sachsenring, imperdível!

Até lá, e ficamos com essa imagem incrível de Marc Márquez (que eu acredito, deve vencer domingo que vem) literalmente deitado no asfalto ao negociar a curva.

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Márquez esmirilhando, literalmente! (Reprodução)

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