Equipes: Mesmo com crise, empresas não deixaram de investir nelas

Equipe da Teclógica: 23 anos de história, renovações e novas formas de investir no seu crescimento (Divulgação)

(Sabrina Hoffmann / Melz Assessoria de Imprensa)

Uma das preocupações cada vez mais presente nas empresas brasileiras está ligada ao desenvolvimento das equipes. Foi isso o que apontou uma pesquisa da Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento (ABTD). O estudo mostrou que só em 2016 o investimento de companhias brasileiras em seus times cresceu 33% em comparação a 2015.

Na Teclógica, empresa de tecnologia de Blumenau, o último ano foi de desenvolvimento de lideranças. Um grupo de pessoas em cargos de gestão dentro da companhia participou de um treinamento sobre Liderança Transformacional. Após este treinamento foi criado um grupo chamado G7, que promove seções periódicas para trabalhar sete competências eleitas pela companhia como fundamentais para seus líderes: Participar, Disseminar, Reunir, Dar Feedbacks, Comemorar, Desenvolver e Compartilhar.

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Cerveja e história: A história do universo cervejeiro na obra de Soila Freese

(Nane Pereira)

Totalmente renovada, uma aventura na história cervejeira do Vale em todos os seus momentos. Em dezembro, chega à Blulivro a segunda edição de Ein Prosit Blumenau, produzido pela jornalista e amiga de A BOINA, Soila Freese (Roberto Lanznaster)

Produção de cerveja, memórias e boas histórias para contar. No dia 7 de dezembro, às 19h30, a jornalista e escritora Soila Freese lança a 2ª edição do livro Ein Prosit Blumenau. A obra reúne a história das primeiras cervejarias da então colônia Blumenau, por meio de registros e memórias de amigos, filhos e netos de mestres-cervejeiros. O evento ocorre na Livraria Blulivro, no Shopping Park Europeu, em Blumenau, e a entrada é gratuita e aberta a comunidade. O livro custa R$ 29,90.

A primeira edição do livro ‘Ein Prosit Blumenau’ foi lançada em 2008, em uma versão bastante singela, mas rica em conteúdo. Agora a obra chega em sua segunda edição totalmente reformulada, onde o material passa a ser visualmente mais atrativo, explica Soila Freese. O texto foi editado, passou por nova correção ortográfica, novas informações e material de pesquisa foram adicionados e o projeto gráfico foi totalmente reformulado. Está mais colorido e destaca também fotos, rótulos e documentos levantados durante a pesquisa, acrescenta a autora.

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Oktoberfest: Rescaldos de outubro

As danças, os momentos, os desfiles e acontecimentos. Outra Oktoberfest foi escrita na história de Blumenau. A 34ª edição é, agora, parte dos livros de história, e a vida segue seu curso como sempre (Oktoberfest / Divulgação)

Pois bem. Atrasado, mas em tempo. Está acabada, terminada, sepultada a 34ª edição da já consagrada maior festa alemã das Américas, a Oktoberfest.

Quem viveu as emoções desta edição, viveu. E quem não viveu terá de esperar chupando o dedo a vinda de outubro de 2018 para todo o carnaval germânico voltar a carga. Os que não suportam, aplaudem felizes e aliviados. Os que não vivem sem ela, deixam derramar uma singela lágrima enquanto assinalam no calendário do próximo ano o dia 3 de outubro, quando a loucura volta a carga.

Na minha qualidade de jornalista blumenauense – em processo de radicação em Timbó – a pergunta o que vi da Oktoberfest 2017? chega a ser um tanto piegas e careta demais. Todo mundo descambou a botar sua história com relação a festa deste ano, ainda mais ricas em detalhes do que a deste escriba. Teve tem apreciou no modo familiar, teve quem “pirou os coco” com chopp abaixo de chopp, e teve de tudo mesmo, desde os foliões aloprados a coisas que só acontecem em uma Oktoberfest.

