PODTUDO #00: Apresentação e histórias away para começar

Pois então, bons jovens deste país… aqui estamos!

Antes de mais nada, me permitam uma breve história. Mas breve mesmo, apenas para não deixa-los atordoados. Enfim, já faz algum tempo que estou longe dos amigos aqui em A BOINA por conta das razões profissionais externas ao blog (leia-se PG2). No entanto, as ideias andam pipocando e, logo logo, voltamos com força total aqui no bom espaço.

Mas então, vamos ao que interessa. Com a estreia do LICEU pronta para este fim de semana, outra novidade está a caminho HOJE, sem adiamentos mais! Tendo a companhia de meus confrades da reunião do dominical Ainda é Domingo (Daniel e Francine Castellani, Vagner Aguiar, Ricardo e Mary Hedler e convidados mais…), resolvemos partir para uma nova ideia: um podcast onde tudo é liberado, todos os assuntos, dos mais cabeça aos mais cômicos, num convite especial para cada um se juntar a nós na mesa da confraria.

Sendo assim, pensando num espaço com mais liberdade de assuntos e debates, lançamos um braço do programa, para interagir, rir, se identificar e compartilhar conosco as suas experiências, num clima bem, mas bem, mas beeeeeem… sossegado. Nem sempre estará a mesa completa do Ainda é Domingo, mas como diz e repete o bom e velho Castellani: a rotatividade é boa, e assim será.

Bem, mas não estranhe o #00 deste primeiro PODTUDO. Esta foi a primeira experiência acerca do novo projeto, ainda nominado como Sussurritos. Pedimos desculpas pelos palavrões e abusos, mas a primeira vez permite alguns excessos.

Edição de Daniel Castellani, vamos lá! Bem-vindos ao espaço onde PODTUDO!

Novidades e situação de momento: Uma mensagem de A BOINA

O momento, novidades… A BOINA não para. E, para isto, uma mensagem aos amigos!

Bem, amigos, já devem ter notado que, ultimamente, as coisas andam meio irregulares em A BOINA. o Gramming & Marbles (G&M) anda parado, o Videotape n’A BOINA (VTnaB) sumiu e as postagens diárias se tornaram raras, culpa (boa culpa, diga-se) da rotina corrida no desafio da PG2, como já contei há algum tempo para vocês.

Pois bem, antes que possam me perguntar, não estou em vias de fechar o blog, nada disso! O que acontece, pura e simplesmente, é um processo lento de mudanças e recolocações de edição e entrada de pautas. Mas nada que possa dar a impressão que este espaço está fechando. São dois anos em busca de trazer a todos a informação com conteúdo, com leveza e possibilidade de recordar, aprender, conhecer e descontrair a mente de uma forma sadia. Tem sido sempre esta a proposta de A BOINA e nunca deixará de ser.

Novidades estão a caminho. Novos parceiros, novos espaços e novas formas de eu e dos amigos do blog se comunicarem para você, leitor e leitora. E tudo isto eu explico no audio abaixo, para melhor entenderem o momento de vida que estou.

É meio longo, admito, 11 minutos, mas peço que ouçam. Coisas boas virão e este blog não vai fechar, Disso podem ter certeza!

(Áudio gravado no dia 15 de novembro de 2017)

De: A BOINA Para: Timbó

(Reprodução)

Enfim, amigos e amigas de A BOINA, estamos escrevendo desde a Pérola do Vale!

Isso mesmo! A partir de hoje, de forma oficial, este escriba estará passando seus dias de semana numa das cidades mais incríveis e encantadores do verde Vale do Itajaí. Quem a conhece, nem que seja por um dia apenas, não tem como sair daqui com um sorriso grande tamanha a tranquilidade, o aconchego e beleza que aqui encontra.

Para quem ainda não sabe lendo a alcunha dita acima, sim, estamos agora diretamente da graciosa Timbó, a capital do que convêm chamar-se de Médio Vale do Itajaí. Um município que pode ser considerado uma das felizes exceções do Brasil, misturando a qualidade de vida ao crescimento econômico, tudo em medidas calculadas milimetricamente.

