PODTUDO #03: O “tio” Ronnie, elucubrações away e… Cebolinha!

(Arquivo A BOINA)

Mas olha só, moçada! Tem número 3!

Quando a coisa evolui, a tendência é que ela continue… evoluindo. E assim segue o PODTUDO em seu mais novo episódio. Gravado ainda antes do Natal, é o último de 2017, mas como o ano que vem já está pertinho nada que nos impeça dizer que, logo logo, já estaremos na segunda temporada.

Precoce, mas sim, somos a atração midiática que mais rápido foi para a segunda temporada! Que marco!

Mas enfim, randomicidades a parte, eu, Daniel e Vagner no sentamos juntos para mais uma reunião trazendo no destaque as proezas de um tiozão dos grandes do Rock nacional. Um propenso ao popular que descambou para uma revolução sem precedentes que poderia (e muito bem) ter ido além na música brasileira. E hoje, mesmo de terno e com jeito de mãe de gravata (como ele mesmo define-se), carrega ainda muito Rock nas veias: RONNIE VON!

E fora o Tio Ronnie, as clássicas elucubrações sobre a música, o mundo a nossa volta e… uma reflexão sobre cabelos e… Cebolinha (Vagner vai entender!),

Enfim, se você ficou curioso então não vamos mais perder tempo com falatório. Dê o play abaixo e curta mais um super episódio do PODTUDO!

E, ah! Até 2018, com mais loucuras!

Antigamente: A Karsten, uma história moldada através dos tempos

Uma gigante encravada na simpática região do Testo Salto. De uma família em busca de segurança e uma nova chance de prosperar para uma das organizações mais sólidas do Brasil no setor têxtil. Eis a justa passagem de A BOINA na história da Karsten, 135 anos moldada com as grandes mudanças do Brasil e do mundo (Reprodução)

Notadamente, A BOINA não poderia terminar o ano sem dar espaço para a história de uma das mais importantes indústrias têxteis do país. Encravada no simpático Testo Salto, nos confins de Blumenau, ela alcançou os 135 anos em setembro mas nem de longe se parece com uma velha senhora, muito embora viveu com intensidade vários momentos da história blumenauense, brasileira e mundial, numa espécie de Benjamin Button germânica.

E quando se fala em simpática, é para o desorientado que ainda não viu o seu tamanho naquele caminho de Pomerode. Os dois lados do nº 260 da rua que leva o nome do fundador mostram somente um pouco daquilo que ela representa para o setor têxtil, industrial e, claro para a história da cidade que, pelos idos de 1860, abrigou uma família em busca de novas chances para prosperar e para fugir da agitação que permeava a Europa. Era a saga de Johann e os seus que originaria a gigante Karsten, a sexta mais antiga empresa do Brasil.

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Estações Brasileiras: A epopeia para contar a história ferroviária brasileira

A pesquisa por história nos faz, vez em quando, respingar por caminhos diversos e fascinantes. Não vou mentir que muito do que aprendi e aprendo tem a ver com estas pesquisas casuais em sites, vídeos, documentos e por ai afora. Ultimamente, mexido pelas lembranças da EFSC e as ultimas notícias vindas de Apiúna, estive metido pelo mundo ferroviário, algo que no Brasil é um dos mais ricos conteúdos de história do país, bem como divide-se entre a proteção por pessoas abnegadas e o descaso das autoridades.

Certa feita, nestes mergulhos sobre a história ferroviária brasileira, estacionado nas lembranças da antiga Companha Brasileira de Cimento Portland Perus, acabei caindo de cabeça num projeto que tem uma missão difícil, mas está a cumprindo de uma forma única e um tanto poética no campo da pesquisa. Um multimídia no mundo das artes gráficas e apaixonado por história ferroviária resolveu encampar a tarefa hercúlea de mapear as mais de cinco mil estações ferroviárias brasileiras, desde as demolidas até as existentes, abandonadas ou ativas: Eis o projeto Estações Brasileiras.

