Som n’A BOINA #23: Elvis em 10 momentos

Foi na manhã de 16 de agosto de 1977 que o mundo do Rock tomou um tranco violento, talvez ao qual jamais poderia ter tomado igual em tanto tempo. Encontrado pela sua então namorada naqueles idos, Ginger Alden, no banheiro da majestosa Graceland, em Memphis, estava desfalecido no banheiro aquele que, há cerca de 20 anos atrás, escandalizava e embalava o mundo com a música energética e o rebolado hipnotizador de brotos. O filho de Gladys e Vernon estava morto: Elvis Aaron Presley.

A música não queria ter acordado na manhã seguinte com esta notícia que, tão logo surgiu, fez surgir do nada uma multidão de fãs desolados nos portões da magnífica mansão cartão-postal do Tennessee. Artistas, empresários do mundo fonográfico, parentes, amigos, de tudo um pouco aparecia naquela calçada que ficou pequena diante do que havia acontecido naquela grande casa.

Passaram-se 40 anos, os reflexos do que Elvis era e representou continuam vagando pelo mundo da música e pela cultura pop. A vasta cabeleira, a dança contagiante, a voz ora melodiosa ora energética, o senso de humor e a rebeldia, o pacote completo de um roqueiro pioneiro que vinha junto do jovem de Tupelo, Mississipi, que mal tinha deixado um coral da igreja que frequentava para conquistar outros corações: os de fãs desesperadas que faziam de tudo para levar uma nasca das vestimentas do ídolo para seus lares e corações.

Em 1977, Elvis ainda era capaz de tomar conta do palco, encantar o público e fazer arrepiar as admiradores. Infelizmente, por trás das roupas brilhantes estava um cidadão fadigado pelo trabalho, um tanto solitário e lutando contra seu demônios, os mesmos que o levariam a morte, naquela manhã de 16 de agosto (Reprodução)

E Elvis ainda é nome-grife. Suas músicas ainda geram receitas gordas, seus produtos ainda estão em algum canto da moda e vendendo e tudo em que ele acreditou e praticou nos anos em que esteve na crista da onda, hoje, são parte da cartilha básica para qualquer promissor astro da música seguir, sendo umas seguíveis e outras, naturalmente, esquecíveis. Mas, por trás de toda uma carreira sempre há grandes histórias, e Mr. Presley escreveu algumas curiosas, várias, que dariam quilômetros e quilômetros de bons livros.

E para o SnaB, cada história vale. Mas vamos prestar a merecida reverencia ao Rei do Rock com a recordação de 10 passagens pitorescas da vida de Elvis. Desde os primórdios até os dias atuais, onde sua obra segue sendo cantada, lembrada e adorada por uma legião ao redor do mundo.

Então, sentemos bem confortavelmente e comecemos de vez nossa viagem no tempo!

1 – Está tudo bem, mamãe!

Tudo começou com ela, pura e simplesmente. Gravada em 5 de julho de 1954, lançada alguns dias depois no mesmo mês, composta originalmente por Arthur Big Boy Crudup em 1946 e nascida de um por acaso, a apoteótica That’s Alright (omitindo o Mama no título original), a canção era cantarolada por Elvis durante uma gravação rotineira nos estúdios da pequenina Sun Records.

Foi no pequenino estúdio da Sun Records que o jovem que, antes, era um garoto comportado da igreja, começou a se tornar um fenômeno (Reprodução)

Foi o suficiente, aos poucos os músicos que acompanhavam Presley – Scotty Moore (guitarra) e Bill Black (contrabaixo) se juntaram ao improviso da música. Não demorou nada, o produtor Sam Phillips pediu que repetissem a canção para ele poder grava-la, praticamente de um lance só, ao vivo e em um canal apenas. Era apenas a quinta sessão de gravações de Elvis nos estúdios da Sun, depois de alguns ensaios simples.

Bingo! Nascia um épico que tiraria a Sun da sombra e projetaria aquele garoto de Tupelo para o mundo do ainda juvenil Rock. Bastou a insistência de um DJ local – Dewey Phillips, que o teria rodado nada menos que 14 vezes! – para que o jovem Presley virasse uma celebridade instantânea, mesmo com uma montoeira de gente perguntando o porquê da teimosia do radialista em rodar aquela faixa que dizia apenas estar tudo bem, mamãe.

O Rei estava apenas começando. Os anos 50 ainda estavam no começo…

2 – A peso de ouro para a RCA

A primeira joia com o selo RCA, em 1955. Um dos mais importantes disco do Rock… e da indústria fonográfica em todos os tempos (Reprodução)

Alguns dos grandes artistas da música internacional passaram pelos microfones da Radio Corporation of America, ou RCA para os íntimos. Em 1955, os executivos da gravadora do cãozinho Nipper, cujo faro era infalível, já tinham uma nova estrela nos radares, e era justamente um garoto maluco, que rebolava freneticamente e ensandecia uma platéia feminina em cada apresentação.