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Mirelo, um (histórico) personagem

A cidade tem seus personagens, uma comunidade tem seus personagens, e entrar para a história é permissível para todos, independente do que fazem. Wilson Seidler, o Mirelo, é um exemplo disso, e por muitos não será esquecido, mesmo com seu passamento inesperado ocorrido no último 28/10 (Reprodução)

Algum fidalgo disse certa feita que se você faz o que gosta, não é mais trabalho, é diversão. E não poderia estar mais certo… Alguns gostam de escrever, como eu, outros gostam de jogar bola e, por isto, são grandes jogadores de futebol ou destes que levantam a poeira nos campos de várzea. Outros são políticos, e muitos deles estão fazendo o que gostam nos roubando a crença num país melhor dia a dia…

Agora, tem quem goste, simplesmente, do ofício simples. Tem quem goste de ser apenas um vendedor de picolés. E que mal há nisso? Por alguns trocados você refresca-se com uma delícia gelada que não tem o mesmo gourmet de uma paleta, mas é tão gostosa e simples quanto.

E neste mundão de Deus, não é preciso ser um gigante para fazer história ou ficar marcado numa comunidade. Tem quem, com a modéstia que lhe é característica, consegue deixar seu vulto impresso na memória de muita gente. Tão bem impresso que, quando se vai para outro lugar, sente-se muito mais que saudade, mas sim uma impressão nostálgica de um personagem de sua infância ou juventude.

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Uma jornalista entre artesãos: A história inspiradora de Roberta Koki

Do corre-corre dos bastidores de um jornal ao correr das réguas e tesouras sobre estampas e texturas, dando vida a peças únicas e recheadas de originalidade. Em A BOINA, o destaque de uma história além do jornalismo, mas de uma prazerosa atividade que fascina o olhar. Eis Roberta Koki, uma jornalista entre os artesãos. E mão cheia e criatividade não falta para ela (Arquivo Pessoal)

Dizem que, nos corre-corres da vida, sempre temos algo que nos é um escape do cotidiano agitado da nossa profissão. É necessário, quase via de regra para sua saúde física e mental e, dependendo da atividade, pode-se tornar mais um motivo para você ser reconhecido no lugar onde você está. Seja um trabalho voluntário na comunidade ou em outra atividade que, além de complementar a renda, lhe faz uma referencia na atividade que você considera um passatempo.

E nenhuma profissão escapa desta regra. O jornalismo também não. Quase todo o jornalista tem algum hobby ou atividade que o faz esquecer por momento daquela vida agitada como homem ou mulher da notícia. Jogar futebol ou volei, tocar, reger ou cantar numa banda; participar de atividades sociais ou em defesa dos animais, cozinhar, o que for. Serve para sumir temporariamente dessa correria louca e faz um bem inestimável para a mente.

Nestas andanças da profissão, conheci vários hobbies dos colegas jornalistas, que vão desde os esportes, o voluntariado ou as atividades manuais. Uma delas, desde meus tempos de RICTV Record, me chamou atenção, e é esta mesma que A BOINA traz como destaque nesta semana. Por trás da correria de pautas, residia na casa da Rua das Missões uma verdadeira artesã de mão cheia, com trabalhos que mostram a criatividade e graça nas estampas, linhas e objetos.

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Blu, 167: Canções pra celebrar Blumenau

O progresso mora aqui
Blumenau, és razão de viver
O teu nome tem história
Blumenau, nunca vou te esquecer

Foi há 17 anos que as linhas do amigo jornalista Marcio Volkmann eram transformadas em música pela batuta do arranjador Edson Luis da Silva, convertendo-se assim na canção máxima da cidade. Na poesia de três estrofes com estribilho, o retrato fiel da cidade desenhada pelo leito do rio e cercada de verde, com povo gentil e trabalhador tal como seu fundador, que veio dos lados longínquos da então Prússia com um sonho na cabeça, o mesmo das 17 pessoas que aportariam aqui em 1850.

Aquele 2 de setembro de 2000 foi na ponta dos pés. A chuva chegou a tarde e melou um pouco a programação, mas a data, apesar de acinzentada, foi marcante e colorida como sempre, com o desfile recheado de bandeirinhas, música das fanfarras e o sorriso das pessoas em celebração de outro aniversário, o sesquicentenário para ser mais exato.

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