Assimvi: Trânsito e mobilidade em Pauta-Café

(Rogério Pires / Assimvi)

Manhã agradável a dos colegas jornalistas esta de quarta-feira (17/05), em mais uma reunião para o Pauta-Café, evento promovido pela Associação de Imprensa do Médio Vale do Itajaí (Assimvi), no também agradável espaço da Officina Café Coworking, no bairro Victor Konder, em Blumenau.

A temática da reunião de hoje seguiu as reflexões despertadas pelo Maio Amarelo, que nos recorda de questões relacionadas as leis do trânsito e o que leva os motoristas a desobedece-las e a se colocarem em atos imprudentes. Emendado junto, questões como a mobilidade urbana e transporte coletivo, questões que sempre pegam fundo em Blumenau. Foi o primeiro evento deste porte que A BOINA participou. Primeiro de muitos, diga-se de passagem.

Como convidados do bate-papo uma trinca das boas para discutir o assunto: a especialista em trânsito e coordenadora estadual do Maio Amarelo, Marcia Pontes; o especialista em trânsito e transportes e conterrâneo garciense, Fábio Campos; e o professor, ex-presidente do antigo IPPUB (Instituto de Pesquisas e Planejamento Urbano de Blumenau), ex-secretário de planejamento de Blumenau e Brusque e atual responsável pela mesma pasta em Gaspar (ufa!), Alexandre Gevaerd, que trouxe consigo os alunos da turma de Engenharia Civil da FURB para a qual ministra aulas.

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Som n’A BOINA #12: Fabrício Wolff e o que não vimos no Skol Rock (e agora, podemos saber!)

Três anos de aventuras, momentos inesquecíveis e muito Rock em um livro. Eis a obra do jornalista Fabrício Wolff, reunindo histórias e bastidores do lendário Skol Rock em Blumenau: Skol Rock: O Festival que Você Não Viu (Os Bastidores) (André Bonomini)

Barão Vermelho, Capital Inicial, Biquini Cavadão, Paralamas do Sucesso, Ira!, Kid Abelha, Raimundos, Titãs, Lobão, Ultraje a Rigor, Leoni, Nenhum de Nós e uns ainda em ascensão Mamonas Assassinas, entre tantos outros de igual calibre, Uma seleção de pesos-pesados assim reunido no meio dos anos 90 dava tranquilamente para um festival dos bons em uma grande cidade como São Paulo, Rio, seja na beira de uma praia ou num parque grandioso.

Mas, se você ainda é incrédulo disto tudo, acredite que esta seleção de nomes nobres do Pop/Rock nacional tocou, arrepiou, causou e extasiou plateias na provinciana e conservadora Blumenau, onde qualquer guitarra fora de uma bandinha podia ser considerada uma ofensa sumária à cultura do lugar. Duvida? Este festival existiu, marcou época e, de tanta história, virou livro que agora chega nas mãos de qualquer um que quer reviver aqueles dias ou, como eu e tantos outros, quer matar a curiosidade do que foi este momento único.

Das mãos do jornalista e amigo de A BOINA, Fabrício Wolff, nasceu no último mês o livro Skol Rock: O Festival que Você Não Viu (Os Bastidores), um compêndio precioso que guarda nas suas 160 páginas uma verdadeira volta no tempo para junto da Prainha (Praça Juscelino Kubitschek), na eferverscência do que foi o Skol Rock. Festival que quebrou um paradigma cultural na cidade e fez deste ponto do Vale de onde falamos uma espécie de Woodstock brasileira, como assim definia Frejat numa das passagens com o Barão Vermelho pelo evento.

Se você está sentado, prepare-se com um bom Rock nacional (ou até um som do Deep Purple, destacado pelo grande Douglas Sardo no último número) e vamos decifrar o que esconde este livro. Duvido que você não vai querer compra-lo depois de ler o que digo aqui…

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Skol Rock: Livro sobre o festival será lançado nesta quinta

Fabuloso, monumental, único e, claro… com muito Rock nas veias. A história do Skol Rock, que embalou os jovens cabeludos entre 1994 e 1996 agora virou livro, que será lançado nesta quinta a noite com, naturalmente, muito Rock no Ahoy (Antigamente em Blumenau)

(Assessoria)

Duas décadas depois da última edição do Skol Rock, chega ao mercado editorial o livro que conta a história dos bastidores do evento, considerado o maior festival de rock do sul do Brasil na década de 90 e um dos maiores de todos os tempos. O que muita gente não sabe, é que o evento, que em 1996 ganhou status nacional, foi criado e realizado antes em Blumenau.