Então, em novembro daquele ano, a RCA abriu o cheque e fechou com Elvis por incríveis US$ 35 mil, até os dias atuais uma das maiores (senão a maior) quantia paga a um artista solo da música. E a RCA tinha bala na agulha para tanto, mesmo com seus estúdios localizados nos fundos de uma igreja, a acústica do lugar era perfeita, o ambiente bem aparelhado e Presley tinha tudo o que precisava as mãos, embora nos primeiros dias as instalações intimidaram o jovem cantor e e seu grupo de músicos.

Foi na RCA que Elvis continuou – e intensificou – sua revolução musical, ainda mais depois do lançamento do álbum de estreia, com clássicos como Blue Suede Shoes, Just Because, e outros tantos sucessos. Foi o primeiro disco da RCA a ultrapassar a barreira de 1 milhão de cópias vendidas em menos de um mês, além de ser considerado um dos mais importantes da história fonográfica.

E os caras da Sun? Bem, o dinheiro da contratação serviu para reformar o espaço da gravadora, que podia continuar revelando talentos. E a grade da Sun é respeitável. Além de Elvis, por lá passaram gente do calibre de Johnny Cash, Jerry Lee Lewis, Roy Orbison, Carl Perkins e por ai vai.

3 – Quatro jovens de um milhão de dólares

Naquelas alturas de 1956, Elvis já estava inserido num seleto grupo de homens que, contrariando todos os choros dos conservadores críticos musicais daqueles tempos, estabeleceram um novo ritmo, um novo estilo musical nas prateleiras das lojas de discos e nas programações de rádio. E além do veterano Bill Haley e de outros, três deles estavam nesta galeria junto com Elvis: Johnny Cash, Jerry Lee Lewis e Carl Perkins.

E para a alegria da história, estes quatro resolveram, certa feita, se divertir um pouco nos estúdios da Sun Records num gélido 4 de dezembro daquele ano. Uma verdadeira jam season primorosa que recebeu o nome bem pensado de Million Dollar Quartet, e não podia valer menos, os quatro eram parte do grupo seleto de pioneiros do Rock, e naquele dia saíram algumas canções das boas vindas da criatividade dos quatro, algumas versões e outras composições inéditas, que ao longo dos tempos eram lançadas em coletâneas bem vendidas.

Do quarteto original, o alucinado Jerry Lee Lewis é o único sobrevivente, até mesmo da formação especial do grupo feita em 1977, em homenagem ao companheiro recém-falecido e tendo, em caráter especial, a voz de veludo de Roy Orbison:

4 – Die Kaiser von Rock’n Roll

Então chega 1958, e Elvis continua estourando pelos EUA. Entrou no mundo do cinema, novos sons nascendo e legiões de fãs o seguindo a cada passo. Ai, eis que (senão, quando) o Serviço Militar americano resolver dar uma batida na porta do moço para lhe chamar a servir o país. Uma notícia que pegaria o mundo do Rock de surpresa, e as fãs de supetão, claro!

Eis o oficial Presley durante o serviço militar que o levou a Alemanha em 1957. Apesar de tanto se falar que o tratamento foi igual como um soldado, a vida de Elvis por lá não foi tão “comum de um soldado” quanto se pensa (Reprodução)

Ele recebeu a notificação ainda em 1957, o que lhe pegou totalmente desprevenido. Agora, o salário milionário seria substituído pelo de um militar americano simples, ou seja, uns míseros US$ 83 por mês. Mas como bom americano, o agora soldado Presley não fugiu a luta do seu país. Seguiu todos os passos de um recruta comum e seguiu rumo a frente de serviço na Alemanha, ainda ocupada pelos aliados e vivendo os primeiros anos do processo de reconstrução pós-divisão do país, em 1949.

Há quem diga que a passagem de Elvis pelo serviço militar na Alemanha foi como a de um soldado comum, mas segundo matéria do portal de notícias da Deutsche Welle (DW), o tratamento do soldado Presley tinha lá suas diferenças: morava numa mansão alugada junto do pai e do avô, além de ter pouco contato com a vida civil em Freidberg, onde estava alocada sua divisão.

A passagem de Elvis pelo exercito inspirou a produção de G.I. Blues (Saudades de um Pracinha, no Brasil) e trouxe bons ensinamentos ao jovem cantor, como ele mesmo dissera. Prometeu vistar a Alemanha outra vez como civil, mas a rotina puxada pelos EUA, coordenada pelo coronel Tom Parker, impediu que Elvis voltasse ao país.

