Você pode estar conversando com um robô sem perceber…

(Reprodução)

(Carlos Alberto D’Avila, diretor da Ellevo)

Que a inteligência artificial está em alta não dá para negar. Basta uma breve navegada na web, nos principais veículos de comunicação, sejam direcionados ou não a área de tecnologia, para se deparar com mais uma novidade desse segmento.

Cada vez mais real e presente na nossa rotina, desconstruindo aquela ideia antiga de robôs humanoides andando por aí, grandes companhias estão mostrando que criar robôs pode ser simples. E eficaz. O título desse artigo não é por acaso: se você parar e analisar, talvez no último autoatendimento que realizou, buscando respostas sobre determinada empresa na página dela na internet, tenha se rendido ao chat que de repente surgiu no canto da tela. O atendente, com eficiência e rapidez, perguntou se poderia ajudar, seguindo a conversa com opções para resolver seu problema, sugerindo caminhos que iriam facilitar a resolução da dúvida, quem sabe ofertando novos produtos e condições e encerrando o papo cordialmente.

Carlos Alberto D’Avila, diretor da Ellevo (Reprodução)

Você já parou para pensar que do outro lado da telinha não havia ninguém senão um robô? Um bot desenvolvido especialmente para interagir, por meio de escrita ou voz, e resolver o problema de um cliente? Eles estão mais presentes do que percebemos e já não se restringem a grandes marcas, como IBM, Google ou Facebook.

Diferente daquelas típicas gravações de secretárias eletrônicas, os chatbots reduzem os custos das empresas com o atendimento, agilizando as demandas através de uma pesquisa rápida em um imenso banco de dados. Entendem o contexto de uma pergunta, mesmo em linguagem informal, trazem novas opções para o consumidor e podem, inclusive, interpretar sentimentos através das expressões do interlocutor durante chamadas de vídeo.

Mais do que isso, se tornaram uma opção de reinvenção do modus operandi de grandes e médias empresas. Equipes enxutas e focadas em assuntos estratégicos, enquanto os bots tomam conta do trabalho operacional. A inteligência artificial não é apenas o boom da vez, mas a tecnologia que chegou para dar às empresas uma possibilidade de interação com o consumidor de forma barata, prática e rápida, enquanto suas pessoas se dedicam à melhoria dos processos.

(Reprodução)

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