Maternidade em A BOINA: Ser mãe também é renúncia (mas tudo bem!)

(Reprodução)

(Josiane Caitano)

Não raramente ouço pessoas que se intitulam como independentes e que dizem que quando forem mães não vão deixar de fazer absolutamente nada do que fazem. Sinto informar, mas vai deixar sim. A maternidade exige que façamos algumas escolhas muito importantes (ou nem tanto, depende do ponto de vista), o que não significa, necessariamente, que isso seja ruim.

Muitas vezes a gente faz uma escolha ao invés de outra e o que era bom dá espaço para algo melhor ainda, capaz de preencher todos os espaços da sua mente e do seu coração, espaços que você nem sabia que existiam. E tudo se completa.

Aliás, você até passa a se perguntar como passou tanto tempo da sua vida sem aquela pessoinha linda para acordar no meio da noite e te chamar de mamãe, correr ao seu encontro após um dia de trabalho, dar aquele sorriso lindo cada vez que te vê. Não há uma explicação para isso. A gente apenas vive e sente.

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O jornalismo voltado ao bem estar e a saúde no Vale: Eis o Saúde da Gente

(Info: Josiane Caitano)

Um novo endereço para as notícias da saúde no Vale: Eis o Saúde da Gente, novo projeto da jornalista Josiane Caitano, colunista de A BOINA e que já está no ar desde a última semana (Reprodução)

Um portal de notícias especializado nas áreas de saúde e bem-estar, que visa proporcionar informação de qualidade e contribuir com a vida da comunidade . Parece esboço de um futuro e necessário projeto para um público sedento de caminhos quando o assunto é o cuidado conosco e com nossos próximos. No entanto, no Vale do Itajaí isto não é mais uma ideia, e sim um negócio concreto, nas mãos de uma das amigas de A BOINA, cuja competência já é comprovada na coluna Maternidade e em vários trabalhos anteriores como assessora.

Fruto do idealismo da jornalista e mãe Josiane Caitano, colunista de A BOINA, foi lançado no último dia 20 de setembro o portal Saúde da Gente, voltado as questões de saúde, bem-estar e cuidados direcionados ao público do Vale.  Além de Josi, também trabalha no projeto o jovem e experiente publicitário João Batista de Moura, responsável pelo setor comercial do portal.

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Maternidade em A BOINA: Tem brinquedos pela casa? Tem sim sinhô!

(Reprodução)

(Josiane Caitano)

Nunca fui muito exigente com organização, sempre achei que o essencial é o suficiente (para tudo). Com o nascimento de um filho a gente fica menos preocupada com esse tipo de coisa. A minha sogra sempre diz que se o Bernardo está fazendo bagunça está tudo certo. Isso é um ótimo sinal. Tudo dentro da normalidade, conta. E eu só posso concordar (risos).

Que felicidade poder brincar com meu filho e ver ele se divertir na nossa casa. Para mim, essa alegria é bem maior do que o sentimento de casa arrumada. Nós poderíamos manter tudo no lugar, deixar tudo brilhando, mas para quê? Amanhã a gente arruma, quando der a gente arruma. Se tivéssemos feito isso, dado valor à casa arrumadinha, não teríamos nos divertido tanto.

Aqui tem brinquedos pela casa sim. Mas também tem brincadeira, amor, alegria, calor humano e família feliz. E isso não tem preço e nem casa arrumada que pague!

Maternidade em A BOINA: Porque ele é “a cara o pai”

Leandro, Josiane e o pequeno Bernardo… e aquela história de quem o filho é o xerox do pai, de tão clássica não passa de papo fático diante das boas coisas que ele pode similar dos pais (Arquivo pessoal)

(Josiane Caitano)

Desde que o Bernardo nasceu, todo mundo diz que ele é parecido com o pai dele. E é mesmo. Desde então também ouço: É difícil né… a mãe carrega o bebê por nove meses na barriga e ele sai a cara do pai.

Gente, qual o problema nisso? Afinal, ele é o pai. Existem coisas muito mais importantes do que parecer fisicamente com um ou com outro (os valores que vamos passar para o nosso filho, por exemplo). E tem mais: é um orgulho saber que o Bê se parece com o Leandro, já que eu amo o pai do meu filho.

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Maternidade em A BOINA: Sobre ser mãe de menino

Miguel e sua mãe, Sheila (Arquivo pessoal)

(Josiane Caitano)

O Miguel é meu afilhado. Ele tem dois anos e meio e gosta de brincar de boneca e de fazer comidinha. Filho da minha irmã, ele tem todo o apoio de uma mãe cabeça aberta que não vê problema algum nisso. Ela é corajosa. Embora hoje a sociedade já esteja um tanto mais aberta a essas questões, ainda é muito difícil para muitas pessoas ver isso com naturalidade.

Em um tempo em que muito se fala sobre empoderamento feminino, sobre o espaço conquistado pelas mulheres no mercado de trabalho e as lutas pela igualdade de gênero, ser mãe de menino é uma grande responsabilidade também. Não basta ensinar as meninas, educá-las para buscar seu lugar no mundo, a serem protagonistas de suas histórias, a se valorizar. É preciso preparar os meninos para isso, para que toda essa questão seja vista de forma mais natural no futuro.

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Maternindade em A BOINA: Ele está indo para a creche e está tudo bem

(Arquivo Pessoal)

(Arquivo Pessoal)

(Josiane Caitano)

Foi uma decisão muito importante. Na última semana fiz a adaptação do Bernardo na creche. Meu marido e eu pensamos muito antes de decidir que iríamos mesmo fazer isso neste momento, já que a avó se dispunha a cuidar dele. E querem saber? Foi a melhor escolha que fizemos. Pelo menos é essa a nossa percepção no momento. Não que a avó não o cuidasse bem, muito pelo contrário, ela sempre fez muita questão de tomar conta do Bernardo e sempre fez isso com muito carinho.

Também não estou dizendo que é fácil. Como mencionei anteriormente, é uma decisão muito importante, já que marca o início de uma nova fase. Por isso, o período de adaptação é essencial para a criança (e para a mãe também). Fiquei com ele o tempo todo nos três primeiros dias. Nos dois dias seguintes fiquei por perto, na sala ao lado, e ele foi um menino muito comportado, chorou um pouco, mas nada fora da normalidade. Isso porque ele já era acostumado a ficar com outras pessoas, pois há alguns meses, quando retornei da licença-maternidade, ele se habituou a ficar com a avó.

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