De: A BOINA Para: Timbó

(Reprodução)

Enfim, amigos e amigas de A BOINA, estamos escrevendo desde a Pérola do Vale!

Isso mesmo! A partir de hoje, de forma oficial, este escriba estará passando seus dias de semana numa das cidades mais incríveis e encantadores do verde Vale do Itajaí. Quem a conhece, nem que seja por um dia apenas, não tem como sair daqui com um sorriso grande tamanha a tranquilidade, o aconchego e beleza que aqui encontra.

Para quem ainda não sabe lendo a alcunha dita acima, sim, estamos agora diretamente da graciosa Timbó, a capital do que convêm chamar-se de Médio Vale do Itajaí. Um município que pode ser considerado uma das felizes exceções do Brasil, misturando a qualidade de vida ao crescimento econômico, tudo em medidas calculadas milimetricamente.

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Som n’A BOINA #01: Estreia com David Bowie e o revolucionário “Low”

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(Douglas Sardo)

Aumenta que é SOM NA BOINA!

Pois sim, estamos inaugurando um espaço musical aqui no blog. Essa ideia vêm maturando há alguns meses, pois a música é um dos assuntos favoritos de muitos que escrevem por aqui. Portanto, já estava mais do que na hora de criarmos um ambiente para falarmos sobre nossos discos e artistas prediletos. Momentos históricos e tudo que nos embala neste admirável mundo da música. E isso tudo toda sexta-feira aqui em A BOINA. Pro fim de semana começar com som bom.

O grande problema: por onde começar?

Algum tempo atrás, quando do anúncio de que Bob Dylan seria premiado com um Nobel de literatura, André sugeriu que era uma boa oportunidade para abrirmos esse canal, falando sobre um grande artista, um álbum especial, um momento na música e tudo mais. Só que minha impressão sobre o impacto da premiação estava correta: Dylan sequer foi receber o prêmio. Logo, ele não deu a mínima, e achei que não deveríamos abrir com ele por conta desse mini-evento.

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A BOINA post 500: Um sonho teimoso que não acaba jamais

(Reprodução)

Pois então, bons amigos e amigas, com este post A BOINA chega a marca de 500 postagens

Permitam um suspiro longo… Quem diria? Como poderia eu explicar isto? Era fim de junho de 2015 quando, perdido e preocupado com os rumos da vida no jornalismo e desempregado, precisava encontrar uma saída, uma espécie de válvula de escape para o isolamento sentido longe do mundo fabuloso da imprensa. Retirado do projeto efêmero do BlumenauNews, onde cheguei a fazer um primeiro contato com os colegas, não mais pelos alegres corredores do Hospital Santo Antônio, prossegui pelas minhas próprias pernas, sem saber onde iria dar.

Um ano se passou, exatos 500 posts depois (este é, rigorosamente, o #500) estou aqui tentando encontrar palavras para definir o que é toda essa odisseia teimosa pela imprensa com meu próprio cantinho. A BOINA nasceu de um desejo de fazer algo diferente, de quebrar o padrão, de ser mais simples e próxima dos leitores e curiosos, de oferecer conteúdo de qualidade e descomplicado e de reunir em um local a expressão livre dos colegas jornalistas dispersos pelo Vale afora. Se eu me realizei? Acreditem, ainda não…

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Urda em A BOINA: Um dia, a infância!

(Reprodução)

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(Urda Alice Klueger)

Excerto do meu livro “No tempo da Ana Bugra”, publicado em 2016.

Se podia haver um lugar fascinante para uma criança morar era aquela casa! Havia um espaço vazio onde talvez no passado se guardasse forragem para o gado e onde se podia brincar de escolinha quanto se quisesse! Os primos atravessavam a rua e vinham brincar com a gente, apenas os menores, claro, Afonso, Jorge Luiz, Ruth e Darcy. Acho que os demais já estavam grandes demais para brincarem de escolinha, não lembro muito direito. Mas sei que tínhamos sobras de cadernos e tocos de lápis de escrever e de colorir, e aquela brincadeira era a minha preferida.

Alguém me ensinou que o número 4 era uma cadeirinha, e então eu o escrevia invertido, como se fosse uma cadeirinha mesmo, onde uma fadinha minúscula pudesse se sentar a qualquer momento. Eram infindáveis as possibilidades de uma escolinha, e sem saber ler ou escrever, eu tentava me expressar desenhando, e desenhava canecas amarelas com flores vermelhas, e casinhas com árvores do lado, e outras coisas assim. Nunca consegui desenhar um cachorro, ou uma vaca, coisa que tanto queria. Hoje, já com um pé na terceira idade, tenho absoluta certeza de que não nasci para desenhar, embora naquela altura tivesse tanta vontade de fazê-lo.

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Seis anos de Melz: Parece que foi ontem, parece que faz décadas

(Marina Melz / Melz Assessoria de Imprensa)

A Melz Assessoria de Imprensa, as palmas e vivas de A BOINA pela passagem de seus seis anos de bons serviços no mundo jornalístico. A gratidão é também nossa pela parceria e crença neste espaço Reprodução / Melz)

A Melz Assessoria de Imprensa, as palmas e vivas de A BOINA pela passagem de seus seis anos de bons serviços no mundo jornalístico. A gratidão é também nossa pela parceria e crença neste espaço (Reprodução / Melz)

Amanhã (01/10), faz seis anos daquela sexta-feira. Era 2010 e eu lembro de ter aberto os olhos e pensado: agora é pra valer. Não consigo definir se parece que foi ontem ou se parece que faz décadas, mas tenho certeza de termos caminhado muito em direção ao nosso real e verdadeiro propósito de contribuir para fazer do mundo um lugar em que as boas notícias repercutam mais do que as más.

Quando sinto que passou voando, penso na sensação. O frio na barriga que persiste até hoje quando abro a porta e me dou conta que é o nome da minha família que está ali, na parede. Quando escuto alguém dizer é a fulana, da Melz e penso que a família cresceu. O encantamento com as novidades dos clientes recém-chegados e também dos que estão conosco desde o início. A alegria de abrir uma revista ou um jornal e imaginar que em todo o Brasil ou num só bairro outras pessoas estão fazendo o mesmo e vendo uma marca que a gente acredita ali.

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Fabrício Wolff em A BOINA: Progressão Automática, um desrespeito

(Repropdução / ND)

(Repropdução / ND)

(Fabrício Wolff)

Todo mundo sabe – ou pelo menos diz ou já ouviu dizer – que a educação é o futuro do país. Tudo bem… Deveria ser o presente, mas aqui no gigante adormecido tudo demora mais um pouco, o processo é sempre mais lento.

Quem está atento à importância da educação para uma nação, já ouviu falar também do Japão pós segunda guerra mundial. É, provavelmente, o exemplo mais clássico de como a educação, no caso específico voltada para a tecnologia, pode impulsionar economicamente um país. Há muitos outros exemplos mundo afora que demonstram que o conhecimento transmitido e adquirido no ensino escolar modifica para melhor seu povo, a nação e, por conseqüência, o país.

Na contramão de tudo o que se sabe sobre a importância da educação, o Governo do Estado de Santa Catarina acaba de anunciar a implantação da promoção automática para os alunos das primeiras, segundas e terceiras séries do ensino fundamental. Na prática, o aluno passa de qualquer jeito até a terceira série, saiba ou não ler e escrever, saiba ou não as continhas básicas da matemática. Só ao final da terceira série, haverá uma avaliação do aprendizado. E será exatamente aí, neste momento, que a porca torcerá o rabo. Se o aluno não souber, não tiver aprendido tudo o que precisaria saber na primeira e segunda série, o que fazer?

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