5 – Em uma noite em 65…

Um encontro entre Elvis e os Beatles: Poderia ter sido assim? (Reprodução)

No meio dos anos 60, cansado dos filmes e numa fase estagnada, Elvis Presley caíra num breve esquecimento por conta dos efeitos da Invasão Britânica e, sobretudo, pelo sucesso de quatro garotos abusados vindos do outro lado do Atlântico, mais precisamente de Liverpool. Os Beatles estavam na crista da onda, vivendo o auge da fama antes de viverem o auge da musicalidade que viria nos anos seguintes, o que colocou nomes do antigo Rock – como Elvis – numa espécie de sombra.

Mas, mesmo um tanto longe dos holofotes, Elvis ainda tinha majestade e admiradores no mundo do disco, e os Fab Four, naturalmente, eram alguns destes admiradores. Tanto que, entre idas e vindas, os Beatles conseguiram fazer uma visita histórica a Presley em agosto de 1965, num encontro que teve três dias de planejamento. A reunião foi em Bel Air, Califórnia, e Elvis ainda estava descansando das gravações de Blue Hawaii (Feitiço Havaiano).

As raras fotos do encontro em 1965. Segundo os analistas, nota-se John Lennon, Elvis e outros nas imagens. Foi como um encontro entre os idolos e o cara que os inspirava (Reprodução)

Para os Beatles, garotos que há anos tomavam Elvis como inspiração, os primeiros minutos do encontro foram de eletricidade pura por estar diante de quem tanto admiravam e se espelhavam. Os garotos demoraram a se soltar, mas ao seguirem a sugestão de Elvis para tocar um pouco, a coisa melhorou. Guitarras vieram e alguns sons saíram naquela noite. Apenas Ringo Starr parecia não se divertir muito, já que não havia uma bateria no local.

O encontrou foi longe, até as 2h, e ficou na história, mesmo sem tantos registros ou fotos.

6 – Tudo ou nada por um Sanduba

Uma provocação calórica era a perdição gastronômica de Elvis: Um sanduba de pasta de amendoim, banana e bacon que o fez viajar por mais de 1700 Km atrás da casa que sabia exatamente como o Rei queria esta iguaria (Reprodução)

Todo bom homem tem um fraco, e não é só de mulheres que falo. Uma bebida específica, um hobby, um lugar, o que for. E para Elvis, o ponto fraco de seus desejos gastronômicos reside numa provocação calórica que, segundo diz a lenda, o fez viajar de Memphis a Denver, no Colorado, atrás dele: Um sanduíche de pasta de amendoim, banana e bacon, especialidade do Colorado Mine Company, antigo restaurante da cidade. Foi um bate-volta de 15 horas de viagem e 1094 milhas, cerca de 1700 Km, em uma noite de 1976.

Controvérsias a esta história ou correções no que realmente Elvis foi atrás para comer em Denver existem, mas que este sanduba era o que animava o seu estômago, isto não dava para se mentir, basta ver pelo visual do prato, bem ao american way of food. E a receita não é difícil, só tostar as fatias de pão de forma levemente e colocar sobre elas uma camada boa de manteiga de amendoim. Depois, adicionar as rodelas de banana suavemente carameladas e fatias de bacon fritas.

E se você quiser tentar essa arrogância em forma de sanduíche, lembre-se: ele tem quase 8 mil calorias em uma porção apenas. Portanto, não tenha pena em estragar sua dieta. Um exemplo de receita é esta do Canal Rango, abaixo:

7 – Elvis bless you. Amem!

Para quem começou a vida de cantor nas fileiras de uma igreja, não seria surpresa levar consigo o livreto de canções cristãs consigo para dentro dos estúdios. Neste ponto, Elvis conseguiu o que parecia ser impossível para um roqueiro: colocar-se como uma figura admirável no meio da canção gospel, com belos hinos que caberiam bem para qualquer celebração, evangélica ou católica.

A igrejinha onde Elvis começou a cantar, em Tupelo. Preservada para a posteridade (Reprodução)

Não seria exagero tacha-lo como o cantor gospel mais bem sucedido de todos os tempos. Até o fim da vida, Elvis gravou várias canções ligadas a igreja, como His Hand is Mine, Crying in the Chapel, He Touched Me, Amazing Grace, If I Can Dream e, claro, a apoteótica How Great You Are, uma velha conhecida dos católicos nos hinários de pequenas capelas a grandes catedrais.

Curiosamente, o último filme protagonizado por Elvis – Change of Habit (Ele e as Três Noviças), de 1969 – foi ambientado, justamente, no meio religioso, onde Elvis era médico-chefe de uma clinica num gueto de uma grande cidade. No final do filme, a melodia Let Us Pray, cantada dentro de uma igreja, encerra a história.

Cena de Change of Habit (Ele e as Três Noviças), de 1969. O último filme de Elvis teve a igreja como plano de fundo (Reprodução)

Para mais sons gospel de Presley, a Rolling Stone fez, em 2015, uma lista com alguns dos sucessos do Rei no mundo religioso. Vale a pena ouvir, mesmo que você seja ateu.