O livro que tem como título Skol Rock, o Festival Que Você Não Viu – Os Bastidores traz detalhes desta criação, dificuldades para empreendê-la, curiosidades das bandas nacionais na cidade e a razão do fim do evento. Foi escrito pelo jornalista Fabrício Wolff, idealizador do festival, e será lançado oficialmente nesta quinta-feira, dia 16, no Ahoy Tavern Club, com direito a show de Rock.

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Kart Clube Blumenau/Vale Europeu: Vem aí a temporada 2017

(Jean Carmona)

(Jean Carmona)

(Kart Clube Blumenau/Vale Europeu)

O ano passado terminou, mal passaram festas e férias e… lá vem eles de novo, voando nos karts da região. Começa neste dia 18 de fevereiro, sábado, no Kartódromo de Ascurra, a temporada 2017 do campeonato do Kart Clube Blumenau/Vale Europeu. Duas categorias, 22 pilotos e muita emoção estão reservadas para mais um ano de pegas na pista – ou melhor, nas pistas dos quatro kartódromos selecionados para a competição: Ascurra, Indaial, Balneário Camboriú (Speedway) e Penha (Beto Carrero). Serão 10 etapas ao todo, uma por mês e os pilotos já estão se preparando.

Na categoria Máster disputam Alexandre Pereira, Carlos Eduardo Ribeiro, Eduardo Bona Bonononi, Fabrício Wolff, Rodrigo Pereira, Sandro Locatelli e outros pilotos que subiram da categoria Light pelos resultados conquistados em 2016: Carlos Casico Grottman, Guilherme Puerari, Jackson Ramos, Naldo Borges e Nilton Leitempergher.

A categoria Light será disputada por Augusto Ittner, Diorgnes Saldanha, Jaime Avendano e mais dois pilotos que vieram da Máster: Cristiano Baifus e Eduardo Cunha, além dos novatos Clarenir Batata Luiz, Jairo Dias, João Borges, Marcelo Borgonovo, Roger Martins e Sérgio Chisté.

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Fabrício Wolff em A BOINA: O plantio e a colheita

(Reprodução)

(Reprodução)

(Fabrício Wolff)

2017 vem aí. Mais um ano, 52 semanas, 365 dias. E será, como todos os outros anos que passaram, tempo de colheita para quem plantou a semente certa; tempo de colhermos os resultados de nossas escolhas anteriores. É assim que funciona sempre, por mais que ao final de cada ano entremos em uma espiral de renovação de esperança.

Temos esta habilidade de transferir para aquilo que não conhecemos as responsabilidades de nossos sucessos ou fracassos. A tal esperança é tão abstrata quanto seres alienígenas. No entanto é nela que imensa maioria da humanidade se apega quanto chega um novo ano. Tudo bem. Assim nos sentimos melhores, confortados… esperançosos.

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Fabrício Wolff em A BOINA: Tragédia anunciada é crime

(Reprodução)

(Reprodução)

(Fabrício Wolff)

Ainda estamos todos comovidos chorando a morte de rapazes, jovens jogadores de futebol, dirigentes da Chapecoense e de jornalistas esportivos. Se pensar no sofrimento de uma família enlutada já dói, multiplicar isto por 71 dilacera o coração de qualquer pessoa com sentimentos.

Se somarmos a isto que o pesar é por atletas e uma instituição que se tornou orgulho do futebol catarinense e colocou o nome de Santa Catarina no cenário do futebol sul-americano, chegam a ser tratados como heróis. Heróis mortos. Mas tudo isso já sabemos. Quantas vezes já nos emocionamos nas últimas horas assistindo esta tragédia pela tevê ou nas redes sociais?…

Nosso coração chora e acaba fazendo isto verter pelos olhos. Porém, o que mais dói é verificar que a versão que se anunciava lá atrás como especulação a ser investigada, agora se desnuda como a mais pura e absurda verdade. Não foi uma simples tragédia. Foi um crime. Um crime de irresponsabilidade.

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