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Um banco, 57 anos: A capsula do tempo do Banco da Lavoura

A inscrição no início do filme: Você vai mergulhar numa viagem incrível no cotidiano do antigo Banco da Lavoura, 57 anos atrás Reprodução)

As coisas que não encontramos tarde da noite… Em um momento de descanso da mente depois do dia de trabalho, eis que A BOINA se depara com uma verdadeira joia da memória bancária brasileira. Completo com quase 30 minutos de duração, a conta de Rafael Helbert trouxe para o YouTube um filme de 57 anos atrás. Mais até: uma verdadeira capsula do tempo. Trata-se de uma produção institucional que registra aspectos da rotina diária do antigo Banco da Lavoura de Minas Gerais.

De acordo com a descrição do vídeo, a produção, feita pelo próprio banco, ficou mais de 40 anos guardada nos arquivos do banco, que já foi uma das maiores instituições econômicas do Brasil em todos os tempos. Ela já foi divulgada pela primeira vez há 12 anos e está no site desde 2013, com razoáveis 7 mil visualizações, mas ainda assim um achado daqueles.

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Detalhe Teatro: Projeto de oficinas de arte já atende cerca de 350 crianças e adolescentes em Gaspar

(Agência NPCA)

(Nane Pereira)

Arte na comunidade. De setembro de 2017 a maio de 2018, a Detalhe Teatro leva para a cidade de Gaspar o projeto Arte para Infância e Adolescência: Instrumento de Transformação e Construção de Cidadania, que oferece oficinas de arte (Artesanato, Dança, Musicalização, Teatro e Teatro de Bonecos) com o objetivo de auxiliar no desenvolvimento individual e social do público infanto-juvenil em situação de vulnerabilidade social, atendido pelo Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculo (SCFV).

Cerca de 350 atendimentos a crianças e adolescentes (de 7 a 16 anos) do SCFV já estão sendo realizados com as oficinas, que ocorrem no Centro de Referência de Assistência Social (CRAS), Casa da Família, CRAS Zilda Arns, CRAS Silvio Schramm, no Centro de Convivência e Fortalecimento de Vínculos Maria Hendricks, na Associação Reacreativa das Empresas Lince (AREL), bairro Coloninha e no Bairro Bateas, com turmas nos períodos matutino e vespertino. As atividades de 2017 encerram no dia 15 de dezembro, com apresentações e performances dos grupos de Teatro e de Dança, às 16h30, no CRAS Casa da Família.

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Som n’A BOINA #26: A incrível história de Jimmy Ellis e a “maldição” de Orion

É Elvis? Não é Elvis? E a voz? Mas é a voz de Elvis! Mas não é Elvis? Uma das lendas mais marcantes da música no mundo vem do Alabama e encontrou na incorporação do personangem de um livro o caminho da fama, mesmo que isso despertasse a curiosidade de uns e a estranheza de outro.

Como bem sabemos – e até o SnaB fez menção – este ano recordamos as quatro décadas da noite fatídica de 16 de agosto de 1977, quando o mundo era despertado com a notícia de que o Rei do Rock ‘n Roll tinha se calado para sempre. Estava morto no banheiro de Graceland, sua majestosa residência em Memphis, Elvis Aaron Presley, e o mundo da música se vestia de luto num cortejo fúnebre embalado pela My Way cantada pelo ilustre filho de Tupelo.

Os meses passaram, os fãs ainda fungavam o choro quando, dentro dos estúdios da Sun Records, onde Elvis nascera para a música, um cidadão do Alabama apareceu. Ex-tratador de cavalos, tinha vindo da pequena cidade de Orrville em busca do sonho de ser cantor. Mas muito além desta porta aberta na lendária gravadora, o rapaz acabava mergulhando numa história no mundo da música que daria origem a uma das lendas pop mais populares de todos os tempos. E o incrível: por um momento, quem o visse podia jurar que a lenda era verdade.

Quem não conhecia, hoje vai começar a saber quem era Jimmy Ellis. Ou melhor, quem era o misterioso Orion, o Elvis por trás da máscara e que, acredite, não queria ser Elvis, mesmo tendo feições e o timbre de voz quase clonados do Rei.

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