8 – Agente especial Presley, as suas ordens

Em fins dos anos 60, a carreira de Elvis estava no topo outra vez. Faturava alto e gastava como queria, mesmo tomando de dedo de sua mulher, Priscilla, e de seu pai, Vernon, pela gastança desenfreada. Mas outra estava encafifando a mente do cantor: como ajudar seu país sem ser apenas gravando músicas, cantando e deixando o pessoal feliz? E nos fins daquela década louca, os americanos estavam mesmo atolados em alguns pequenos problemas, que iam das drogas em ascensão ao conflito do Vietnã.

Elvis junto de Richard Nixon: Nada de um alozinho simples, o objetivo era ser agente federal contra as drogas (Reprodução)

E esse pensamentos, Elvis chegou a uma ideia que parecia estranha, mas na sua mente, era uma forma de mostrar como poder ser patriota por debaixo dos trajes de shows: ser um agente federal independente da divisão de narcóticos. E para isto, o Rei não se vexou e pediu, mesmo que de supetão, uma audiência ao então presidente Richard Nixon, na Casa Branca.

A BOINA já recordou, em maio, esta história maluca e marcante, que rendeu as fotos mais requisitadas do Arquivo Nacional dos EUA. O encontro valeu até filme, lançado ano passado e que remonta (ou tenta remontar) de forma cômica este encontro entre o Rei do Rock e o então homem mais poderoso do mundo.

9 – Bossa Nova por Elvis

Mesmo sem nunca ter tirado o pé dos EUA para shows (coisa da mente fechada do lendário “coronel” Tom Parker, seu empresário), Elvis era unanimidade também fora da “terra do Tio Sam” mesmo sem ter pisado fora dela. No Brasil, a Elvismania motivava a música e a cultura pop ainda insipiente nos anos 60, mas tomou proporção nos anos 70, com publicações, coletâneas e outros produtos que eram procurados ávidamente por seus admiradores. Não a toa, o Brasil está entre os dez países como o maior número de fãs do Rei.

O genial Luiz Bonfá, o único brasileiro que colocou uma composição na boca de Elvis (Reprodução)

No entanto, quem acha que não pode duvidar, mas Elvis já teve contato e até emprestou sua voz para uma canção escrita por um brasileiro: trata-se do genial compositor da Bossa Nova, Luiz Bonfá, violonista exímio e autor de sucessos imortais do estilo como Manhã de Carnaval, Samba de Orfeu e outros. Em 1967, trabalhando nos EUA, Bonfá foi apresentado pela atriz Ava Gardner à Elvis, que procurava um compositor para canções do novo filme que estava a caminho: Live a Little, Love a Little (Viva Um Pouquinho, Ame Um Pouquinho). E o virtuoso violonista virou um destes compositores.

O encontro de ambos demorou três meses para acontecer, mas veio. Em 1970, o disco trazia como faixa-titulo aquela que seria a única composição de um brasileiro cantada por Elvis. E a melodia, sutil como não poderia deixar de ser uma Bossa Nova, vale a pena ser ouvida:

10 – O Rei se vai, a corte fica (toca, canta e encanta)

Para encerrar, talvez uma das experiencias mais sem igual que houveram em muitos tempos. Com a morte de Elvis, uma legião que o acompanhava nos shows ficou, vamos dizer, sem um grande trabalho. E não falo dos fãs, mas sim do grupo de apoio do Rei, composto por músicos que merecem palmas pelo que fizeram nos anos 70, em especial, dando corpo aos sucessos e covers de Elvis no palco.

The TCB sigla de (Taking Care of Business), banda de apoio de Elvis que segue dando expediente até hoje, juntamente com os corais e orquestra que eram do Rei (Reprodução)

A guitarra solo de James Burton, a bateria furiosa de Ronnie Tutt, a orquestra magistralmente regida por Joe Guercio, as vozes sutis dos grupos vocais como o Stamps Quartet e as Sweet Inspirations, e por ai vai. Eles e tantos outros merecem tantas palmas quanto Elvis, já que um astro não faz nada sozinho, não é?

E se você acha que é preciso ter Elvis no palco para reviver o que foi, ao menos, aquele período alucinante dos concertos nos anos 70, pois saiba que em agosto de 2002 todos eles resolveram se reunir e tocar juntos como naquele tempo em que assessoravam e acompanhavam cada movimento do Rei no palco. E o show, acredite, é alucinante como tal, passando a sensação que ele está ali no meio, de alguma forma.

Felizmente – e para nossa alegria – o YouTube tem o show completo para você sentir. Parece louco? Mas é apenas um milagre da tecnologia a serviço da reverencia. Aprecie e até o próximo SnaB!

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