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Som n’A BOINA #01: Estreia com David Bowie e o revolucionário “Low”

som-na-boina

(Douglas Sardo)

Aumenta que é SOM NA BOINA!

Pois sim, estamos inaugurando um espaço musical aqui no blog. Essa ideia vêm maturando há alguns meses, pois a música é um dos assuntos favoritos de muitos que escrevem por aqui. Portanto, já estava mais do que na hora de criarmos um ambiente para falarmos sobre nossos discos e artistas prediletos. Momentos históricos e tudo que nos embala neste admirável mundo da música. E isso tudo toda sexta-feira aqui em A BOINA. Pro fim de semana começar com som bom.

O grande problema: por onde começar?

Algum tempo atrás, quando do anúncio de que Bob Dylan seria premiado com um Nobel de literatura, André sugeriu que era uma boa oportunidade para abrirmos esse canal, falando sobre um grande artista, um álbum especial, um momento na música e tudo mais. Só que minha impressão sobre o impacto da premiação estava correta: Dylan sequer foi receber o prêmio. Logo, ele não deu a mínima, e achei que não deveríamos abrir com ele por conta desse mini-evento.

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A BOINA post 500: Um sonho teimoso que não acaba jamais

(Reprodução)

Pois então, bons amigos e amigas, com este post A BOINA chega a marca de 500 postagens

Permitam um suspiro longo… Quem diria? Como poderia eu explicar isto? Era fim de junho de 2015 quando, perdido e preocupado com os rumos da vida no jornalismo e desempregado, precisava encontrar uma saída, uma espécie de válvula de escape para o isolamento sentido longe do mundo fabuloso da imprensa. Retirado do projeto efêmero do BlumenauNews, onde cheguei a fazer um primeiro contato com os colegas, não mais pelos alegres corredores do Hospital Santo Antônio, prossegui pelas minhas próprias pernas, sem saber onde iria dar.

Um ano se passou, exatos 500 posts depois (este é, rigorosamente, o #500) estou aqui tentando encontrar palavras para definir o que é toda essa odisseia teimosa pela imprensa com meu próprio cantinho. A BOINA nasceu de um desejo de fazer algo diferente, de quebrar o padrão, de ser mais simples e próxima dos leitores e curiosos, de oferecer conteúdo de qualidade e descomplicado e de reunir em um local a expressão livre dos colegas jornalistas dispersos pelo Vale afora. Se eu me realizei? Acreditem, ainda não…

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Urda em A BOINA: Um dia, a infância!

(Reprodução)

(Reprodução)

(Urda Alice Klueger)

Excerto do meu livro “No tempo da Ana Bugra”, publicado em 2016.

Se podia haver um lugar fascinante para uma criança morar era aquela casa! Havia um espaço vazio onde talvez no passado se guardasse forragem para o gado e onde se podia brincar de escolinha quanto se quisesse! Os primos atravessavam a rua e vinham brincar com a gente, apenas os menores, claro, Afonso, Jorge Luiz, Ruth e Darcy. Acho que os demais já estavam grandes demais para brincarem de escolinha, não lembro muito direito. Mas sei que tínhamos sobras de cadernos e tocos de lápis de escrever e de colorir, e aquela brincadeira era a minha preferida.

Alguém me ensinou que o número 4 era uma cadeirinha, e então eu o escrevia invertido, como se fosse uma cadeirinha mesmo, onde uma fadinha minúscula pudesse se sentar a qualquer momento. Eram infindáveis as possibilidades de uma escolinha, e sem saber ler ou escrever, eu tentava me expressar desenhando, e desenhava canecas amarelas com flores vermelhas, e casinhas com árvores do lado, e outras coisas assim. Nunca consegui desenhar um cachorro, ou uma vaca, coisa que tanto queria. Hoje, já com um pé na terceira idade, tenho absoluta certeza de que não nasci para desenhar, embora naquela altura tivesse tanta vontade de fazê-lo.

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